O “fundamentalismo neo-ateu”, falacioso e desonesto de Matthew Chapman.

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Nesta semana, tive o conhecimento de uma entrevista feita com o bisneto de Charles Darwin, Sr. Matthew Chapman, publicada no site UOL e noticiada pelo Gospel+. Trata-se de um cineasta neo-ateu norte-americano, que dirigiu um filme chamado “A Tentação”, o qual estreou no Brasil recentemente. Veja aqui!

Confesso que tenho o hábito de acompanhar debates interessantes entre apologistas cristãos e ateus, muitos deles com um bom nível de respeito e honestidade com as questões abordadas. Porém, fiquei surpreso com a desonestidade intelectual apresentada nesta entrevista por este secularista pós-moderno norte-americano. Com alto teor de covardia e afirmações falaciosas, Chapman parece não ter “evoluído” segundo seu bisavô famoso. Afinal, Charles Darwin não era necessariamente ateu, mas sim agnóstico, bem mais coerente nos questionamentos sobre a existência de Deus do que seu bisneto. Além disso, existem indícios de que no final de sua vida Darwin tenha-se reconciliado com o cristianismo.[1]

Na entrevista, o Sr. Chapman afirma: “Eu achei que estava na hora de fazer um thriller sobre os dois lados opostos da fé americana. Um que é secular, sofisticado e educado e outro que é bíblico, homofóbico, subjuga as mulheres e acredita que o universo só tem 10 mil anos de idade. E tem muita gente que acredita nisso nos EUA.

Com este argumento desonesto e depreciativo ao cristianismo, o Sr. Chapman em uma atitude dualisticamente maniqueísta, coloca os ateus como sofisticados e educados, contrapondo os cristãos como mal-educados, homofóbicos e subjugantes de mulheres. Ele erra ao utilizar este argumento inconsistente, pois ignora a realidade dos fatos para expressar seu pensamento tendencioso. É óbvio que existem alguns mal-educados no meio cristão, como também existe no meio secular e inclusive entre os ateus. Prova disso é a própria atitude do Sr. Chapman, na qual mostra exatamente o oposto do que ele afirma ser. Ora, suas afirmações não procedem! Os ensinamentos do cristianismo são totalmente opostos aos que ele acusa.

Como cristãos, reprovamos qualquer atitude de violência. O fato de não concordar com o comportamento homossexual em razão da fé cristã e de questões naturais, não significa que somos “doentes”. Ora, a palavra homofobia é uma patologia pscicológica direcionada àqueles que possuem medo irracional ou aversão excessiva pelos homossexuais. Esta palavra é utilizada desonestamente por militantes gays para nomear aqueles que manifestam “opiniões” contrárias às práticas homossexuais. Uma incoerência absurda que infelizmente virou moda no Brasil!

Outra afirmação falsa é que o cristianismo subjuga mulheres. Quem ler a Bíblia respeitando o contexto completo saberá que nenhuma outra religião do mundo concede às mulheres uma posição tão privilegiada e honrosa como o cristianismo. No Antigo Testamento, por conta da dureza do coração da humanidade e segundo o contexto cultural e histórico da época, existia uma punição rigorosa, tanto para mulheres adúlteras, quanto para homens adúlteros, ladrões, assassinos, estupradores etc. (Lv 20:10, 20:27, 24:10-13. Dt 13:5-10, 21:8-21, 22:22-24). Porém, como desconhecedores da Bíblia, os ateus fragmentam as escrituras pegando textos isolados da Antiga Aliança, bem como ignoram o Novo Testamento, para tentar descredibilizar a Bíblia e ainda afirmar que tais atos são praticados por nós cristãos nos dias de hoje. Um absurdo!

Deus criou a mulher, pois sabia que sem ela, o homem não seria feliz (Gn 2:18). Sara, a esposa de Abraão, é citada dentre os que servem de exemplo para toda a humanidade (Hb 11:11). O próprio Jesus evangelizou a mulher Samaritana e tratou-a com amor e dignidade, embora tivesse ela uma vida totalmente imoral (Jo 4:9). Jesus perdoou a mulher adúltera e mostrou que é totalmente contra o machismo, claro, ordenando que ela não adulterasse mais (Jo 8:7-11). Cristo honrou todas as mulheres, pois após a ressurreição, apareceu, primeiramente, para uma mulher: Maria Madalena (Jo 20:11-18) Esta mesma mulher, Maria Madalena, teve a honra de ser a primeira pessoa a anunciar a ressurreição do Salvador (Jo 20:18). O apóstolo Paulo destaca figuras femininas que foram destaque no seu ministério (Rm 16:12). A Bíblia Sagrada proíbe o homem de ter mais de uma esposa (Gn 2:24, Mt 19:5-6, 1Tm 3:2), proíbe que o homem repudie a esposa, salvo se ela for infiel a ele (Mt 5:32). As mulheres virtuosas são comparadas a jóias preciosas (Pv 31:10). É dito que uma boa esposa é uma dádiva de Deus (Pv 19:14). Às mulheres é legado a capacidade de poder edificar o seu lar (Pv 14:1). Através da instrumentalidade de uma mulher, o Salvador veio ao mundo (Lc 1:30-31) A Bíblia Sagrada ordena que as mulheres sejam tratadas com amor e dignidade, Paulo repete isso três vezes em Efésios 5 (vs 25, 28 e 33). Elas devem ser tratadas com respeito e dignidade – (1Pe 3:7).

Já que o Sr. Chapman não conhece tanto a Bíblia, ele deveria se preocupar mais em provar a veracidade dos estudos de seu bisavô. Afinal, existem muito mais problemas em transformar a “teoria” da evolução em “verdade absoluta” do que suspeitas para descredenciar o criacionismo bíblico. Porém, ignorando estes fatos, ele estranhamente faz uma inversão de valores ao desmerecer os cristãos que acreditam nos relatos bíblicos, exaltando o ateísmo como posição correta. Grande incoerência!

Na tentativa de desmoralizar o cristianismo, ele afirma: “Se a única coisa que está impedindo você de matar uma criança é porque Deus mandou você não fazer isso, você é maluco. É óbvio que você não deve matar uma criança, você não precisa de que alguém te diga isso. Você pode ver sofrimento e reagir a ele.”

O argumento que o Sr. Chapmam utiliza é falacioso! Um cristão não mata crianças só porque Deus mandou não matar (Ex 20:13), mas principalmente porque temos o amor de Deus introduzido em nossos corações (Rm 2:15, Hb 4:12 e 10:16). É claro que para pessoas como Chapmam, este amor será algo “maluco”, pois a loucura de Deus é mais sábia do que os homens (1Co 1:25). Na verdade, sabedoria é o que falta nos argumentos de Chapman, pois os mesmos contradizem com a realidade. Haja vista, os regimes comunistas ateus como Josef Stalin, Mao Tsé-Tung e Pol Pot que mataram milhões de pessoas – inclusive várias crianças – em proporções bem maiores que as distorções religiosas como a inquisição, o terrorismo e as cruzadas. Até Adolf Hitler usou a teoria de Darwin como justificativa filosófica para o Holocausto. [2]

Chapman insiste, afirmando que não precisamos de ninguém para dizer que não devemos matar uma criança, pois reagimos naturalmente ao sofrimento. Ele deveria dizer isso a um psicopata, um pedófilo ou um sequestrador, que em suas próprias decisões “naturais” matam crianças, ou então para índios de algumas tribos que enterram crianças vivas por conta de defeitos genéticos. Quem sabe, perguntar aqueles que matam crianças indefesas em algumas escolas, atirando loucamente com arma de fogo para todos os lados, ou então para as seitas que sacrificam crianças em seus rituais macabros. Por que será que essas pessoas não “reagem ao sofrimento”?

Na verdade, essa tentativa de justificar a bondade de forma naturalista que Chapman utiliza, parte de uma premissa sem fundamento. Qual é a base para o princípio de bondade no ser humano? Qualquer tentativa de responder esta pergunta – ignorando os princípios de Deus como autor absoluto de bondade e justiça, torna-se subjetiva e incoerente. Por exemplo, se o princípio de bondade vier instintamente “do que achamos certo”, trata-se de um pressuposto inconsistente, pois o que é bom para Chapman pode não ser bom para nós, o que é bom para a maioria, não é bom para uma minoria, o que é bom para uma cultura ocidental, pode não ser bom para uma cultura oriental, e assim por diante.

Então, de onde parte esta reação moral do ser humano? Da possibilidade de que a moralidade estaria embutida no DNA ou em processos naturais, conforme defendem os darwinistas? Impossível, pois segundo o darwinismo existe apenas o material, mas o material não possui moralidade. Qual o peso do ódio? Existe um átomo para o amor? Qual é a composição química da molécula do homicídio? Perguntas totalmente sem sentido porque partículas físicas não são responsáveis pela moralidade. Sem uma fonte objetiva e transcendente de moralidade, todas as questões morais nada mais são do que preferências pessoais subjetivas. Além do mais, mesmo descobrindo um “sentimento moral” dentro de nós, não significa que não exista lei moral objetiva fora de nós mesmos. Portanto, sem Deus não existe referencial fixo para o princípio de bondade!

Chapman não foi feliz ao concluir uma opinião sobre o Brasil sem ao menos analisar os fatos verdadeiros. Vejamos a afirmação dele: “Se você analisar sociedades com menos envolvimento religioso, como Suécia e Escandinávia, os países tratam seus cidadãos melhor do que países como Irã, Iraque, Paquistão e Afeganistão. Que fazem coisas atrozes às pessoas, a mulheres, crianças, artistas e homossexuais. Eu conheço o país muito bem, é que vocês tem um crescimento muito grande de fundamentalistas cristãos e evangélicos e eu acho que isso é algo que é preciso tomar cuidado, para que eles não ganhem muito poder.”

O Sr. Chapman formula muito mal o seu “fundamentalismo ateu”[3], pois mostra-se desonesto ao fazer um falso julgamento sobre o nosso país sem ao menos conhecê-lo, bem como comparar o Brasil à países com predominância de muçulmanos radicais. Bastaria para ele uma simples análise nas estatísticas do IBGE para constatar que os quase 200 milhões de habitantes no Brasil, 86,8% são cristãos, dos quais 64,6% católicos, 22,2% evangélicos; 10,8% sem religião/outros, 2% espíritas, 0,3% umbanda e candomblé.[4]

Se o raciocínio dele estivesse certo, o Brasil seria um país confessional e intolerante à outras religiões, não haveria democracia, teríamos atentados terroristas, perseguições religiosas e matanças por todos os lados. Ao contrário disto, somos um país miscigenado, aconfessional, onde convivem o afro-religioso, o espírita, o evangélico, o católico, o ateu, o muçulmano etc. Nossa Constituição Federal garante exatamente o contrário do que Chapman afirma: a liberdade religiosa e liberdade de expressão (art.3 inciso IV, art.5 incisos VI, VIII e IX ). No Estado democrático brasileiro, o respeito às crenças e valores filosóficos da sociedade provam explicitamente a democracia estabelecida. Inclusive o nosso país é presidido por uma mulher, além de possuir uma representatividade feminina muito forte nos três poderes: judiciário, legislativo e executivo. O povo elege diretamente suas lideranças através de voto popular. Portanto, comparar o Brasil com países intolerantes é completamente incoerente, pois é incompatível com a nossa realidade.

Por fim, o Sr. Chapman foi desonesto em utilizar de forma pejorativa o termo “fundamentalismo cristão”. Comparar os fundamentos cristãos bíblicos com distorções religiosas violentas é um absurdo. Os fundamentos do cristianismo não são ofensivos, muito menos possuem alguma semelhança com países de predominância de muçulmanos radicais, pelo contrário, justamente por questões de intolerância religiosa que existem vários cristãos perseguidos, presos e até mortos nestes países. No cristianismo, os ensinos de Jesus Cristo convocam até mesmo ao amor pelos inimigos. “Jesus dizia: Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem” (Lc 23.34). “Então, Pedro, aproximando-se, lhe perguntou: Senhor, até quantas vezes meu irmão pecará contra mim, que eu lhe perdoe? Até sete vezes? Respondeu-lhe Jesus: Não te digo que até sete vezes, mas até setenta vezes sete” (Mt 18.21-22).

Se o objetivo do Sr. Chapman foi criar polêmica para aproveitar a mídia em benefício de divulgar o seu filme, creio que a estratégia não foi das melhores. Com certeza, a grande maioria dos brasileiros não verá tal filme de conteúdo ateísta, inclusive eu.

Soli Deo Gloria!

Notas:

1 – Oswald 3. Smith, Litt. D., artigo extraído de Prayer Crusade, publicada por The Little Church by the Sea, mc.) Citado no livro: O que eles disseram a um passo da eternidade, John Myers, pp. 244, Worship Produções, D’Sena Editora. Para saber mais, clique aqui!
2 – Adolf Hitler – Mein Kampf, de 1924. Quarta reimpressão. Londres: Hurst & Blackett, 1939, p. 239-40,242 [publicado em português pela Editora Cenrauro, Minha luta].
3 – Embora muitos neo-ateus discordem do termo “fundamentalista ateu”, o mesmo tem sentido ao ser aplicado quando um ateu “fundamenta” suas convicções e segue à risca os preceitos derivados. Desta forma, a colocação ateísta de oximoro para tal termo é descartada, pois existe uma defesa dos fundamentos de convicções. Como diria P.E.Johnson: “Aquele q afirma ser cético em relação a um conjunto específico de crenças é, na verdade, um crente em outro conjunto de crenças.”
4 – IBGE, senso demográfico 2010.

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Cristão reformado, casado com Sandra Nara e pai do Davi. Diretor de arte, designer gráfico por formação. Teólogo, apologista cristão e blogueiro, autor de diversos artigos referentes à defesa da fé cristã, bem como refutações de práticas anti-bíblicas, de seitas e heresias. Editor do Blog Bereianos e articulista de outros blogs e sites. Twitter @ruymarinho

87 COMENTÁRIOS

  1. Pessoal que comentou anteriormente: peço desculpas, pois tive que fazer uma pequena alteração no link do artigo e isso acabou zerando os comentários e compartilhamentos. Peço que comentem novamente. Obrigado! Ruy

  2. Sujeitinho nojento… Ele deve não conhecer o regime comunista de Mao Tse-Tung…
    Deveria se preocupar mais com os problemas do "registro fóssil" ao invés de falar tanta m/e/r/d/a.

    • TODOS OS GOVERNOS VEM DE DEUS. NÃO LEU A SUA BIBLIA, LOGO O COMUNISMO É DIVINO >>>>

      Todos devem sujeitar-se às autoridades governamentais, pois não há autoridade que não venha de Deus; as autoridades que existem foram por ele estabelecidas. Portanto, aquele que se rebela contra a autoridade está se colocando contra o que Deus instituiu, e aqueles que assim procedem trazem condenação sobre si mesmos.

      Romanos 13:1-2

  3. O que motiva pessoas a saírem de suas rotinas para atacar os seguidores do maior nome da História ? É um sinal típico de nosso tempo. Revistas pretensamente voltadas para a “elite cultural” tem feito campanhas repetitivas, até convencer alguns, de que o inimigo da civilização não é o terrorismo, mas os “crentes religiosos de todos os tipos”, incluindo os judeus ortodoxos e os cristãos, como se o ocidente moderno não tivesse em suas origens o Evangelho de Jesus Cristo. Como se a grande nação líder do ocidente tivesse sido fundada por religionistas, das diversas religiões que hoje fervilham por aí, com total liberdade de adoração, beneficiadas com asilo e prosperidade, dádivas do cristianismo. Ou se esquecem que os EUA foram fundados por protestantes em busca de liberdade para adorar a Deus a sua maneira e construído sobre amplos princípios cristãos?
    Ameaçador ? Nunca na galáxia ! ! Foi neste novo mundo cristão que muçulmanos, budistas, hindus, ateus e até e principalmente judeus conheceram a existência mais pacífica, próspera, e bem sucedida de sua história. é neste nosso lado da humanidade que credos minoritários vivem e adoram sem mêdo, seguros na hospitalidade e liberdade que estendemos a todas as religiões. Então por que , após vinte séculos, o nome de Jesus ainda é simplesmente tão controverso e provoca uma mistura de paixões tão conflitantes? Então não era só para sua época que Jesus previu que seus seguidores enfrentariam oposição, tribulação e perseguições ? Somos uma ameaça para o restante da sociedade ?
    Essa é a nova tendência, perturbadora, de julgar os cristãos que usam o nome de Jesus einsistem que Ele é o “único caminho” para Deus ! Mas nós sempre dissemos isto ! Por que agora temos que “respeitar” um ateu que não suporta ouvir isto ? Não o ateu que está agora impondo-nos sua lei do silêncio ? Um verdadeiro ateu não se melindraria com qualquer religião ? Por que, se não acredita ? Mas fazer as vontades de uma tal sensibilidade daria, a um não crente, um poder de veto sobre os livres direitos de expressão de um crente.
    As pessoas anseiam por um acordo social do tipo :”Não questionarei suas crenças ou seu comportamento se você fizer o mesmo em relação a mim”, daí pq vozes iradas exigem com insistência crescente que não deveríamos propagar o evangelho; que não deveríamos considerar ninguém como “perdido” só pq não é cristão. “Somos todos nascidos em diferentes crenças e portanto deveríamos deixar como está”. Chamam a isso “tolerância”, mas se esquecem ou não sabem que uma pessoa não nasce “crente”, mas que todos o somos por conversão. Pedir a um cristão para não alcançar mais ninguém que seja de outra fé, é pedir-lhe para negar a própria fé.
    Toda esta discussão não teria nenhuma importância se Jesus Cristo fosse apenas outro “Grande Mestre”. Mas o que deve ser feito ao saber que Ele é mais do que isso ?Ele é aquele que disse :” Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida. Ninguém vem ao Pai se não por Mim”. Nenhum seguidor leal de Jesus inventa essas idéias. Tudo que fazemos é representar fielmente as palavras do Mestre., mas hoje isto é quase subversivo. No mínimo é suspeito, pois os critérios não são os mesmos quando se trata de outras crenças. Os cristãos são cada vez menos tolerados porque são vistos como intolerantes, mas ensinar esta “tolerância” é ensinar a uma criança que nossas crenças e valores não são diferentes das de um budista ou de um homossexual, ou de um libertino ou coisa pior.

    • É… Isto é “tolerância” hoje. A virtude número um…. Ensinam que toda verdade é relativa ao indivíduo. Saber diferenciar o certo do errado não tem importância, pq dizer que algo é certo ou errado não é ser “tolerante”. Mas na Bíblia Deus nos chama para agir com justiça e sermos amáveis, não “tolerantes”. No passado a tolerância era um reconhecimento respeitoso de idéias diferentes. Nunca quis dizer que todas estas idéias tinham a mesma validade como se tudo fosse verdade. Todas as religiões, simplesmente e francamente, não podem ser verdadeiras. Não adianta colocar uma auréola na noção de tolerância como se tudo pudesse ser igualmente verdadeiro.
      Agora, além de distorcido, o conceito de tolerância ainda envolve dois pesos e duas medidas. Qualquer um pode praticar qualquer filosofia desde que não reivindique que é o melhor caminho, muito menos o único. Vc pode discutir qualquer religião, desde que não introduza Jesus Cristo, ou vc será o “religioso pretencioso” que é uma ameaça para a separação entre Igreja e Estado.
      O ocidente pode estar totalmente enfeitiçado por este falso entendimento de tolerância mas a verdadeira tolerância não é dar a cada idéia a mesma posição ou transigir em relação a Verdade, pelo interesse da paz e tornar todos felizes.
      A despeito da mídia e dos inimigos da Palavra de Deus, permanecerá a verdade de que a própria liberdade deles para se expressarem é herança cristã. A Bíblia ( e não o Alcorão, os Vedas ou qq outros livros considerados sagrados) é a fonte de nossos valores e filosofia de como as pessoas devem tratar umas às outras e ser governadas. O maior ato de tolerância de toda a história da humanidade foi a morte e a ressurreição de Jesus Cristo, o filho de Deus. Não foi exclusivo para uma ou outra raça, para uma ou outra classe, mas para todos.
      Toda a liberdade, prosperidade, e progresso sem precedentes que o ocidente alcançou foi baseado nos ensinos do maior livro já escrito e no maior mestre que já viveu. Por que então os crentes estão cada vez mais sob acusações, ataques e perseguições? Aqueles que deixam suprimir os princípios da fé cristã não sabem o perigo que estão correndo. Uma visita a países sob domínio de outras religiões mostra quão preciosas são as liberdades que desfrutamos hoje. De 18 países muçulmanos, por exemplo, sómente um tem governo democrático.
      Gostaria de sempre recorrer ao Livro Eterno para argumentar ( tenho meus motivos : “Toda escritura divinamente inspirada é apta, proveitosa, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça” ( 2 Tm 3.16 ) ), mas já que alguns não gostam, encerro este assunto com uma citação não- bíblica, de um personagem partidário de doutrinas contrárias a minha : ” Nunca devo chegar a um acordo com a mentira cristã.(…) Nossa época certamente será o fim da doença do cristianismo”( Hitler).
      Vêem ? É a repetição da História…Os bandidos se fazem de mocinhos e tentam fazer os mocinhos posarem de bandidos.
      À Paz com o Senhor

  4. Engraçado que para essas pessoas só o cristianismo é que não presta , dá para perceber o ódio que eles sentem por aqueles que seguem o evangelho do Senhor JESUS , eles querem atribuir todo o mal do planeta aos cristãos , esse Chapman nem se fala , deve ser um ativista gay , pois eles exalam ódio contra todos que não concordam com seus comportamentos , mas a palavra de DEUS diz que nos seremos odiados pelo mundo por causa de CRISTO , então se isso não acontecesse conosco , ai sim teríamos que nos preocupar.

  5. O que nos dá o conceito de certo e errado, é a nossa consciência, e não a religião. – A bíblia está repleta de menosprezo às mulheres, e Paulo endossa isso. Jesus teve 12 discípulos, todos homens. É certo que toda bíblia foi escrita apenas por homens. Muitas guerras foram feitas por questões religiosas, e na maioria delas, os cristãos estão envolvidos. Se o Brasil é um país tolerante em relação às crenças, isso se deve mais às leis laicas vigentes, do que a preceitos religiosos. Líderes comunistas exterminavam oponentes políticos e/ou guerrilheiros anticomunistas, de qualquer matiz.(cristãos,ateus, agnósticos,islâmicos,hinduistas, etc.etc.)

  6. Existe um universo de diferença entre ser crente em um conjunto de crenças qualquer e pregar ao mundo todo e à força esse conjunto de crenças em que acredita. CASO ESPECÍFICO DO CRISTIANISMO, QUE INSISTE NUMA EVANGELIZAÇÃO GLOBAL CUSTE O QUE CUSTAR, COMO SE O CONJUNTO DE CRENÇAS CRISTÃS FOSSE ALGO DIFERENTE DE LIXO OU QUE PUDESSE TER A MAIS INSIGNIFICANTE UTILIDADE PARA ALGUÉM ALÉM DOS PARASITAS QUE VIVEM DE DÍZIMO E DE MANIPULAL IDIOTAS..

  7. Quase vomitei. Não vou dar uma de masoquista pra reler e refutar ponto a ponto, mas dá pra perceber fácil que o autor não assistiu o filme e praticamente todas as críticas são ataques pessoais ou falácia do espantalho. Ele critica a dicotomia "ateu bonzinho" versus "religioso malvado" (o que é uma sacada importante pq vai contra o preconceito comum da nossa cultura) mas esquece totalmente que é um filme fictício que é uma expressão do(s) seu(s) idealizador(es) e que tem como objetivo entreter e fazer as pessoas refletirem. Não é um documentário, não é uma reportagem jornalística, não é uma dissertação nem um tratado cientifico, filosofico ou antropológico. O que Matthew Chapman critica claramente, tanto pela entrevista quanto pelo filme, é o FANATISMO e o FUNDAMENTALISMO religioso. E tanto pela indignação que causou ao autor do texto acima quanto às pessoas que comentam enfurecidas aqui embaixo, posso constatar que Chapman acertou os fundamentalistas em cheio.

  8. Muito boa resenha. Na mesma medida em que cresce o fundamentalismo religioso também aumenta o número de fundamentalistas ateus! E esses últimos também perseguem, matam e destroem.

  9. Concordo plenamente com o texto do autor, pois nós cristãos não podemos ser atacados injustamente e não fazermos nada. Esse tal de Chapman, acha que pode promover um filminho de nada as custas de falsas afirmações sobre o evangélio! TEMOS QUE BOTAR A BOCA NO TROMBONE E DESMENTIR TUDO QUE NÃO FOR REAL!!!!

    • Ana, o conceito de real, varia de pessoa para pessoa, de crença para crença. Se Chapman tem opiniões diferentes das suas, não quer dizer que ele está atacando-a. Assim como você tem o direito de alardear o evangelho, ele tem o de expor as opiniões e idéias dele . – Ademais, não precisa se ofender, não foi você que escreveu o evangelho.

  10. Enquanto isso o portal Gospel Mais omite que a MARCHA PARA JESUS foi um fiasco retumbante… de 5 milhões anunciado pelos organizadores só atraiu pouco mais de 300 mil, mas p/ falar da parada gay foi rapidinho… e ainda falam em desonestidade? fala sério

  11. Sargento, e pastor evangélico, apontou arma para cabeça de soldado praticante do candomblé

    Publicado originalmente no Extra

    O Superior Tribunal Militar (STM) apreciou recentemente um caso inédito de intolerância religiosa dentro de um quartel do Exército, no Rio. Em decisão unânime, a corte manteve, em 3 de novembro deste ano, a condenação do terceiro-sargento José Ricardo Mitidieri (foto) a dois meses de prisão pelo crime de constrangimento ilegal.

    O sargento, porém, conseguiu o direito da suspensão condicional da execução da pena por dois anos, caso não volte a ser denunciado por outro crime durante este período. Além disso, Mitidieri poderá recorrer da condenação em liberdade.

    De acordo com a denúncia do Ministério Público Militar (MPM), o sargento — que é pastor da igreja evangélica Comunidade Cristã Ministério da Salvação — teria apontado uma pistola na cabeça do soldado Dhiego Cardoso Fernandes dos Santos, praticante do candomblé, com o objetivo de “testar” a convicção religiosa do subordinado.

    O caso ocorreu em 8 de abril de 2010, no interior da reserva de armamento do 1º Depósito de Suprimento do Exército, em Triagem, Zona Norte do Rio.

    Após ouvir de outros militares que o soldado Cardoso dizia que tinha o “corpo fechado” (isto é, protegido de qualquer mal), o sargento Mitidieri se dirigiu ao local onde o subordinado estava fazendo a manutenção em fuzis com uma pistola 9 milímetros em punho.

    Em seguida, segundo o MPM, Mitidieri carregou a arma e a apontou na direção da cabeça do soldado e disse:

    — Vamos fazer como nos filmes. Você tem o corpo fechado mesmo?

    — Sim — disse Cardoso.

    Mitidieri refez a pergunta outras duas vezes, e obteve a mesma resposta.

    — Então conte até três — ordenou o sargento.

    Ainda de acordo com o MPM, antes de Cardoso terminar a contagem, Mitidieri abaixou a arma, dizendo:

    — Não é para você brincar com coisa séria. Você tem que aceitar Jesus!

    Dias depois, Mitidieri pediu desculpas ao soldado, dizendo que a munição que havia colocado na pistola era de manejo (não-letal).

    Em seu interrogatório, o sargento disse que “não teve o objetivo de constranger o soldado, mas defendê-lo de brincadeiras posteriores, pois ele tirava serviço na guarda e as brincadeiras sobre o assunto (de que ele tinha o corpo fechado) já estavam ocorrendo”.

    Para o MPM, o soldado apostou a vida

    O sargento afirmou ainda que “nunca teve qualquer preconceito com as demais religiões, dando-se muito bem com pessoas de outras crenças” e “que baixou a arma porque percebeu que não procedera corretamente”.

    Para o MPM, porém, o soldado Cardoso foi submetido “a um verdadeiro teste de fé religiosa” e “apostou sua vida ao responder afirmativamente à pergunta que lhe foi feita pelo réu, sendo certo que não há previsão legal no sentido de que alguém seja obrigado a testar ou provar sua fé religiosa, independentemente da crença que possui ou da doutrina que segue. Ao contrário, a Carta Magna assegura a inviolabilidade da liberdade de consciência e crença”.

    Advogado de Mitidieri, Rafael Correia disse que vai recorrer da condenação ao Supremo Tribunal Federal:

    — O próprio soldado disse que em nenhum momento se sentiu ameaçado porque sua religião estava em prova. Para que haja constrangimento ilegal, é necessário que exista ameaça. Então, não houve crime. O máximo que ocorreu foi uma transgressão disciplinar.

    ‘Todos têm liberdade de professar sua fé’

    Para o ministro Francisco Fernandes, relator do processo no STM, é evidente que “o que motivou o constrangimento ilegal foi a intolerância religiosa”. Ainda segundo o voto do ministro, “o acusado deixou claro o seu inconformismo, em razão da sua crença religiosa, dizendo que era inadmissível alguém considerar que tinha o ‘corpo fechado’, e, assim, resolveu testar a fé do ofendido”.

    Direitos assegurados

    Em nota, o Centro de Comunicação Social do Exército informou que não compactua com qualquer forma de intolerância dentro de seus quartéis: “O Exército cumpre rigorosamente os instrumentos legais, observando os direitos estabelecidos na Constituição, sem qualquer tipo de discriminação. O respeito ao indivíduo e à dignidade da pessoa humana, em todos os níveis, é condição imprescindível ao bom relacionamento entre seus integrantes e está alinhado com os pilares da Instituição: a hierarquia e a disciplina”.

    A nota diz ainda que “cada um dos integrantes do Exército tem seus direitos assegurados na forma do que está previsto na lei e, portanto, tem liberdade de professar sua fé, independentemente de credo ou religião”.

    Procurado, o soldado Cardoso não retornou ao contato feito pelo EXTRA.

  12. DIVINA INTOLERÂNCIA”: MPF-SP processa Igreja EVANGÉLICA por discriminar Ateus

    O Ministério Público Federal (MPF) em São Paulo moveu ação civil pública contra a emissora Rede TV! e a Igreja Internacional da Graça de Deus pela veiculação de mensagens ofensivas contra pessoas ateias. Nela, o órgão pediu que ambas se retratem no programa de onde partiu as declarações, bem como esclareçam à população sobre a diversidade religiosa e liberdade de crença no Brasil durante o dobro do tempo usado nas supostas ofensas.

    Durante a edição do programa O Profeta da Nação de 10 de março, o apresentador disse: “Só quem acredita em Deus pode chegar pra frente. Quem não acredita em Deus pode ir pra bem longe de mim, porque a pessoa chega pra esse lado, a pessoa que não acredita em Deus, ela é perigosa. Ela mata, rouba e destrói. O ser humano que não acredita em Deus atrapalha qualquer um. Mas quem acredita em Deus está perto da felicidade.”

    Ele cometeu quatro crimes de uma só vez:

    INCITAÇÃO À DISCRIMINAÇÃO E PRECONCEITO POR RELIGIÃO:
    LEI 7.716/1989 – Art. 20. Praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, RELIGIÃO ou procedência nacional.
    Pena: reclusão de um a três anos e multa.

    CALÚNIA:
    CÓDIGO PENAL – Art. 138 – Caluniar alguém, imputando-lhe falsamente fato definido como crime:
    Pena – detenção, de seis (seis) meses a 2 (dois) anos, e multa.
    § 1º – Na mesma pena incorre quem, sabendo falsa a imputação, a propala ou divulga.

    DIFAMAÇÃO
    CÓDIGO PENAL – Art. 139 – Difamar alguém, imputando-lhe fato ofensivo à sua reputação:
    Pena – detenção, de 3 (três) meses a 1 (um) ano, e multa.

    INJÚRIA
    CÓDIGO PENAL – Art. 140 – Injuriar alguém, ofendendo-lhe a dignidade ou o decoro:
    Pena – detenção, de 1 (um) a 6 (seis) meses, ou multa.
    (…)
    § 3º – Se a injúria consiste na utilização de elementos referentes a raça, cor, etnia, religião, origem ou a condição de pessoa idosa ou portadora de deficiência.
    Pena – reclusão de um a três anos e multa.

    Segundo o procurador regional dos Direitos do Cidadão, Jefferson Aparecido Dias, as declarações ferem a Constituição Federal e a Declaração Universal dos Direitos Humanos. Ele afirmou o Brasil é um Estado laico e que a todos é assegurada a liberdade de crença religiosa, além da possibilidade de ser ateu e agnóstico.

    O MPF também pediu que a Secretaria de Comunicação Eletrônica do Ministério das Comunicações, instituição responsável pela regulamentação dos serviços de radiodifusão, fiscalize o programa e a emissora. Para o MPF, foi ferido um artigo do Regulamento dos Serviços de Radiofusão que obriga a subordinação dos conteúdos às finalidades educativas, informativas e culturais.

  13. Bolívia condena grupo cristão conservador a 15 anos de prisão por mais de cem estupros

    Um tribunal da Bolívia condenou sete integrantes de um grupo cristão conservador e isolado a 25 anos de prisão pelo estupro de mais de cem mulheres. Os homens, membros de um grupo menonita, foram condenados por sedar secretamente as suas vítimas antes dos ataques sexuais.

    O advogado das vítimas diz que a comunidade de mais de 2 mil menonitas onde ocorreram os estupros aprovou a sentença. O grupo segue um código moral restrito e rejeita invenções modernas, como automóveis e eletricidade.

    Um oitavo homem foi condenado a 12 anos e meio de prisão por fornecer os sedativos usados para drogar as mulheres. A decisão do júri foi unânime.

    Os estupros ocorreram entre 2005 e 2009 na comunidade menonita de Manitoba, a 150 km a nordeste da cidade boliviana de Santa Cruz de la Sierra, no centro do país.

    Os réus foram acusados de borrifar, dentro dos quartos de suas vítimas, uma substância derivada da planta beladona, normalmente usada para anestesiar vacas.

    Ao aplicar o sedativo, através das janelas e à noite, os acusados acabavam sedando famílias inteiras. Depois, segundo a acusação, os homens estupravam mulheres e meninas. A vítima mais jovem tinha nove anos de idade.

    O número exato de mulheres estupradas não é claro. Algumas mulheres não se lembram de ser violentadas, enquanto outras temem ser hostilizadas em sua comunidade, segundo o advogado Oswaldo Rivera.

    Rivera afirma que quase 150 mulheres participaram do processo judicial, mas ele acredita que outras 150 podem ter sido estupradas e, depois, ficado muito constrangidas para fornecer provas.

    O promotor Freddy Perez diz que os anciãos da colônia menonita suspeitavam que algo estava errado quando se perguntaram por que um integrante da comunidade estava acordando muito tarde pela manhã. Com isso, eles decidiram segui-lo. O suspeito foi então encontrado pulando para dentro da casa de uma das vítimas por meio de uma janela.

    O correspondente da BBC em Santa Cruz de la Sierra, Mattia Cabitza, disse que encontrar provas dos estupros foi difícil devido ao isolamento e à estrutura patriarcal dos menonitas.

    Os condenados também foram acusados de ameaçar os pais de algumas das vítimas, caso os denunciassem. Muitas das vítimas falam apenas baixo alemão, a língua que falavam os primeiros menonitas, e nunca aprenderam espanhol.

    As igrejas menonitas descendem de comunidades protestantes da Europa. Acredita-se que elas tenham 1,5 milhão de seguidores em todo o mundo. Os menonitas seguem os ensinamentos de Menno Simons, um líder religioso do século 16, originário do que hoje é a Holanda.

    Embora muitos deles sejam impossíveis de distinguir de seus vizinhos, e tenham crenças religiosas muito semelhantes à maioria dos grupos evangélicos e protestantes, outros rejeitam a vida moderna e vivem em comunidades isoladas.

    Segundo o correspondente da BBC, a colônia de Manitoba, onde ocorreram os estupros, é uma comunidade ultraconservadora, sem ruas pavimentadas ou eletricidade.

    Seus integrantes se vestem com roupas tradicionais menonitas, e usam carroças puxadas por cavalos para se transportar.

  14. Pit agora s, você parece um cara interessado, mas o tipo de comentários e intervenções que você vem fazendo há vários meses demonstram que você não é burro, sobrando duas opções básicas : ou você é realmente ignorante dos contextos dos textos que você cita, ou então é mal intencionado. Não sendo burro, dificilmente seria negligente em examinar com isenção as alternativas contextuais que as próprias reportagens deste site que você sempre lê, oferece. Então eu sei que você conhece o contexto em que Paulo estava tentando disciplinar as ‘fofoqueiras’ da igreja de Corinto, sei que sabe de onde deve vir a consciência moral de certo e errado e já conhece muito bem as réplicas e tréplicas para cada crítica repetitiva que você vem fazendo. A princípio pensei que você estava realmente interessado em obter respostas, mas você reitera as mesmas questões já muito bem respondidas a novos visitantes e interlocutores e, por exclusão, restou a opção de você ser apenas mais um dos mal intencionados que policiam este site. Claro que, como bom ateu, você certamente conseguiria mentir para você mesmo fazendo um racionalismo tortuoso e se auto convencer que sua intenção é boa. Ainda assim, restará o fato de que suas colocações repetitivas são hipócritas e desonestas. Uma vez que “a boca fala do que o coração está cheio”, você é um ótimo exemplo do que a Bíblia fala do “mundo”. A sua presença e seus comentários neste site nos aumentam a convicção de que não há nada melhor fora do Evangelho.

  15. Na entrevista, o Sr. Chapman afirma: “Eu achei que estava na hora de fazer um thriller sobre os dois lados opostos da fé americana. Um que é secular, sofisticado e educado e outro que é bíblico, homofóbico, subjuga as mulheres e acredita que o universo só tem 10 mil anos de idade. E tem muita gente que acredita nisso nos EUA.

    eIe nã0 cham0u cristã0s de mau educad0s nessa parte em m0ment0 nenhum ,, sim cham0u de bem educad0s 0s cristã0 men0s radicais s0 iss0 ,, eses site muda tud0 a seu fav0r afff n0j0

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