O problema do Brasil somos nós; os políticos e a corrupção são consequência

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Ok, o impeachment da Dilma por “corrupção” avançou. E ai, e agora? O que muda no Brasil?

Vai entrar o Temer de presidente e o Cunha de vice (na prática). Vão entrar com pedido de impeachment contra eles também por todos os crimes que eles estão respondendo? Sinceramente nem sei se valeria a pena, pois com isso o presidente do Brasil seria o Renan Calheiros (!!!) acusado de ainda mais corrupção que todos os citados anteriormente juntos.

Então já que está tudo podre vamos fazer novas eleições? Seria o correto, mas aí é grande a chance do povo eleger outros corruptos como Lula ou Aécio, ou uns despreparados como Bolsonaro ou alguma estrela de TV.

A solução é reconhecermos que o problema não é a corrupção e menos ainda os políticos. O problema somos nós! Quem coloca os políticos em Brasília somos nós! Quem deixa eles fazerem o que querem somos nós!

Está mais do que na hora de nos olharmos no espelho. Esses políticos todos estão lá porque foram eleitos e autorizados pelo povo. E não adianta dizer que não votou em determinado político e por isso não tem nada a ver com isso. Ser um observador passivo que acompanha política apenas vendo Jornal Nacional te faz tão cúmplice do problema quanto quem elegeu diretamente esses políticos. Responda para si, sem pesquisar no Google, essas três perguntinhas abaixo e perceba se você é massa de manobra ou um dos poucos que fazem a diferença:

  • Quando foi a última vez que você procurou saber sobre os projetos, discursos e atitudes sobre o deputado que você votou nas últimas eleições?
  • Você sabe o que são pedaladas fiscais? Sabe sobre o que exatamente a Lava Jato investiga?
  • O que são e como são pagas as contas públicas do governo?

Sabe porque os deputados fazem tantas coisas escondidas e assim conseguem tantas coisas? Porque além do povo não correr atrás para saber o que cada político faz, o povo sequer entende direito o que um político eleito faz, e como faz.

A política, a economia e tudo sobre os Três Poderes deveriam ser matéria obrigatória no currículo escolar, porém enquanto isso não acontece, é dever de todo o brasileiro buscar entender, pesquisar e principalmente repassar o conhecimento sobre política para seus amigos, vizinhos, familiares e principalmente filhos, para que no futuro deixemos de ficar à mercê de aproveitadores e passemos a desfrutar e apreciar os benefícios que bons políticos possam trazer para nossa vida um dia.

Num futuro próximo quando seus filhos te perguntarem “por quê esses políticos todos comandaram o Brasil e fizeram todas essas coisas horríveis?”, não responda com o jargão que “todo o político é corrupto”, apenas diga a verdade óbvia: “eles fizeram isso tudo porque nós os elegemos”.

Assim quem sabe, aprendendo com o nosso erro, nossos filhos tenham um futuro melhor não deixando canalhas comandarem o Brasil, como nós estamos deixando.

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Editor do portal Gospel+. Cristão desde criança, especializou-se em conteúdo para a internet há quase uma década trabalhando nas redações de sites como o Super Gospel e dotGospel, onde foi diretor geral. Já recebeu convites para ser parte da equipe de outros famosos sites gospel, além de ter participado da criação de reportagens investigativas da Folha de São Paulo, Revista Época, IstoÉ e outras. Há 9 anos é o editor do Gospel+, o maior portal cristão em língua portuguesa do mundo.

14 COMENTÁRIOS

  1. com certeza, a mudança deverá vir pelas mãos da sociedade Brasileira com certeza.
    Agora fica ai um grande problema, votar em quem, não existe um baluarte um refúgio um porto seguro, todos sem exceção ou roubam ou abocanham parte do roubo, ou simplesmente fecham os olhos para o roubo, e não escapa um seja da ala católica gay evangélica espirita ateia o que for todos roubam de uma maneira ou de outra.

  2. Olá Renato!
    Primeira vez que leio um artigo seu aqui a coluna. Êpa! Vai ver estou desinformada neste quesito, também, rs.
    Quanto as perguntas formuladas por você, posso lhe dizer que sei as respostas, mas, nem sempre foi assim… Você está coberto de razão, temos que correr atrás do prejuízo antes que seja tarde demais. Temos que vigiar o que se ensina em nossas escolas e deixar de dormir no ponto. Urge que acordemos, porque os que tem ideologias, estão atentos e fazendo discípulos!
    Obrigada pelo artigo, muito bom!
    Até mais.

  3. Concordo plenamente, tudo que estamos vivendo é consequência dos nossos próprios erros.Quem trabalha como funcionário público, principalmente aqueles q tem q lidar com muitas pessoas todo dia, está cansado de ver gente querendo pegar ônibus ou metro sem pagar.Tudo isso é corrupção tbm, só ñ roubam mais por falta de oportunidade, se essas pessoas estivessem na política roubaram da mesma forma. Quem ñ percebe isso infelizmente ñ conhece o próprio país q vive.

  4. Mas que barbaridade! É sempre a mesma ladainha em toda a mídia.
    Basta!
    A culpa não é nossa.
    Ora, é o mesmo que dizer que a culpa pelo estupro é da mulher violentada! Ou, a culpa da pedofilia é das crianças! Ou, ainda, que a culpa pelo latrocínio é da vítima que reagiu ao ser assaltada!.
    Sinceramente, a culpa é sim de quem estrá no poder e detém os meios de informação (educação e mídia) para manipular a maioria.
    Inclusive o seu texto, e me desculpe a sinceridade, demonstra essa manipulação.
    Assim, a mudança poderia começar por vocês da grande mídia…

    • Esse cidadão deve ser um Cristão equivocado, pois falando de tal coisa parece ate um Ptista
      angustiado, e cheio de filosofia barata.
      O povo elege por que confia mas quando o miserável chega no poder ele esquece de quem os elegeu e para que ele foi eleito, esquece dos seus valores éticos e morais, tornando-se um bandido corrupto e avarento como a maioria dos que estão lá.

  5. “Tudo que é necessário para o triunfo do mal, é o que homens de bem não façam nada”
    Conformismo e jeitinho brasileiro são os maiores problemas do Brasil. Nós é quem temos que tomar a responsabilidade de mudar o país, essa mudança é gradual e diária, exigindo nossa eterna vigilância.

  6. Obrigado por não publicar meu comentário.
    Isso demonstra que a crítica é pertinente, uma vez que não há linguagem vulgar ou ofensiva.
    Mas a bíblia há muito já antecipou:
    “o mundo jaz no maligno”.
    Ainda está em tempo de nos arrependermos.
    Repense seu texto. Você sabe que ele está equivocado.
    Um abraço.

  7. NÃO VOU PEDIR “SOLTEM BARRABÁS!”

    Há mais de dois mil anos, um seleto grupo de homens capazes de influenciar os que comungavam da sua fé, por razões diferentes das que alegavam, conduziu aqueles que nele acreditavam a hostilizar, a injuriar, a odiar e a desejar e pedir a morte de um contra quem não tinham um só delito comprovado; e clemência para outro que já condenado, tinha fartas provas disponíveis.
    Não faz muito tempo, eu também fui conduzido – como ovelha mesmo – tal qual aqueles acima. E, por obediência, em pelo menos dois pleitos seguidos votei contra o candidato a respeito de quem era divulgada a boca miúda entre o rebanho, que esse tal era “enviado do diabo”. Não tive informação de que uma só ovelha sequer tivesse pelo menos perguntado ‘Por que?’. Eu também não perguntei. O outro candidato foi eleito.
    Os anos do mandato do então eleito Presidente da República se passaram e chegaram ao fim sem que uma voz de entre os nossos condutores de ovelhas se dignasse a explicar de alguma forma (de forma lúcida e honesta, de preferência) – nem durante; nem no final -, os fracassos relativos e absolutos em todos os indicadores sociais e econômicos daquele governo; nem o porquê de uma política interna e externa de irrestrita subserviência ao capital e a poder imperialista, se o nosso solo e subsolo está entre os mais afortunados do mundo e temos uma costa marítima mundialmente apreciada, mas também cobiçada.
    Agora, passadas quase duas décadas, tantos se mostrando loquazes ou persuasivos – alguns eloquentes que são -, dando-se às luzes e câmeras que se fazem amigas, conclamam e ajuntam outras ovelhas à semelhança de como foi há mais de 2.000 anos. Motivados que estão por sentimentos pessoais tais como ódio, desejo de vingança, desejo de poder mundano (do mundo, e vindo deste, não de Deus); e outros não explícitos como ganância e amor ao dinheiro (feitiçaria, como se explica na Bíblia), apontam para motivos que podem ser aceitos com facilidade (palatáveis) que estão sendo oferecidos em badejas de prata pela mídia enquanto amiga.
    No entanto, eloquentemente (se assim é mais frequente, não sei) dão explicações envernizadas com espiritualidade que não se sustentam, ambas, diante da Verdade. E assim como foi naquele milênio conduzem suas ovelhas a ignorarem os contumazes atos criminosos comprovados de um que lhes serve como peça e instrumento para vitimar, de qualquer tipo de morte possível talvez, por vingança, e saciar seus ódios a um outro independentemente de sua inocência comprovada ou presumida. Para tanto têm aceitado, ratificado e ajudado e incentivado na propagação de falsos testemunho e ou testemunhos duvidosos incentivados e/ou obtidos na ilegalidade.
    [continua]

  8. E no ápice da condução dizem-lhes qual palavra de ordem devem gritar uníssonos para que morra, por qualquer morte talvez, o alvo dos seus ódios e desejos de vingança: “Esse não! Queremos o outro. Dê-nos Barrabás. Soltem Barrabás!” É essa a grita que está aí a ecoar de forma tal que até Barrabás, de entre as ovelhas, também está gritando ‘Soltem Barrabás!’. E Barrabás, então blindado, defendido, apoiado, e aclamado pelas ovelhas está a conduzir outros Barrabás numa trama onde eles mesmos são os promotores, as testemunhas e os juízes do alvo – contra o qual não há um só delito comprovado – dos seus ódios e desejos de vingança.
    Os condutores de ovelhas querem a minha complacência com tal insensatez? Eles a terão. Mas só depois de me convencer que Daniel e os seus três amigos (da Bíblia), conspiraram ou conspirariam contra um rei e o reinado sob os quais viveram como efeito de uma ação de Deus. Nem mesmo depois de sofrerem as conspirações que o levou à cova dos leões e os seus três amigos à fornalha – muito mais – ardente; nem mesmo depois de serem vítimas do ódio por adorar somente ao seu Deus, se rebelaram pessoal e ou politicamente para depor o rei ou convulsionar o reinado em detrimento de todos os danos que causariam ao reinado (que também abrigava o seu povo que igualmente ou pior seriam vítimas da desordem, da tensão, da insegurança, instabilidade, e de outras tantas consequências danosas das ações odiosa e ou vingativas). Se me convencer de que não foi por excelência administrativa, por integridade, por fidelidade em sabedoria ao seu Deus que Daniel obteve a atenção e preferência daquele rei, terão a complacência que querem de mim.
    Também a terão depois de me convencer que José enchendo-se de ressentimentos por ter sido injustiçado por autoridades egípcias e por pessoas a estas ligadas ou subordinadas, percorreu estrilante o Egito, fervendo em ódio, e fez toda sorte de alianças que o seu Deus não aprovaria, para usurpar o trono egípcio. Se não foi por ter aquele conhecimento sobrenatural do futuro [conhecimento que na Sua sabedoria Deus deu também ao Faraó, em sonhos] e propor a solução que beneficiaria a todos indistintamente ali e em todo o mundo (compreendido naquela época), sem sacrifícios dos pobres, órfãos e viúvas em benefício dos ricos e poderosos, que José – ali estrangeiro de origem e de fé – teve o bom olhar do Faraó sobre si e posteriormente a aceitação de todo o povo até o dia da sua morte. Se não foi por fazer o bem (garantir-lhes a vida saciando-lhes a fome sem preconceito e de forma igualitária) aos egípcios e ao mundo, que José [Governador; pessoa pública] pode ver o bem sobre a sua própria tribo e a sua família até o dia da sua morte, por que foi então? Foi por ser hábil em “manobras”, relações espúrias, conchavos, espertezas; por ser achacador?
    Estes (Daniel, seus três amigos, José) foram excelentes em administração pública em terras estranhas e ambiente hostil [hostil para Daniel e os seus três amigos, com certeza, pelos relatos bíblicos; e não há porque duvidar que, de alguma forma foi também para José]. Mas o que dizer de Davi e Salomão – reis (figuras públicas) dentre o seu próprio povo?
    Para obter a minha complacência, condutores de ovelhas, me convençam de que Davi, por saber-se ungido usurpou o trono de Saul, e se valendo das perseguições e tentativas de morte executada e ou comandada pelo rei, raivoso, odiento e cego apresentou, elaborou, engenhou explicações para uma investida a destroná-lo. Nem mesmo quando foi destronado por rebelião comandada pelo seu próprio filho – que para tanto teve todo apoio necessário dos traidores do rei e do reino; e de parte da ‘opinião pública’ que este conseguiu formar e arrebanhar valendo-se de toda a sorte de ardil e de marketing pessoal dizendo que ele mesmo seria a solução administrativa para os problemas que ele elencava, Davi voltou-se em ódio e desejo de vingança contra o rei ilegítimo (seu filho) de quem até fugiu para que não fosse morto.
    [continua1]

  9. É sabido, pela Bíblia, que fim esperava – e encontrou – Absalão e a sua horda de traidores e conspiradores; um rei e corte ilegítimos; aqueles usurpadores.
    Condutores de ovelhas, convençam-me de que Salomão foi um ‘populista’ se foi verdade que no seu reinado todo o povo (não só os ricos) tinha sua própria terra e o seu próprio pomar.
    Por fim, convençam-me de que ter conduta ilibada e conduzir um povo em paz, segurança e justiça igualitária é inapropriado, é perder tempo, pois Samuel colocou à prova a sua integridade, honestidade e impessoalidade na condução do povo, e mesmo sem ter o que o desabonasse, foi rejeitado por esse povo [em quem geraram e disseminaram a ideia de que ficariam melhores se a condução deles fosse igual à de outros contra os quais eles foram medidos segundo os critérios que lhes apresentaram]. Tornou-se a ‘opinião do povo’ a rejeição a Samuel.
    Todos esses bons exemplos a serem seguidos estão sendo desprezados enquanto todos esses maus exemplos estão sendo protagonizados e ou alimentados por tantos condutores de ovelhas. Os senhores, condutores de ovelhas, podem colocar-se à prova como Samuel, e serem aprovados pelos homens e justificados por Deus? Há Daniéis, Josés, Davis, Salomões, Samuéis dentre os condutores de ovelhas, confiáveis bastante para ser conselheiros de altas autoridades?
    Portanto, enquanto não me convencem, ficam sem o meu grito tido como “voz do povo; opinião das ruas” ‘Soltem Barrabás!’ traduzido em apoio e ou votos para ladrões, gangsters – que para o coletivo da sociedade nenhum bem representam nem representarão. Assim não vou ter nas minhas mãos o sangue dos que lutarão pela manutenção do pão que hoje lhes farta, nem as suas lágrimas pela escassez e/ou fome vindoura sobre si e suas famílias. E quando ao ver-me, com uma Bíblia nas mãos, perguntarem porque ainda creio em Deus apesar desse atual cenário desalentador, responderei com inteira convicção “Deus não ordenou esses atos vis; Jesus não ensinou tais práticas ou as fez para exemplo”.

    17/04/2016
    Carlos

    • A única Nacão cujo Deus é o Senhor, é a nacão de Israel e eles o rejeitaram não existe nenhuma nacão hoje cujo Deus é o Senhor. Isso só acontecerá em no futuro que por sinal esta muito próximo

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