“Jesus foi o maior socialista que já existiu”, declara Jefferson Ramalho

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Foi lançado, no dia 8 de abril, no Sindicato dos Metroviários de São Paulo, um livro que, não tenha dúvida, desencadeará uma série de análises, artigos e comentários nas redes sociais. Em Jesus, o maior socialista que já existiu, o teólogo, historiador e doutorando em História pela UNICAMP, Jefferson Ramalho delineia alguns aspectos que, segundo ele, aproximam Jesus do que hoje conhecemos por “socialista”. Nesta entrevista conversaremos um pouco sobre o quarto livro de Ramalho e sua compreensão sobre alguns temas polêmicos no meio evangélico. Esta entrevista não versará sobre uma análise teológica dos Evangelhos, mas alguns exemplos humanitários de Cristo. Convém deixar claro que os pontos aqui abordados não refletem a opinião deste Gospel+.

Cristãos Progressistas. Jefferson, tudo bem?

Jefferson Ramalho. Por favor, não quero parecer indelicado na resposta, mas eu aprendi com um grande amigo – o qual, inclusive, me honrou com o prefácio deste meu novo livro – que não devemos responder que está tudo bem -“tudo é muita coisa”, diz ele. Eu posso dizer que estou bem, mas não plenamente bem. Existem muitas pessoas que não conheço que neste exato momento estão vivenciando sofrimentos terríveis. Mesmo que, na maioria dos casos, eu nada possa fazer – se é que eu não posso mesmo – o simples fato de saber que há pessoas sofrendo, agora, me impede de dizer que está “tudo” bem. Eu posso estar, mas quantos não estão? Muitos, muitos mesmo. Então, eu prefiro dizer, com um certo constrangimento, que estou apenas bem.

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Cristãos Progressistas. É um grande prazer poder conversar contigo e conhecer um pouco mais sobre o seu mais novo livro, Jesus, o maior socialista que já existiu.

Jefferson Ramalho. Eu me sinto honrado em falar com você sobre este meu novo trabalho. Espero contribuir de alguma maneira. Nem que seja provocando dúvidas e reflexões. Aproveito para agradecer tanto pelo convite para esta entrevista quanto pela oportunidade de divulgar meu trabalho.

Cristãos Progressistas. Não há dúvida de que Jesus é a figura mais emblemática da História e que tem sido descrito de diversas maneiras, como um grande líder, visionário, e exemplo de administrador e psicólogo, e agora como o “maior socialista que já existiu”. De onde surgiu a inspiração para chegar a essa conclusão?

Jefferson Ramalho. Simples. A inspiração surgiu da releitura que passei a fazer dos evangelhos de alguns anos para cá, desde que deixei de frequentar, por opção, os templos religiosos. Houve tempos nos quais eu via em Jesus um grande curandeiro, milagreiro, mágico, enfim. Passei a perceber que faria muito mais sentido se começasse a prestar atenção tão somente na experiência humana de Jesus de Nazaré. Não quero entrar na discussão em torno da divinização de Jesus que, como sabemos, resultou de um processo de construção discursiva, dogmática, teológica e até política. Tenho percebido que o mundo, para ser melhor (não perfeito, pois é algo impossível) não precisa de uma compreensão de um Jesus sobrenatural, divino, ressuscitado dos mortos. O mundo precisa, antes de tudo, conhecer o jovem de Nazaré, que era humano como todos nós, inconformado com a injustiça e a desigualdade, que denunciava os poderosos e que não se envergonhava de manter amizades com pessoas rejeitadas pela sociedade. O comportamento de Jesus seria, não tenho dúvida, execrado pelas igrejas de hoje.

Cristãos Progressistas. Você tem consciência de que está entrando em um campo minado, ou seja, que há uma forte resistência a temas associados ao Socialismo? Acredita ser possível apresentar aos cristãos uma nova compreensão da face humana de Cristo?

Jefferson Ramalho. Sim. Primeiro, porque dizer que Jesus foi socialista é um grande problema do ponto de vista histórico-filosófico. Por quê? Porque ele viveu há cerca de dois mil anos. O Socialismo é uma corrente ideológica que ainda não completou duzentos anos. Portanto, é anacrônico dizer que ele foi socialista, tanto quanto seria chamá-lo de capitalista, psicólogo, líder executivo, mas é inegável que muitos – senão todos – os princípios de solidariedade, igualdade, justiça, relações humanas de respeito pelo outro, independentemente de sua condição, raça, cor, sexo, gênero, religião, orientação sexual são comuns tanto na vida e comportamento de Jesus de Nazaré, como no Socialismo. Sabemos, sim, que o Socialismo é plural. Mas, os grupos que ao longo da história se disseram seguidores de Jesus também foram e são plurais. No entanto, há uma essência que os une. E, não tenho dúvida, de que se existem diferenças entre a mensagem do jovem galileu e a mensagem socialista, estas estão longe de superar aquilo que as aproxima. Há muito mais pontos em comum do que diferenças. É para isso que quero chamar a atenção de leitores e leitoras que me derem a honra e o privilégio de suas atenções para o meu livro.

Cristãos Progressistas. Que elementos dos Evangelhos podemos tomar como fundamentos para a compreensão de que Jesus foi o maior socialista que já existiu?

Jefferson Ramalho. Exatamente aqueles que mencionei: os princípios da solidariedade, da igualdade, da justiça social e econômica, das relações humanas de respeito pelo outro independentemente de qualquer coisa. As pessoas têm que ser respeitadas em suas condições e escolhas. Mas, quero chamar a atenção para um ponto muito importante. Jesus era um sujeito que estava disposto a enfrentar cara a cara a injustiça, a arrogância, o poder opressor de líderes políticos e religiosos, a exploração do ser humano e a falsa ideia de meritocracia a ser aplicada numa sociedade na qual as oportunidades são desiguais desde quando o seres humanos nascem. Defender a meritocracia em uma sociedade desigual é desumano, é injusto, é sem o mínimo sentido, é sem critério racional e ético. Jesus, por outro lado, foi defensor da justiça, dos menos favorecidos, dos excluídos, dos explorados, das vítimas de preconceito. A leitura mais simplória dos evangelhos já permite que percebamos isso. Infelizmente, líderes religiosos de hoje, sem o mínimo conhecimento exegético, sem o mínimo conhecimento das línguas originais da Bíblia, distorcem a narrativa de tal maneira, fazendo-as falar aquilo que elas não estão falando. E, com isso, enganam pessoas, enriquecem às custas da fé alheia, fazem alianças políticas que não promovem o avanço da sociedade em todos os sentidos, mas que na prática servem apenas para encher seus bolsos e legitimar visões de mundo que são conservadoras, retrógradas, excludentes e preconceituosas. É uma pena que seja assim. Dizem que promovem o amor (claro que vão dizer isso), mas promovem o ódio, a exclusão e até a violência.

Cristãos Progressistas. No capítulo 7 do livro você trabalha com a temática de que “não se deve matar um criminoso”. É uma resposta a cultura do punitivismo que caracteriza países como o Brasil? Que dizer dos que têm como base sua fé no Evangelho, e, ao mesmo tempo, são defensores de práticas como linchamento e pena de morte? Não está em franca contradição com o segundo maior mandamento – amarás o próximo como a ti mesmo?

Jefferson Ramalho. Em total contradição. Quem defende a violência não pode se dizer seguidor de Jesus de Nazaré. Pode até dizer que segue a Bíblia, pois de fato há muitos momentos, especialmente no Primeiro Testamento, que trazem a ideia de um Deus vingativo, punitivo, violento. Mas, devemos sempre lembrar que a Bíblia, antes de qualquer coisa, é resultante de várias construções discursivas de um povo que queria legitimar suas crenças, sua identidade étnica e suas guerras. E, para isso, nada como dizer: “Deus está do nosso lado e não do lado dos outros”. Mas, se vamos para o Segundo Testamento, o Jesus de Nazaré que ali é apresentado, em meio a uma série de narrativas míticas e repleta por metáforas, tem uma mensagem muito clara a passar. Quem agride um agressor, se torna tão agressor quanto ele; quem mata um assassino, se torna tão assassino quanto ele. É simples e básico isso nos evangelhos. Quando uma mulher foi flagrada em adultério, quiseram matá-la, pois a lei em certo sentido os permitia fazer isso. Jesus, porém, dado ao enfrentamento como era, desafiou-os: “aquele que entre vocês jamais cometeu algum erro, pode apedrejá-la.” E o que mais vemos na narrativa desse episódio? O machismo.

Mulheres flagradas em adultério eram apedrejadas. E homens adúlteros? Não deveriam, então, receber o mesmo castigo? Mas, não era assim naquela sociedade machista dos tempos de Jesus, que não difere muito da sociedade atual. Para Jesus, nem mulheres nem homens flagrados em adultério mereciam a pena de morte. Um garoto menor infrator e um filho de família burguesa, ambos usuários de drogas – e que roubam em função disso – não merecem ser açoitados. Ambos são dependentes químicos e merecem o mesmo tratamento para terem as suas vidas recuperadas. Isso sem falar das condições precárias dos presídios. Presídio não existe para punir o criminoso ou para proteger a sociedade dos infratores da Lei que estão presos. Presídio existe para recuperá-los e torná-los pessoas que possam voltar a viver na sociedade. Mas, considerando as condições do sistema prisional brasileiro, são poucos os que saem da prisão recuperados. Vivemos um verdadeiro caos! Por isso tantos defendem a pena de morte. Só que um Estado que aplica a pena de morte admite que não tem competência para recuperar e reeducar seres humanos. Precisamos entender que pessoas são recuperáveis. Basta haver instrumentos eficazes para isso.

Cristãos Progressistas. Os textos de Atos 2.44-47 e 4.32-37 são evidências de que os apóstolos tinham uma visão diferenciada, que acreditavam em princípios como igualdade e justiça social?

Jefferson Ramalho. Diferentemente do que ocorria na igreja de Corinto, na qual os ricos se empaturravam e não dividiam nada com os mais pobres, a igreja descrita nesses dois pequenos trechos do livro de Atos dos Apóstolos era solidária, desprendida de todo e qualquer bem material, não havia teologia da prosperidade, mas havia compartilhamento. É revoltante saber que existem pastores milionários e, ao mesmo tempo, em suas igrejas há pessoas que não têm o que comer em casa. E o que é pior: o sujeito (o pastor) é tão sem escrúpulos que é capaz de dizer que a pessoa está naquela situação porque não tem tido fé suficiente para melhorar de vida.

Cristãos Progressistas. Você considera os países nórdicos, como Suécia, Noruega e Finlândia como modelos de governos comprometidos com o bem-estar dos cidadãos? São hoje os melhores modelos de eficiência em políticas sociais, de igualdade de gêneros, e democracia participativa?

Jefferson Ramalho. Ainda não tive a oportunidade de conhecer esses países e nem sei se algum dia terei. O que sabemos é que eles estão muito à frente de nós em muitos quesitos. Não apenas em termos econômicos. A Economia desenvolvida é apenas uma consequência. Eles estão à frente de nós porque têm uma cultura política mais responsável, levam mais a sério aquilo que chamamos de ser humano. Você vai ao médico num país desse e é tratado como alguém que precisa ser assistido com responsabilidade; você tem uma Educação de ponta para todas as crianças e jovens, sem distinção; você aprende desde cedo a conviver com o outro, independentemente do quanto ele possa ser diferente de você. A nossa sociedade somente será melhor no dia em que aprender a viver com aquilo que melhor a caracteriza: a diversidade. E, nesses países em particular – o que, aliás, não ocorre em todo país economicamente desenvolvido – o convívio com o outro, seja ele de outra raça, cor, religião, identidade de gênero, etc, é muito respeitoso. Ser um país desenvolvido economicamente não significa que ele esteja livre de marcas e manchas culturais que expõem seus preconceitos e suas discriminações ainda tão notáveis.

Cristãos Progressistas. Para finalizar, apresente suas últimas considerações sobre o lançamento do livro Jesus, o maior socialista que já existiu.

Jefferson Ramalho. Eu pediria para que as pessoas façam a leitura completa do livro antes de o avaliarem ou o rotularem. E, apesar de já ter recebido muitas críticas de conservadores religiosos e, claro, de pessoas que têm convicções políticas neoliberais e capitalistas sem que sequer tenham lido o livro, quero deixar meu convite a todos e todas para o lançamento que será neste dia 8 de abril, a partir das 18h30, no Sindicato dos Metroviários de São Paulo (Rua Serra do Japi, 31, Tatuapé, São Paulo/SP). Teremos uma mesa com alguns convidados, boa música e, acima de tudo, muito diálogo e reflexão.

36 COMENTÁRIOS

  1. Comprar Jesus com essas figuras “socialistas” de hoje é uma piada de mau gosto. O cara precisou se desligar do CORPO DE CRISTO (igreja) pra poder conhecer Jesus melhor? Me poupem!!!!

    • Johny, porque você não comenta aquela pesquisa que fizeram no Rio de Janeiro, constatando que quase 80% dos evangélicos são contra a pena de morte. Percentual muito superior aos ateus/agnósticos e outras vertentes? Não queremos o bandido morto, aprenda. Queremos sair com nossa família em paz, sem ser alvo de vítimas da sociedade, alguns com tênis no pé mais caro que a roupa que nós vestimos.

      Com certeza esse teólogo sem Deus diria que o aborto é algo também de Cristo, pois deturparia aquele versículo que diz que um aborto é mais feliz que um homem fracassado para defender a sua tese.
      .
      Deu para entender que ele não considera a Bíblia inerrante. Talvez O Capital, Teoria Geral, etc, seriam inerrantes…

  2. A Igreja Primitiva Era Comunista?

    “Com grande poder os apóstolos davam testemunho da ressurreição do Senhor Jesus, e em todos eles havia abundante graça. Pois não havia entre eles necessitado algum; porque todos os que possuíam terras ou casas, vendendo-as, traziam o preço do que vendiam e o depositavam aos pés dos apóstolos. E se repartia a qualquer um que tivesse necessidade”. (Atos 4:33-35)

    Aqui somos informados que, entre os cristãos de Jerusalém, “todos os que possuíam terras ou casas” as vendiam, depositavam o valor “aos pés dos Apóstolos” e que estes, por sua vez, repartiam com os necessitados. Comunistas e socialistas frequentemente citam estes versos para justificar a abolição ou relativização do direito a propriedade privada. Como demonstraremos neste artigo, esta conclusão é absolutamente errada.

    “NÃO ESTAVA O PREÇO EM TEU PODER?”

    “Mas um certo homem chamado Ananias, com Safira, sua mulher, vendeu uma propriedade, e reteve parte do preço, sabendo-o também sua mulher; e levando a outra parte, a depositou aos pés dos apóstolos. Disse então Pedro: Ananias, por que encheu Satanás o teu coração, para que mentisses ao Espírito Santo e retivesses parte do preço do terreno? Enquanto o possuías, não era teu? E vendido, não estava o preço em teu poder? Como, pois, formaste este desígnio em teu coração? Não mentiste aos homens, mas a Deus“. (Atos 5:1-4)

    S. Pedro, por uma revelação extraordinária do Espírito, ficou sabendo que Ananias, marido de Safira, estava mentindo sobre a doação. Aqui é muito importante entender qual exatamente foi a crítica do Espírito, por meio do Apóstolo: “Não mentiste aos homens, mas a Deus“. O pecado de Ananias, então, foi contra o nono mandamento, “Não dirás falso testemunho”. No contexto, “todos os que possuíam terras ou casas, vendendo-as, traziam o preço do que vendiam e o depositavam aos pés dos apóstolos” (At 4:34). Ananias disse estar fazendo o mesmo, mas na realidade “reteve parte do preço” (At 5:2). E, segundo as claras palavras do Apóstolo Pedro, ele não tinha qualquer obrigação de doar nada: “Enquanto o possuías, não era teu? E vendido, não estava o preço em teu poder?” (At 5:4). Com estas palavras S. Pedro defende o direito a propriedade privada. Ele argumentou que Ananias não tinha qualquer necessidade de mentir porque antes de vender, aquela propriedade pertencia a ele depois de vender o valor da venda continuava estando sob seu poder. Ou seja, ele poderia simplesmente não vender e não doar, caso quisesse. Todavia, ele preferiu mentir sobre a doação, com o objetivo de se glorificado e exaltado pelos homens. Safira, sua esposa, era cúmplice da mentira:

    “E perguntou-lhe Pedro: Dize-me vendestes por tanto aquele terreno? E ela respondeu: Sim, por tanto. Então Pedro lhe disse: Por que é que combinastes entre vós provar o Espírito do Senhor?” (Atos 5:8-9)

    Sendo assim, não é verdade, como muitos comunistas e socialistas acreditam, que a Igreja Primitiva aboliu ou relativizou o direito a propriedade privada. Pelo contrário, o direito foi abertamente confirmado e defendido por S. Pedro quando ele repreendeu Ananias.

    “NÃO PASSARÁ ESTA GERAÇÃO”

    Mas ainda precisamos responder uma segunda questão: se os cristãos de Jerusalém não tinham a obrigação moral de fazer essas doações, se as doações eram voluntárias, por que então faziam? Qual era a motivação? A acusação que os judeus levantaram contra o diácono Estevão pode nos ajudar a entender:

    “Levantaram-se, porém, alguns que eram da sinagoga chamada dos libertos, dos cireneus, dos alexandrinos, dos da Cilícia e da Ásia, e disputavam com Estêvão; e não podiam resistir à sabedoria e ao Espírito com que falava. Então subornaram uns homens para que dissessem: Temo-lo ouvido proferir palavras blasfemas contra Moisés e contra Deus. Assim excitaram o povo, os anciãos, e os escribas; e investindo contra ele, o arrebataram e o levaram ao sinédrio; e apresentaram falsas testemunhas que diziam: Este homem não cessa de proferir palavras contra este santo lugar e contra a Lei; porque nós o temos ouvido dizer que esse Jesus, o nazareno, há de destruir este lugar e mudar os costumes que Moisés nos transmitiu. Então todos os que estavam assentados no sinédrio, fitando os olhos nele, viram o seu rosto como de um anjo”. (Atos 6:9-15)

    Evidentemente, as acusações eram falsas. De maneira alguma Estevão tinha blasfemado contra Deus ou Moisés. Todavia, é importante entender que tais falsas acusações eram uma versão distorcida da verdade: “Nós o temos ouvido dizer que esse Jesus, o nazareno, há de destruir este lugar e mudar os costumes que Moisés nos transmitiu”. Uma acusação parecida havia sido feita contra o próprio Cristo em seu julgamento:

    “Levantaram-se por fim alguns que depunham falsamente contra ele, dizendo: Nós o ouvimos dizer: Eu destruirei este santuário, construído por mãos de homens, e em três dias edificarei outro, não feito por mãos de homens“. (Marcos 14:57-58)

    Cristo de fato havia profetizado a destruição de Jerusalém e do santuário:

    “Ora, Jesus, tendo saído do templo, ia-se retirando, quando se aproximaram dele os seus discípulos, para lhe mostrarem os edifícios do templo. Mas ele lhes disse: Não vedes tudo isto? Em verdade vos digo que não se deixará aqui pedra sobre pedra que não seja derribada“. (Mateus 24:1-2)

    “Ai de vós! porque edificais os túmulos dos profetas, e vossos pais os mataram. Assim sois testemunhas e aprovais as obras de vossos pais; porquanto eles os mataram, e vós lhes edificais os túmulos. Por isso diz também a sabedoria de Deus: Profetas e apóstolos lhes mandarei; e eles matarão uns, e perseguirão outros; para que a esta geração se peçam contas do sangue de todos os profetas que, desde a fundação do mundo, foi derramado; desde o sangue de Abel, até o sangue de Zacarias, que foi morto entre o altar e o santuário; sim, eu vos digo, a esta geração se pedirão contas“. (Lucas 11:47-51)

    “Jerusalém, Jerusalém, que matas os profetas, e apedrejas os que a ti são enviados! Quantas vezes quis eu ajuntar os teus filhos, como a galinha ajunta a sua ninhada debaixo das asas, e não quiseste! Eis aí, abandonada vos é a vossa casa. E eu vos digo que não me vereis até que venha o tempo em que digais: Bendito aquele que vem em nome do Senhor”. (Lucas 13:34-35)

    “E quando chegou perto e viu a cidade, chorou sobre ela, dizendo: Ah! se tu conhecesses, ao menos neste dia, o que te poderia trazer a paz! mas agora isso está encoberto aos teus olhos. Porque dias virão sobre ti em que os teus inimigos te cercarão de trincheiras, e te sitiarão, e te apertarão de todos os lados, e te derribarão, a ti e aos teus filhos que dentro de ti estiverem; e não deixarão em ti pedra sobre pedra, porque não conheceste o tempo da tua visitação“. (Lucas 19:41-44)

    “E falando-lhe alguns a respeito do templo, como estava ornado de formosas pedras e dádivas, disse ele: Quanto a isto que vedes, dias virão em que não se deixará aqui pedra sobre pedra, que não seja derribada“. (Lucas 21:5-6)

    “Mas, quando virdes Jerusalém cercada de exércitos, sabei então que é chegada a sua desolação. Então, os que estiverem na Judeia fujam para os montes; os que estiverem dentro da cidade, saiam; e os que estiverem nos campos não entrem nela. Porque dias de vingança são estes, para que se cumpram todas as coisas que estão escritas. Ai das que estiverem grávidas, e das que amamentarem naqueles dias! porque haverá grande angústia sobre a terra, e ira contra este povo. E cairão ao fio da espada, e para todas as nações serão levados cativos“. (Lucas 21:20-24)

    Ou seja, em Seu ministério público, Cristo deixou claro que, ainda naquela geração, Jerusalém e o templo seriam destruídos por Deus. Isso se cumpriu poucas décadas depois na Guerra Judaico-Romana. E segundo Jesus, quando isso começasse a se cumprir, a situação ficaria tão feia que, em meio a fuga, não haveria nem sequer tempo para salvar os próprios bens dentro de casa ou para buscar a própria capa: “Quem estiver no eirado não desça para tirar as coisas de sua casa, e quem estiver no campo não volte atrás para apanhar a sua capa. Mas ai das que estiverem grávidas, e das que amamentarem naqueles dias!” (Mt 24:17-20) Essa profecia continuou a ser anunciada pela Igreja e essa era a base das acusações dos judeus contra Estevão: “Nós o temos ouvido dizer que esse Jesus, o nazareno, há de destruir este lugar…”

    Tendo isso entendido, é preciso responder uma pergunta crucial:

    Se Jesus tivesse dito o mesmo sobre o Brasil, que ele seria destruído, não daqui a muitas gerações, mas a qualquer momento ainda em sua geração, você continuaria a planejar seu futuro aqui? Você planejaria comprar terras ou casas aqui? E com os bens que você já tem, o que você faria?

    Isso explica a decisão dos cristãos de Jerusalém: “todos os que possuíam terras ou casas, vendendo-as…” (At 4:34). Somente quem não cresse em Jesus faria diferente. De que me serviria terras e casas em uma cidade que a qualquer momento ficaria “desolada” (Lc 21:20)? Isso explica também porque as outras igrejas, fora de Jerusalém, não faziam o mesmo.

    Por Frank Brito

    Fonte: https://resistireconstruir.wordpress.com/2014/03/02/a-igreja-primitiva-era-comunista/.

    • É um belo texto! Acredito que deixou se levar pelo socialismo de forma literal e primitiva.(Como ainda é jovem, sofre mudança) Veja se não fosse o socialismo e o comunismo, o capitalismo não seria o mesmo?! Através desta vertente não surgiu a Social Democracia?! Os direitos conquistados com muita luta, hoje fazem parte do Capitalismo?! (explorador e explorado). Lembrando que aqueles que criticavam as condições de trabalho, logo eram taxados de comunista (pelos capitalistas e seus simpatizantes lógico). Nenhum sistema é perfeito, mas tudo isso provocou mudança assim como Jesus mudou uma época. Portanto vamos nos concentrar de forma mais humana com menos desigualdades. Esta é a msg que o Autor quer passar de acordo com a reportagem.

  3. nunca respeitei o johny bernardo como apologeta mas agora realmente senti asco nunca vi um proselitismo politico tão cretino a releitura materialista de Jesus não é uma coisa nova ja vem sendo feita há muito tempo e as narco-ditaduras da america latina estão ligadas a Teologia da libertação o ´mundo melhor´ que esses teologos ajudaram a produzir é mais corrupto mais violento e mais pobre com esses dois palhaços não sera diferente.voces são uma fraude uns charlatães uma vergonha!!

    • Esse colunista ,se vale da liberdade de expressão para ser um verdadeiro herege !desserviço aos Cristão,e uma ma influencia para quem chega a esse site procurando uma leitura voltada a temas Cristãos,volto a falar que se vale da liberdade de se expressar para ir contra toda a base da igreja tradicional.

    • Acabei de conhecer o Johnny… e senti pena! Um militante político que se utiliza de sites cristãos para fazer proselitismo marxista!

  4. Para um historiador é um anacronismo de pelo menos 1700 anos, kkk. É uma ingenuidade tamanha, deveria ter vergonha de escrever isso, qualquer banca de tcc reprovaria. Jesus Cristo não tem como ser socialista, é um absurdo… Ele não pode compactuar com isso, “como Ele seria ateu e seria Deus ao mesmo tempo”!!!

    Nos cristãos não somos burros pessoal, muito triste essa entrevista. Os sinais dos tempos mostra que a volta gloriosa do Senhor está próxima, que não sejamos enganados igreja, por um autor que nem cristão é.

  5. Um ar blasé para uma posição cretina. Essa teologia achada no lixo (missão integral) é o inicio da corrupção nas igrejas evangélicas como a Teologia da Libertação foi para a Igreja Católica que já não era tão boa coisa… Reparem o que a igreja católica se tornou e se armem para combater esses arautos do diabo no nosso meio para que não nos tornemos iguais… Só faltou dizer que Fidel Castro, Pol Polt, Mao, Stalin, Hugo Chaves e Lula são os apóstolos verdadeiros. Nojo, espero que o jovem se arrependa a tempo de não ser tragado pelo inferno, isso é, supondo que ele acredite que ele existe.

  6. É a mesma coisa que afirmar que os judeus eram nazistas! Aquele símbolo na capa do livro é uma das maiores heresias aos heróis da fé, perseguidos e mortos pelos regimes socialistas… Cristão progressista é a mesma coisa que círculo quadrado, triangulo redondo, ou melhor, é a mesma coisa que a sigla do PSOL que consegue colocar socialismo e liberdade juntos, a gente está vendo o resultado na venezuela.

  7. Simplesmente nojo de ver o nome de Cristo associado a uma ideologia totalitária, assassina e que tem como um de seus objetivos extirpar justamente o CRISTIANISMO da sociedade. Muita canalhice se esconder debaixo da bandeira fácil da “solidariedade”, da “igualdade”. Jesus nunca pregou igualdade, o parâmetro dEle é a EQUIDADE, que é muitíssimo diferente.

  8. É, Jefferson, você está chovendo no molhado com um bando de baboseira ideológica que já foi refutada pelos críticos da TMI e da Teologia da Libertação, mas que ainda insiste em fazer mal à igreja e ao mundo, talvez em uma das épocas mais materialistas da História. Admitir o anacronismo é o mínimo. Por trás de toda essa máscara de “como me importo com o mundo!” está sempre o axioma monopolista da virtude, a saber: para se importar com a justiça e desejar que o mundo melhore é necessário, de antemão, ser socialista. Total monopólio da virtude! Partindo de um pressuposto acrítico de que só as categorias socialistas podem ser utilizadas para se desejar o sumo bem da humanidade, todos os que aspiram o bem de alguma forma reconhecida só podem ser um tipo de… socialistas! Não é?

    Fora o seu doentio liberalismo teológico. A Bíblia não é a Palavra de Deus para você, mas sim um escrito de homens. Você não acredita sinceramente no conceito de inspiração. Jesus, então, torna-se não aquele que veio, de fato, para oferecer um sacrifício vicário, mas sim um exemplo genérico de moralidade a ser seguido. Buda, Gandhi -enfim, qualquer líder político ou religioso bonzinho- cumprem o mesmo papel, certo?

    Pior é que você já tem enganado e sabe que vai continuar enganando muitos, não é? Mas nem isso é mérito seu: o ser humano procura mesmo ideologias -os ídolos modernos- para se prostrar, assim como os antigos se prostravam diante de imagens de répteis e outros bichos. Você é só mais um.

  9. Um discurso articulado, estudo laborioso, uma boa retórica e nada mais.
    Lamentável esse discurso híbrido progressista.
    Busca reduzir a Glória de Jesus a um conceito social específico.
    Tenho certeza que Estando presente lá na Cristolândia, esse discurso não servirá para nada.

  10. Se olharmos para os termos filosóficos, Jesus foi o unico socialista da humanidade, pois se despiu do trono de glória , era e é o dono de todas as coisas, porém nem uma casa tinha para morar e amou a todos mais do que a si mesmo. Agora desde quando o Socialismo versus comunismo foi fundado ele só matou, para usufruir do melhor que as pessoas tinham e deixá-las pobres , famintas e sem liberdade.
    Eu nem li o texto porque conheço bem essa raça de socialistas são justamente os que desfrutam do melhor que se pode desfrutar aqui na terra. São desumanos. São cruéis.

  11. Esse pseudo autor antes de escrever lorota desse tipo deveria ler e estudar a Bíblia para descobrir que Jesus mandou trabalhar e ser produtivo. Trabalho não é a praia dos socialistas.

  12. Pelos comentários,deixam se levar pelo que o homem fez durante o regime socialista. O autor fala sobre a ideologia em comparação aos feitos de Cristo e não aos feitos dos homens (corruptível) Se olhar para a igreja atual poderia generalizar, pois muitas delas não seguem a Cristo. Como deveria chama-la? A leitura da Bíblia pode ser literal, histórico/cultural e alegórica. Sobre o comunismo ser ateu, não sei se vcs leram sobre os diversos assuntos relacionados aos msm. A igreja controlava povo e a classe operária. Mantinha a quieta como os governantes e capitalistas ordenavam. A visão tradicional impede maior compreensão sobre o tema pois esta demonizada pela religião por ser socialista, por ser de esquerda. A igreja hoje é capitalista e mercantilista , menos cristã. Faça a comparação de Jesus ser capitalista e pesem na balança. As lutas constante fez com que o capitalismo incorporarem os direitos dos trabalhadores. Pensem, será que o capitalismo seria o msm de hoje se não fosse o socialismo e a nova vertente: a social democracia?

  13. Rapaz, dá um desânimo de conversar se você abre uma conversa perguntando para alguém se está tudo bem e ele teresponde com um livro desse…

  14. Uma vez me contaram que, informalmente, perguntaram ao Pastor Russel Shedd, que não era nenhuma mulinha de Balaão, se Jesus era comunista… Ele pensou um pouco e depois respondeu: “No capitalismo, o que é meu é meu e o que é seu é seu; no comunismo, o que é seu é meu; no cristianismo, o que é meu é seu” (!) Não é o que se me impõe como sistema, mas o Amor que me constrange.

  15. Gostaria de fazer uma critica sem ofender pessoas com opiniões diferentes. Não acredito que Jesus seja uma exemplificação do socialismo da nossa era. Jesus compartilhou o alimento, alegrou-se da voluntariedade de Zaqueu em se dispor a partilhar os seus bens, mas isso não faze dele um socialista Ele era sociável. Pelos seus ensinos, quem recebeu muito e progridiu em seu trabalho, ganhou mais para render mais. Quem trabalhou menos, esquivou-se de investir nos banqueiros, acabou perdendo o pouco que tinha e ainda teve de dar `aquele que tinha trabalhado e rendido mais. Jesus recusou-se a se envolver na partilha de uma herança, alegando que veio para outra finalidade. Nunca impôs nada, pois a própria palavra nos ensina a dar com alegria, sem constrangimento, acudir ao necessitado, trabalhando com as próprias mãos. Deus prosperou o Pai da Fe´, Jo´, Jabes, Isaque, Jaco´, Daniel, etc, dando habilidades para o trabalho, inteligência e sabedoria para trabalhar e prosperar mais e mais. Nunca vemos o incentivo para o ganho sem trabalho, sem esforço, paternalismo governamental dando as coisas todas de graça, ou todos tendo a mesma coisa, sendo que as pessoas são diferentes – existem pessoas preguiçosas e outra diligentes. Deus valoriza o trabalho e a honestidade. O socialismo e´ impositor, castra a liberdade de expressão e criatividade, castra a liberdade de pensamento, e´ sensacionalista, faz propagandas falsas de prosperidade, não favorece o progresso individual, tem tendências atei´stas, faz o Estado ser como um “deus”. Jesus prosperou o trabalho dos pescadores no local em que ele pregou, subindo em um barco para pregar `as multidões, ensinou Pedro a buscar o dinheiro pescando um peixe. Deus fez com que, pelo milagre do azeite, uma senhora o vendesse para o bem da sua casa. Ate´ o galardão sera´ conforme as nossas obras. Vejo, na Biblia, mais exemplos de capital, esforço no trabalho, honestidade, sucesso, do que as repressões do socialismo com as suas fronteiras fechadas, mordaças de expressão, barreiras ao progresso pessoal, barreiras de comunicação e de tecnologias pessoais, imposição e limitação de crenças, limitações de patrimônio e de investimento pessoal, etc. O termo socialista pode ter muitos significados, contudo, discordo de reportar a Jesus Cristo como um socialista ou como um pensador como KM que, na minha opinião, propagou ensinos de péssima influencia para a sociedade, tornando-se famoso com o tema sobre o capital, sua defesa ou o seu ataque. Se fosse hoje em dia, ele seria, no mínimo, um milionário. A simbologia do socialismo, também, com as suas tendências teológicas, não combinam com o cristianismo verdadeiro. Jesus nunca quis usar armas, nem agiu com violência, nem desapropriou os bens de ninguém. Ele cumpriu a lei, a qual ensina que nao devemos cobiçar as coisas do pro´ximo, como casas, bens, familia, servos, animais, etc. Sempre viu o individuo como um todo e sempre incentivou a termos respeito pelas autoridades, pagar os nossos impostos, sendo bons exemplos no comercio, na generosidade, etc., e trabalhar, e trabalhar… sempre buscando em primeiro lugar o reino de Deus e a sua justiça.

  16. Excelente entrevista, infelizmente estou tomando ciencia agora, vou adquirir esse livro, e gostaria de fazer contato para uma palestra em minha cidade.
    Pr. João Carlos Araujo.

  17. Não é bem assim, né irmão?
    O Cristianismo é parecido, mas em sua essencial é totalmente diferente do Socialismo.
    O essencial do Cristianismo é a compaixão (Pesar que em nós desperta a infelicidade, a dor, o mal de outrem; piedade, pena, dó, condolência) e essa essência não existe no Socialismo.

  18. Historiados por qual universidade? UNICAMP, o maior antro de comunista do Brasil.
    Jesus nunca foi socialista, ele era voluntarista. Jesus nunca pregou a coerção, e sim que as pessoas ajudassem o próximo de forma voluntária. Esse senhor é uma vergonha para os evangélicos.

  19. Gosto do socialismo, mas reprovo a capa do livro do historiador (ateu? agnóstico?) citado. Associar a bandeira do leninismo/stalinismo ao “socialismo” (realmente o termo é anacrônico para se referir a Cristo) parece demonstrar que o historiador deseja uma aceitação do leninismo tendo Jesus como trampolim.

    Em tempo, gosto do marxismo, mas nem por isso usaria qualquer distintivo marxista para ilustrar um livro que fale de Jesus socialista ou uma bandeira do leninismo (a foice e o martelo) como único exemplo de socialismo a ser ilustrado em capa de livro.

    Na História houve o socialismo utópico, o socialismo científico ( de Karl Marx), o socialismo realmente existente (que nada tem a ver com Marx, embora os soviéticoa disse segui-lo), o socialismo cristão e a social democracia.

    Jesus não cabe em nenhum desses sistemas (nem no socialismo cristão inventado pela Igrega Católica)

    Esse historiador tem plena consciência de que forçou uma interpretação para legitimar uma crença e torná-lá mas palatável aos religiosos.

    Em tempo, tenho ódio ao capitalismo. Não defendo esse sistema.

  20. Jesus nunca foi socialista. Ele deixou claro que sempre haveriam pobres na Terra. Esse socialismo pregado por Marx e seus seguidores é totalmente impraticável e Jesus, sabendo disso, nunca apoiou. O que Jesus pregou foi o viver em amor, o que dá ideia de socializar as coisas, mas não em relação a governos, mas em relação de pessoa para pessoa.

  21. Dizer que Jesus foi socialista é não conhecer nem Jesus, nem o socialismo e nem o Evangelho. Jesus não veio ao mundo tratar de questões políticas entre os homens e o Estado. Jesus veio ao mundo tratar das questões entre o homem e Deus e entre o homem e o seu próximo. Esse é o contexto do novo mandamento. Quanto ao Estado, Jesus fez uma separação bem nítida, quando afirmou: “- Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus”, sendo aqui o Estado representado pela figura de César. Se Jesus tivesse vindo ao mundo tratar de questões políticas, ele teria nascido em um palácio, em Roma e teria sido um César. Mas as questões terrenas são irrelevantes em comparação com o plano da Salvação. Isso é o que muitos não entendem.

  22. Somente um idiota e inculto, sem a mínima noção do que é o Evangelho, pode levantar uma pseudo-tese como essa. Nunca, em momento algum, o messias fomentou o ódio, a discriminação de classes, e fez qualquer detrimento ao mérito de quaisquer ações construtivas. Vá se tratar, rapaz. Ignorância é perdoada, mas burrice é opção.

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