O Princípio e o Fim do Reinado do Messias

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O nascimento do Messias, Jesus de Nazaré, foi profetizado à cerca do Seu Reino, como segue:

“Do incremento deste principado e da paz não haverá fim, sobre o trono de David e no Seu Reino, para o firmar e fortificar em juízo e em justiça, desde agora para sempre; o zelo do Senhor dos Exércitos fará isto, Is 9:7“.

À cerca do Reino, Jesus deu testemunho, a Pilatos afirmando que Ele era Rei porque para isso tinha nascido. Também acrescentou que o Seu Reino não era deste mundo.

Com esta afirmação, Jesus demarcou-se de ser Rei, na esfera militar e política de Israel, ainda que fosse descendente do rei David. Qualquer tentativa de envolver num futuro escatológico o Messias, sentado no trono de Israel geográfico, não passa de uma falácia que infelizmente a maioria das igrejas evangélicas segue.

Sobre este Reino Messiânico, o apóstolo Pedro afirmou:

“Porque David não subiu aos céus, mas ele próprio diz: Disse o Senhor ao meu Senhor: Assenta-te à minha direita, até que ponha os teus inimigos por escabelo dos teus pés, At 2:34, 35“.

Podemos afirmar cronológicamente que o Reinado do Messias teve início quando ascendeu aos céus e assentou-se à destra de Deus, o Pai, Mc 16:19. O terminus do Reinado do Messias, terá lugar quando o último inimigo do Reino for vencido, como está escrito:

“Porque convém que reine, até que haja posto a todos os inimigos debaixo dos seus pés. Ora o último inimigo que há-de ser aniquilado é a morte. Porque todas as coisas sujeitou debaixo dos seus pés. Mas, quando diz que todas as coisas lhe estão sujeitas, claro que se exceptua aquele que lhe sujeitou todas as coisas. E, quando todas as coisas lhe estiverem sujeitas, então também o mesmo Filho se sujeitará àquele que todas as coisas lhe sujeitou, para que Deus seja tudo em todos, I Co 15:25 a 28“.

No tempo presente, os acontecimentos da esfera política, econômica e espiritual, representados no Livro do Apocalipse por três cavalos, vermelho, preto e amarelo, Ap 6:4, 5 e 8, procuram guerrear os santos do Altíssimo, isto é a igreja dos redimidos pelo Sangue do Cordeiro que foi morto, antes da fundação do mundo e por causa desta redenção Deus o Pai O fez sentar à Sua mão direita, Sl 110:1, a quem David chamou de Senhor.

Para nossa reflexão, o Pai deu ao Filho a corôa do Reino e o Filho a restituirá ao Pai, depois de cumpridos os factos anteriormente referidos.

Para sempre Jesus de Nazaré, Ungido de Deus, o Segundo Adão I Co 15:22, o Primogênito dos Mortos estará por toda a eternidade connosco e cumprir-se-á a Sua Oração Sacerdotal, Jo 17.

casal com uma missão,
Amílcar e Isabel Rodrigue

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Amilcar Rodrigues foi ordenado pastor em 1978 na "Apostolic Faith Mission" na República da África do Sul, onde fez estudos teológicos. Como missionário em Portugal, fundou três igrejas e foi Presidente Nacional da Comissão de Programas da Aliança Evangélica Portuguesa, para a televisão, RTP2. Foi formado produtor de televisão "Broadcast" pela "Geoffrey Connway Broadcast Academy" Toronto, Canadá, é filiado do "Crossroads Christian Comunication". Em 1998 veio para o Brasil convidado pelo Ministério Fé Para Todos, Rio de Janeiro. No ano 2000 fundou em Cabo Frio uma congregação do mesmo Ministério e foi nomeado Vice-Presidente do Conselho de Pastores até ao ano de 2004. Em 2006 ficou cego. Escreveu o livro "Deus da Aliança" , Evangelho dos Sinais aos Hebreus" e "Contos do Apocalipse". Foi convidado pelo Gospel+ para participar como colunista em Maio de 2012.

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