3 anos depois da profecia. A potestade da corrupção está sendo abatida no Brasil!

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Mas vocês perguntem a si mesmos: “Como saberemos se uma mensagem não vem do Senhor?” Se o que o profeta proclamar em nome do Senhor não acontecer nem se cumprir, essa mensagem não vem do Senhor… (Dt 18:21-22b)

Nosso país poderá estabelecer uma nova referência histórica – o impeachment da presidente Dilma Rousseff. Muito embora o possível impedimento do governo Dilma seja evento distinto dos desdobramentos da operação lava-jato, em minha exposição ambos estão no mesmo “plano profético”. Não se assuste – já vou explicar o sentido de predição e o que isso tem a ver com a nossa realidade política. Antes, porém, considero oportuno rememorar um artigo que escrevi há quase dois anos atrás (O PT bonzinho, suas mazelas de governo e os discursos que não colaram), onde lá, apresentei reflexão sobre as desventuras da ideologia marxista “social-comunista” seguidas pelo PT em seu fisiologismo puramente partidário e em suas políticas populistas e eleitoreiras e no que tudo aquilo poderia dar; e acertei – mas não fui profético. Mas foi aí que recordei da profecia de Cindy Jacobs dirigida ao Brasil e quero compartilhar fatos a respeito.

Certamente o Senhor Soberano não faz coisa alguma sem revelar o seu plano aos seus servos, os profetas (Am 3:7)

Foi no 14º Congresso de Louvor e Adoração Diante do Trono no fim de março de 2013; em que Cindy Jacobs proferiu em nome do Senhor o destronamento do principado da corrupção no Brasil (naquela época, as manobras petistas enganavam a nação apresentando números de uma economia promissora e projetavam perspectivas otimistas para a continuidade da estabilidade política e comercial, visando é claro a reeleição de Dilma em 2014). Também na ocasião, muitos evangélicos viram na profecia motivos para fazerem piada e promoverem escárnios – e com isso, abertamente rejeitaram a profecia verbalizada por Cindy Jacobs e traduzida por Ana Paula Valadão no evento promovido pela Igreja Batista da Lagoinha em Belo Horizonte. Depois da “suposta profecia” tornar-se numa zombaria virtual ampla por meio de artigos e posts provocativos em muitos domínios cristãos e redes sociais, cabe inquirir: E agora depois dos escândalos do petrolão; das maracutaias reveladas pela lava-jato cujo efeito trancafiou literalmente empresários, políticos e agentes do esquema corruptor instalado na principal estatal do país? E depois que o escândalo atingiu o Palácio do Planalto e que o “mito” Lula foi conduzido a depor e que a nomeação da própria “jararaca” a ministro chefe da Casa Civil foi suspensa? Cindy Jacobs falava na euforia do fim daquele evento da IBL ou estava sendo inspirada pelo Espírito de Deus?

Embora o Senhor tenha enviado a vocês os seus servos, os profetas, dia após dia, vocês não os ouviram nem lhes deram atenção (Jr 25:4)

Uma de nossas principais falhas quanto as profecia bíblicas ou para com aquelas transmitidas pelo dom de profecia, por certo seja o nosso imediatismo. Somos uma geração ávida por respostas e soluções rápidas – não sabemos esperar; nosso comportamento cronológico é impaciente e ultra-regressivo. No campo profético o quesito “tempo” como sinônimo de espera para as conclusões preditas é elementar e denota sob ótica bíblica o fator “kairós”. O citado fator implica entender que há um desígnio maior do Todo Poderoso sobre o nosso tempo; perpassando-o e dirigindo-o a cumprir sua Soberana Vontade Revelada sobre a história da humanidade (aquelas profecias da bíblia que ainda aguardam cumprimento). Tal controle de Deus para agir em Seu tempo oportuno sobre questões políticas e afins; às vezes desafiam a fé, pois as circunstâncias desconstroem a crença num Deus que se importa. Os meios de Deus agir para cumprir seus desígnios nos são misteriosos, às vezes lentos e nada conformados com nossas expectativas e opiniões – eis o desafio de confiar em Deus apesar dos resultados visíveis. O profeta Habacuque teve que lidar com dilema político semelhante.

“… a profecia, porém, é para os que crêem, e não para os descrentes” (1 Co 14:22b).

Deus está intervindo no Brasil por meio da operação lava-jato! Por mais absurda que tal colocação pareça – a profecia de Cindy Jacobs acerca do abalo da potestade da corrupção em nosso país está se cumprindo! O impensável alcançou o mais alto escalão da política brasileira; os magnatas das empreiteiras multinacionais foram atingidos pela inesperada e eficiente ação de uma polícia que foi a fundo em investigações e nas apurações de operações financeiras complexas geridas pela aliança corrupta de figurões do setor privado e público. Os meandros, conchavos, esquemas, nomeações, propinas e subornos do maior esquema de corrupção já organizado nesse país foram desnudados pelas fases da lava-jato. Os milionários ligados ao esquema foram presos, políticos influentes foram cassados por fazerem parte do sistema do petrolão; o inimaginável aconteceu – as delações ampliaram o alcance e os efeitos do combate ao “cinturão das perversidades” alojado na política nacional e nas cadeiras de decisão de importantes estatais. A profecia de Cindy Jacobs está se cumprindo, meu irmão!

“… mas quem profetiza edifica a igreja” (1 Co 14:4b).

Não obstante, o enunciado profético ministrado no evento da IBL tem mais ingredientes portentosos. A transformação subtendida na profecia é uma mistura de oração e educação; um processo que se dará da escola aos gabinetes políticos; o levantamento de uma geração que figurará num cenário de pregação; tendo conteúdo expositivo similar ao de João Batista – combatendo a corrupção e a miséria, além de preparar o caminho do Senhor (uma referência indireta ao retorno de Jesus). É provável termos notícias mais abundantes em pouco tempo de testemunhos em ambientes acadêmicos que alcançarão e libertarão vidas aprisionadas por filosofias atéias, emaranhados de sociologia permissiva e do relativismo das crenças e valores. É possível recebermos notícias de mudanças radicais de alguns políticos pelos próximos anos. E para o Brasil se tornar num modelo de prática da oração para outras nações; a amplitude profética de Cindy Jacobs (usada pelo Senhor) terá que alcançar a muitos corações duvidosos e endurecidos pela descrença num Deus pessoal que se interessa por nós. Não posso me esquecer de que também foi anunciado o declínio econômico do país e se cumpriu também; pessoalmente nunca vi uma escassez de recursos e oportunidades como a que atravessamos.

Há esperança política, social e espiritual para o povo brasileiro, ainda que cercados pelos efeitos de nossas maiores crises – Deus não nos abandonou e age a favor daqueles que por Ele esperam!

Se desejar, assista ao vídeo em que Cindy Jacobs faz a declaração profética aqui.

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Silvio mora na belíssima cidade de Guarapari no ES; é administrador de empresas por profissão; estudou teologia no Seminário SEET e na Faculdade FAIFA. É membro do conselho editorial da revista Seara News. Contribui como colunista em outros portais evangélicos e é palestrante em escolas bíblicas realizadas em seu Estado. Escreve também para o seu blog Cristão Capixaba e é o editor responsável pelo portal Litoral Gospel.

6 COMENTÁRIOS

  1. O que o Marcos Feliciano e Malafaia fez com VC pra culpar ele? Pq ele tá do lado do povo ,são pessoas do bem( servos de Deus) se todos esses políticos fossem como ele nosso Brasil era outro. Deus tenha misericórdia de VC!!

    • Raquel, já gostei demais do Silas Malafaia. E isso por muito tempo. Comprei livros de pregações dele. Mas ele mudou. Era contra a teologia da prosperidade, mas agora vive vendo milagres. Ele desvirtuou a fé das pessoas. Malafaia e Feliciano são dois interesseiros, pois ambos já fizeram parte da base governista do PT e só saíram porque foram trocados.

      • Jony Bigu
        não minta vc. nunca gostou da luz, teu negócio é as trevas é o pt satanico e anti-Cristo ,é impossível amar a Deus e andar nas trevas o pt que tentou de todas as maneiras fazer passar a pl 122 o pt das cartilhas gays para crianças, do pt que acabou com o dia do pais em sampa para dar lugar aos gays…. impossível dizer ser SEGUIDOR DE CRISTO E APOIAR O PT DO CAPETA

  2. Façam o favor de parar de falar essas asneiras e ainda usando o nome de Deus. Como vocês tem coragem de falar que a corrupção [partidária] está sendo combatida quando os principais lideres evangélicos estão atolado até o pescoço em corrupção? Como vocês têm coragem de falar nisso quando a gente sabe das roubalheiras praticadas por Eduardo Cunha? Zombem do povo, mas não zombem de Deus!

  3. A situação atual do Brasil meu colega, é histórica! Tudo começa quando aqui era chamado de colônia de exploração. Tivemos que pagar 2 bilhões de libras esterlina para Portugal para a “independência “, como não tínhamos esse valor, pegamos empréstimos com a Inglaterra. No governo de JK o plano 50 em 5, fora realizado através de empréstimos. No governo dos militares, os anos dourados da mesmo forma. No governo de FHC, você acha que o dólar iria se equiparar ao real assim, do nada? Você acha que não tivemos que pagar um “precinho³”por isto.?? Todo esses empréstimos Bruno, culminou num país cuja dívida externa é uma das maiores do mundo, e alguma hora a crise iria acabar acontecendo. E infelizmente aconteceu no colo da Dilma. Agora eu te pergunto, a culpa é do PT? O Japão, é um país que se reergueu pós segunda guerra, pois o governo investiu maciçamente em educação. No governo de FHC, um pobre entrava numa universidade igual aos dias de hoje?…nunca, temos que deixar de fazer políticas de graça para pessoas golpistas.

  4. NÃO VOU PEDIR “SOLTEM BARRABÁS!”

    Há mais de dois mil anos, um seleto grupo de homens capazes de influenciar os que comungavam da sua fé, por razões diferentes das que alegavam, conduziu aqueles que nele acreditavam a hostilizar, a injuriar, a odiar e a desejar e pedir a morte de um contra quem não tinham um só delito comprovado; e clemência para outro que já condenado, tinha fartas provas disponíveis.
    Não faz muito tempo, eu também fui conduzido – como ovelha mesmo – tal qual aqueles acima. E, por obediência, em pelo menos dois pleitos seguidos votei contra o candidato a respeito de quem era divulgada a boca miúda entre o rebanho, que esse tal era “enviado do diabo”. Não tive informação de que uma só ovelha sequer tivesse pelo menos perguntado ‘Por que?’. Eu também não perguntei. O outro candidato foi eleito.
    Os anos do mandato do então eleito Presidente da República se passaram e chegaram ao fim sem que uma voz de entre os nossos condutores de ovelhas se dignasse a explicar de alguma forma (de forma lúcida e honesta, de preferência) – nem durante; nem no final -, os fracassos relativos e absolutos em todos os indicadores sociais e econômicos daquele governo; nem o porquê de uma política interna e externa de irrestrita subserviência ao capital e a poder imperialista, se o nosso solo e subsolo está entre os mais afortunados do mundo e temos uma costa marítima mundialmente apreciada, mas também cobiçada.
    Agora, passadas quase duas décadas, tantos se mostrando loquazes ou persuasivos – alguns eloquentes que são -, dando-se às luzes e câmeras que se fazem amigas, conclamam e ajuntam outras ovelhas à semelhança de como foi há mais de 2.000 anos. Motivados que estão por sentimentos pessoais tais como ódio, desejo de vingança, desejo de poder mundano (do mundo, e vindo deste, não de Deus); e outros não explícitos como ganância e amor ao dinheiro (feitiçaria, como se explica na Bíblia), apontam para motivos que podem ser aceitos com facilidade (palatáveis) que estão sendo oferecidos em badejas de prata pela mídia enquanto amiga.
    No entanto, eloquentemente (se assim é mais frequente, não sei) dão explicações envernizadas com espiritualidade que não se sustentam, ambas, diante da Verdade. E assim como foi naquele milênio conduzem suas ovelhas a ignorarem os contumazes atos criminosos comprovados de um que lhes serve como peça e instrumento para vitimar, de qualquer tipo de morte possível talvez, por vingança, e saciar seus ódios a um outro independentemente de sua inocência comprovada ou presumida. Para tanto têm aceitado, ratificado e ajudado e incentivado na propagação de falsos testemunho e ou testemunhos duvidosos incentivados e/ou obtidos na ilegalidade.
    [continua]

  5. E no ápice da condução dizem-lhes qual palavra de ordem devem gritar uníssonos para que morra, por qualquer morte talvez, o alvo dos seus ódios e desejos de vingança: “Esse não! Queremos o outro. Dê-nos Barrabás. Soltem Barrabás!” É essa a grita que está aí a ecoar de forma tal que até Barrabás, de entre as ovelhas, também está gritando ‘Soltem Barrabás!’. E Barrabás, então blindado, defendido, apoiado, e aclamado pelas ovelhas está a conduzir outros Barrabás numa trama onde eles mesmos são os promotores, as testemunhas e os juízes do alvo – contra o qual não há um só delito comprovado – dos seus ódios e desejos de vingança.
    Os condutores de ovelhas querem a minha complacência com tal insensatez? Eles a terão. Mas só depois de me convencer que Daniel e os seus três amigos (da Bíblia), conspiraram ou conspirariam contra um rei e o reinado sob os quais viveram como efeito de uma ação de Deus. Nem mesmo depois de sofrerem as conspirações que o levou à cova dos leões e os seus três amigos à fornalha – muito mais – ardente; nem mesmo depois de serem vítimas do ódio por adorar somente ao seu Deus, se rebelaram pessoal e ou politicamente para depor o rei ou convulsionar o reinado em detrimento de todos os danos que causariam ao reinado (que também abrigava o seu povo que igualmente ou pior seriam vítimas da desordem, da tensão, da insegurança, instabilidade, e de outras tantas consequências danosas das ações odiosa e ou vingativas). Se me convencer de que não foi por excelência administrativa, por integridade, por fidelidade em sabedoria ao seu Deus que Daniel obteve a atenção e preferência daquele rei, terão a complacência que querem de mim.
    Também a terão depois de me convencer que José enchendo-se de ressentimentos por ter sido injustiçado por autoridades egípcias e por pessoas a estas ligadas ou subordinadas, percorreu estrilante o Egito, fervendo em ódio, e fez toda sorte de alianças que o seu Deus não aprovaria, para usurpar o trono egípcio. Se não foi por ter aquele conhecimento sobrenatural do futuro [conhecimento que na Sua sabedoria Deus deu também ao Faraó, em sonhos] e propor a solução que beneficiaria a todos indistintamente ali e em todo o mundo (compreendido naquela época), sem sacrifícios dos pobres, órfãos e viúvas em benefício dos ricos e poderosos, que José – ali estrangeiro de origem e de fé – teve o bom olhar do Faraó sobre si e posteriormente a aceitação de todo o povo até o dia da sua morte. Se não foi por fazer o bem (garantir-lhes a vida saciando-lhes a fome sem preconceito e de forma igualitária) aos egípcios e ao mundo, que José [Governador; pessoa pública] pode ver o bem sobre a sua própria tribo e a sua família até o dia da sua morte, por que foi então? Foi por ser hábil em “manobras”, relações espúrias, conchavos, espertezas; por ser achacador?
    Estes (Daniel, seus três amigos, José) foram excelentes em administração pública em terras estranhas e ambiente hostil [hostil para Daniel e os seus três amigos, com certeza, pelos relatos bíblicos; e não há porque duvidar que, de alguma forma foi também para José]. Mas o que dizer de Davi e Salomão – reis (figuras públicas) dentre o seu próprio povo?
    Para obter a minha complacência, condutores de ovelhas, me convençam de que Davi, por saber-se ungido usurpou o trono de Saul, e se valendo das perseguições e tentativas de morte executada e ou comandada pelo rei, raivoso, odiento e cego apresentou, elaborou, engenhou explicações para uma investida a destroná-lo. Nem mesmo quando foi destronado por rebelião comandada pelo seu próprio filho – que para tanto teve todo apoio necessário dos traidores do rei e do reino; e de parte da ‘opinião pública’ que este conseguiu formar e arrebanhar valendo-se de toda a sorte de ardil e de marketing pessoal dizendo que ele mesmo seria a solução administrativa para os problemas que ele elencava, Davi voltou-se em ódio e desejo de vingança contra o rei ilegítimo (seu filho) de quem até fugiu para que não fosse morto.
    [continua]

  6. E no ápice da condução dizem-lhes qual palavra de ordem devem gritar uníssonos para que morra, por qualquer morte talvez, o alvo dos seus ódios e desejos de vingança: “Esse não! Queremos o outro. Dê-nos Barrabás. Soltem Barrabás!” É essa a grita que está aí a ecoar de forma tal que até Barrabás, de entre as ovelhas, também está gritando ‘Soltem Barrabás!’. E Barrabás, então blindado, defendido, apoiado, e aclamado pelas ovelhas está a conduzir outros Barrabás numa trama onde eles mesmos são os promotores, as testemunhas e os juízes do alvo – contra o qual não há um só delito comprovado – dos seus ódios e desejos de vingança.
    Os condutores de ovelhas querem a minha complacência com tal insensatez? Eles a terão. Mas só depois de me convencer que Daniel e os seus três amigos (da Bíblia), conspiraram ou conspirariam contra um rei e o reinado sob os quais viveram como efeito de uma ação de Deus. Nem mesmo depois de sofrerem as conspirações que o levou à cova dos leões e os seus três amigos à fornalha – muito mais – ardente; nem mesmo depois de serem vítimas do ódio por adorar somente ao seu Deus, se rebelaram pessoal e ou politicamente para depor o rei ou convulsionar o reinado em detrimento de todos os danos que causariam ao reinado (que também abrigava o seu povo que igualmente ou pior seriam vítimas da desordem, da tensão, da insegurança, instabilidade, e de outras tantas consequências danosas das ações odiosa e ou vingativas). Se me convencer de que não foi por excelência administrativa, por integridade, por fidelidade em sabedoria ao seu Deus que Daniel obteve a atenção e preferência daquele rei, terão a complacência que querem de mim.
    Também a terão depois de me convencer que José enchendo-se de ressentimentos por ter sido injustiçado por autoridades egípcias e por pessoas a estas ligadas ou subordinadas, percorreu estrilante o Egito, fervendo em ódio, e fez toda sorte de alianças que o seu Deus não aprovaria, para usurpar o trono egípcio. Se não foi por ter aquele conhecimento sobrenatural do futuro [conhecimento que na Sua sabedoria Deus deu também ao Faraó, em sonhos] e propor a solução que beneficiaria a todos indistintamente ali e em todo o mundo (compreendido naquela época), sem sacrifícios dos pobres, órfãos e viúvas em benefício dos ricos e poderosos, que José – ali estrangeiro de origem e de fé – teve o bom olhar do Faraó sobre si e posteriormente a aceitação de todo o povo até o dia da sua morte. Se não foi por fazer o bem (garantir-lhes a vida saciando-lhes a fome sem preconceito e de forma igualitária) aos egípcios e ao mundo, que José [Governador; pessoa pública] pode ver o bem sobre a sua própria tribo e a sua família até o dia da sua morte, por que foi então? Foi por ser hábil em “manobras”, relações espúrias, conchavos, espertezas; por ser achacador?
    Estes (Daniel, seus três amigos, José) foram excelentes em administração pública em terras estranhas e ambiente hostil [hostil para Daniel e os seus três amigos, com certeza, pelos relatos bíblicos; e não há porque duvidar que, de alguma forma foi também para José]. Mas o que dizer de Davi e Salomão – reis (figuras públicas) dentre o seu próprio povo?
    Para obter a minha complacência, condutores de ovelhas, me convençam de que Davi, por saber-se ungido usurpou o trono de Saul, e se valendo das perseguições e tentativas de morte executada e ou comandada pelo rei, raivoso, odiento e cego apresentou, elaborou, engenhou explicações para uma investida a destroná-lo. Nem mesmo quando foi destronado por rebelião comandada pelo seu próprio filho – que para tanto teve todo apoio necessário dos traidores do rei e do reino; e de parte da ‘opinião pública’ que este conseguiu formar e arrebanhar valendo-se de toda a sorte de ardil e de marketing pessoal dizendo que ele mesmo seria a solução administrativa para os problemas que ele elencava, Davi voltou-se em ódio e desejo de vingança contra o rei ilegítimo (seu filho) de quem até fugiu para que não fosse morto.

  7. É sabido, pela Bíblia, que fim esperava – e encontrou – Absalão e a sua horda de traidores e conspiradores; um rei e corte ilegítimos; aqueles usurpadores.
    Condutores de ovelhas, convençam-me de que Salomão foi um ‘populista’ se foi verdade que no seu reinado todo o povo (não só os ricos) tinha sua própria terra e o seu próprio pomar.
    Por fim, convençam-me de que ter conduta ilibada e conduzir um povo em paz, segurança e justiça igualitária é inapropriado, é perder tempo, pois Samuel colocou à prova a sua integridade, honestidade e impessoalidade na condução do povo, e mesmo sem ter o que o desabonasse, foi rejeitado por esse povo [em quem geraram e disseminaram a ideia de que ficariam melhores se a condução deles fosse igual à de outros contra os quais eles foram medidos segundo os critérios que lhes apresentaram]. Tornou-se a ‘opinião do povo’ a rejeição a Samuel.
    Todos esses bons exemplos a serem seguidos estão sendo desprezados enquanto todos esses maus exemplos estão sendo protagonizados e ou alimentados por tantos condutores de ovelhas. Os senhores, condutores de ovelhas, podem colocar-se à prova como Samuel, e serem aprovados pelos homens e justificados por Deus? Há Daniéis, Josés, Davis, Salomões, Samuéis dentre os condutores de ovelhas, confiáveis bastante para ser conselheiros de altas autoridades?
    Portanto, enquanto não me convencem, ficam sem o meu grito tido como “voz do povo; opinião das ruas” ‘Soltem Barrabás!’ traduzido em apoio e ou votos para ladrões, gangsters – que para o coletivo da sociedade nenhum bem representam nem representarão. Assim não vou ter nas minhas mãos o sangue dos que lutarão pela manutenção do pão que hoje lhes farta, nem as suas lágrimas pela escassez e/ou fome vindoura sobre si e suas famílias. E quando ao ver-me, com uma Bíblia nas mãos, perguntarem porque ainda creio em Deus apesar desse atual cenário desalentador, responderei com inteira convicção “Deus não ordenou esses atos vis; Jesus não ensinou tais práticas ou as fez para exemplo”.

    17/04/2016
    Carlos

  8. سلاممن Û±Û¶ فروردین مصاحبه ØÃÂارم.چ™¯†Ã˜Â¯ روز نیاز است تا بتونم بعد از مصاحبه تشکیل پرونده فدرال بدم؟فی رو باید به دلار کانادا با خودم ببرم؟

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