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Terrorismo na França traz à discussão o perigo do extremismo religioso

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Natal de 2015
Comments (15)
  1. Pedro disse:

    Esqueceram de mencionar quantos a igreja católica apostólica romana matou no decorrer dos séculos…

  2. Lopes disse:

    Realmente o fundamentalismo nasce na religião monoteísta entre ela o cristianismo ., faz se necessário alertar os povos para trilhar o caminho da paz e tolerância de culturas plurais., nunca impor sob letras ou dogmas uma conduta a ser seguida.,

    O autor do texto lembrou muito bem o jin Jones pastoreco protestante que em meados dos anos 70 e 80 arrebatou centenas de pessoas a sua seita protestante .,

    Agora estamos vendo aflorar mais aberrações no mundo inteiro., aqui no Brasil uma incansável campanha dos protestantes a cruzificacar os espíritas , catolicos , e todo e qualquer um que não se encaixa no modo deles interpretarem a sua Bíblia de João ferreira.,

    É preciso que a sociedade esteja atenta a esses acontecimentos lamentáveis.,

    1. Carlos de Paula disse:

      Jhim Jhones nunca foi protestante, o verdadeiro protestantismo não está no ato do protestar, mas sim, no amor livre de uma consuma ilibada quanto ao servir à Deus e ao próximo sem que isso traga divisão diante do que Deus deixou para todos os que o amam.
      Jhones nunca nos representou ou se quer tenha representado alguma coisa de bom para um bem social, uma vez que suas ideologias comportamentais foram à antítese do que realmente deveriam ter sido. Um erro de um ser que nem humano podemos nomear, não pode apagar os milhares de acertos dos que se empenhar em cumprir o que ele nunca fez. A saber, a arte de amar ainda que sejamos menos amados, pois o amor que nos foi dado por Deus, está dederramado em nossos corações pelo Espírito cujo nome composto termina com Santo, e ser santo nada mais é do que servir e seguir o que Jesus fez!

    2. ivan disse:

      jim jones nao era evangelico era socialista essa era sua religiao.

    3. Helcio disse:

      Que brilhante raciocínio não? Voce quer comparar o ISIS com casos isolados de intolerância por parte de alguns evangélicos contra os espíritas? Os muçulmanos já mataram mais de 250 milhões de pessoas desde o ano 600 DC quando surgiu Maomé. E nos tempos atuais eles matam mais 100 mil cristãos por ano. O que esta acontecendo não é um caso de “Extremismo Religioso” e sim uma guerra de conquista onde os muçulmanos querem exterminar todos os cristãos, judeus, ateus, homossexuais, enfim todos aqueles que não se converterem e se submeterem a Sharia, a lei muçulmana. O Isis, Hamas, Al quaeda, Hezbollah, Irmandade muçulmana e outros grupos menores não são simplesmente uma minoria extremista. Eles são a ponta de lança do levante muçulmano contra o Ocidente e sua cultura e são financiados pelos países ricos do Oriente Médio. Eles já fazem a jihad (guerra santa) há centenas de anos. Se voce não gosta de protestantes, evangélicos tudo bem mas escrever uma coisa dessas querendo igualar o terrorismo islâmico com evangélicos e protestantes baseado em noticias dadas por jornalistas esquerdistas que aproveitam um fato isolado para gerar preconceito e divisão entre irmãos ou é ignorância ou simples má fé mesmo.

    4. wagner disse:

      Meu camarada , quem está praticando terrorismo são o povo do islã.
      Por que você já empacou junto com eles justamente o cristianismo?
      Isso está me parecendo intolerância contra os cristãos, que aliás , são as principais vítimas do muçulmanos .
      Leia o capitulo 9 do alcorão e verá que lá está escrito que eles devem matar os cristãos e os judeus.

  3. luciano disse:

    Seu Bernardo você não citou a igreja católica porquer?
    não seja parcial meu caro.

    1. Cláudio disse:

      A igreja católica já foi extremista, mas deixou esta herança para os protestantes.

      1. Lopes disse:

        Acabou com o lucianta do Brás,kkkk

  4. luciano disse:

    5 segredos obscuros da Igreja Católica

    Ao longo da sua longa história, a Igreja Católica tem sido abalada por escândalos que vão desde a criação da Ordem dos Templários, o julgamento de Galileu até a Madre Teresa​​. Ao longo do século 20 e 21, muitos escândalos vieram à tona, mesmo com a Igreja tentando mantê-los em segredo.

    Confira 5 segredos obscuros da Igreja Católica e se surpreenda:

    O escândalo dos Orfãos de Duplessis

    Nos anos de 1930 e 1940, uma revolução conservadora inaugurou uma era na cidade de Quebec no Canadá, conhecida como ” A Grande Escuridão”. Liderados pelo Premier Maurice Duplessis, o período foi marcado por atos de corrupção sem precedentes e de repressão, muito dos quais envolvendo a Igreja Católica.

    A partir dos anos 1940, o governo Duplessis, em colaboração com a Igreja Católica começou a diagnosticar crianças órfãs com problemas mentais que elas não possuíam. Como resultado desses falsos diagnósticos, milhares de órfãos foram enviados para
    instituições psiquiátricas da igreja, que recebiam subsídio do governo.

    Diversos orfanatos foram convertidos em manicômios para crianças para que a Igreja Católica pudesse ganhar mais dinheiro com os subsídios. Cerca de 20 mil crianças foram erroneamente diagnosticada e presas desta maneira.

    Para piorar a situação, muitos dos órfãos não eram exatamente órfãos. Alguns deles eram simplesmente os filhos de mães solteiras levados à força para a custódia da Igreja, que desaprovada a própria existência do parto fora do
    casamento. Depois de serem internadas, as crianças eram submetidas a uma vida de pesadelo, que incluía o abusos sexuais, terapia de eletrochoque e lobotomias forçadas.

    Algumas crianças foram usadas em testes de drogas e outras experiências médicas.Muitos morreram como resultado de seu tratamento. Na década de 1990, cerca de 3.000 sobreviventes do escândalo dos Orfãos de Duplessis trouxeram a história a tona. O Governo fez um acordo monetário com as vítimas mas a Igreja Católica tentou abafar seu papel no escândalo mantendo-se em
    silêncio.

    O escândalo das Crianças Britânicas

    Durante os séculos 19 e 20, em torno de 150.000 crianças britânicas foram enviadas para a Austrália, Nova Zelândia, Canadá e Rodésia.

    O esquema de tráfico infantil tinha como objetivo a criação de colônias de caucasianos (brancos). As crianças britânicas foram escolhidas para serem enviados pois de acordo com referências da época elas eram um “bom estoque de pessoas brancas.”

    Entre os anos 30 e início dos anos 60, a Igreja Católica enviou pelo menos 1.000 crianças britânicas e 310 crianças maltesas para escolas católicas na Austrália, onde muitos foram forçadas a trabalho escravo principalmente no ramo da construção.

    Além de trabalhos forçados, inquéritos posteriores descobriram que muitas das crianças enviadas pela Igreja eram brutalmente espancadas, estuprados. Muitas crianças passavam fome e eram alimentadas com restos e no chão, como animais. Décadas mais tarde,
    em 2001, a Igreja Católica na Austrália confirmou os crimes cometidos e emitiu um pedido de desculpas.

    O roubo de crianças na Espanha

    Na década de 1930, o regime fascista de Francisco Franco procurou purificar Espanha através do roubo de bebês de pais “indesejáveis”. O regime dizia que os bebês deveriam ser criados em um ambiente “politicamente aceitável”. O regime inicialmente direcionou às crianças de esquerdistas, mas atingiu também mães solteiras. Aproximadamente 300 mil
    bebês acabaram roubados de seus pais.

    O esquema de roubo de bebês foi realizado com a grande colaboração da Igreja Católica da Espanha. Depois de Franco subir ao poder, ele se declarou o defensor da Espanha católica. Assim, a Igreja controlava a maior parte dos serviços sociais na Espanha. Isso permitiu que milhares de crianças fossem roubadas de seus pais por médicos católicos, padres e freiras.

    Em muitos casos, os enfermeiros em hospitais católicos levavam os bebês recém-nascidos de sua mãe
    para serem examinados. A enfermeira, então, voltava com um bebê morto mantidos no gelo com o propósito de convencer a mãe que o bebê tinha morrido. Depois que os bebês eram roubados de suas mães, eram vendidos em um mercado negro de adoções.

    Depois da morte de Franco, em 1975, a Igreja manteve seu controle nos serviços sociais na Espanha e continuou o esquema. Os sequestros de crianças só diminuíram no fim de 1987, quando o governo espanhol começou endurecer os critérios de adoção. Estima-se que cerca de 15 por cento das adoções na Espanha
    entre 1960 e 1989, faziam parte do esquema de seqüestro.

    Lavagem de dinheiro Nazista no Banco do Vaticano

    Em 1947, um agente do Tesouro dos EUA chamado Emerson Bigelow escreveu um relatório altamente confidencial, que alegou que a Igreja Católica tinha contrabandeado ouro nazista através do banco do Vaticano. O próprio relatório foi “perdido”, mas uma carta escrita por Bigelow explicou que ele continha informações de uma fonte confiável revelando que a Croácia tinha contrabandeado cerca de 350
    milhões de francos suíços em ouro para fora do país no final da guerra.

    De acordo com Bigelow, aproximadamente 200 milhões de francos ficaram no Banco do Vaticano sob custódia. Um porta-voz do banco do Vaticano negou as alegações, mas a Igreja Católica permanece envolvida em ações judiciais sobre a sua suposta lavagem de ouro nazista. Em 2000, uma ação coletiva foi movida por cerca de 2.000 sobreviventes do Holocausto e familiares que buscavam a restituição do Vaticano até US$ 200 milhões, utilizando os dados de Bigelow e outros documentos recentemente
    liberados por agências de espionagem que alegam que o Vaticano tinha ouro confiscado dos judeus no regime Nazista. A ação está parada na justiça dos EUA até hoje.

    Os manicômios de Maria Madalena

    Com base em seus dogmas ultraconservadores sobre a sexualidade, muitas mulheres foram presas pela Igreja Católica suspeitas de prostituição ou “promiscuidade”. Elas eram aprisionadas em instituições para doentes mentais dirigidas pela Igreja conhecida como Manicômios de Maria Madalena. Inicialmente, as
    mulheres recebiam “tratamento” devido ao seu comportamento pecaminoso ou por serem promiscuas. Muitas mulheres foram enviadas para os manicômios por suas próprias famílias.

    As principais instituições desse tipo se encontravam na Irlanda. Lá as mulheres eram presas  e forçadas a fazerem trabalho escravo, principalmente relacionadas a lavagem de roupas, durante sete dias por semana. É claro que a Igreja estava sendo paga pelo trabalho das mulheres. Essas lavanderias geravam um grande lucro para a igreja local. As mulheres presas também era
    espancadas, má alimentadas e sofriam abuso sexual. Estima-se que mais de 30.000 mulheres foram presas nessas instituições.

    Os manicômios foram operados na Irlanda do final do século 18 ao final do século 20. Eles só se tornaram uma questão de debate público em 1993, quando 155 corpos foram descobertos em uma vala comum no norte de Dublin. As autoridades que administravam o manicômio haviam enterrado as mulheres em segredo, sem dizer a suas famílias ou mesmo das autoridades que eles tinham morrido.

    Em 2013, as autoridades irlandesas concordaram em pagar, 45.000 mil dólares como indenização para cada sobrevivente após o Comitê contra a Tortura das Nações Unidas pedisse ao governo para tornar uma atitude.

  5. luciano disse:

    A Igreja Católica e os judeus

    325 – Judaísmo é considerado “uma aberração da vontade divina” no Concílio de Nicéia (na atual Turquia). Os judeus são declarados “hereges” 

    465 – “Compartilhar a carne” com um judeu é proibido pelo Concílio de Vannes 

    533 – O 2º Concílio de Orléans proíbe os casamentos mistos entre cristãos e judeus 

    538 – O 3º Concílio de Orléans proíbe aos judeus a posse de escravos cristãos 

    589 – O 3º Concílio de Toledo decreta que um filho nascido de um casamento misto deve ser cristão 

    1215 – O Concílio Ecumênico de Latrão impõe aos judeus o uso de um sinal distintivo especial, o pagamento de um imposto à igreja. Determina, ainda, o estabelecimento de bairros judeus 

    1492 – Os judeus são expulsos pelos reis católicos da Espanha; a Inquisição começa a se impor 

    1555 – O papa Paulo 4º restabelece a vigência da legislação anti-semita que data da Idade Média 

    1930-1945 – A atitude do papa Pio 12 e da Santa Sé em relação à política nazista e de extermínio de judeus durante a Segunda Guerra Mundial divide a opinião dos historiadores 

    janeiro de 1964 – O papa Paulo 6º vai em peregrinação a Jerusalém 

    outubro de 1965 – O Concílio Vaticano 2º aprova a declaração “Nostra Aetate” (Em Nossa Época) que suprime a acusação católica contra o povo judeu 

    7 de junho de 1979 – João Paulo 2º viaja ao campo de extermínio de
    Auschwitz-Birkenau em sua primeira viagem como papa à Polônia 

    13 de abril de 1986 – Pela primeira vez, um papa entra na sinagoga de Roma 

    29-30 de dezembro de 1993 – Assinatura de um acordo entre Israel e o Vaticano sobre questões jurídicas em relação à presença da Igreja Católica em Israel, abrindo caminho para o intercâmbio de embaixadores entre os dois países 

    7 de abril de 1994 – Concerto no Vaticano consagrado à memória do Holocausto com participação de
    rabinos do mundo todo e de sobreviventes do Holocausto 

    15 de junho de 1994 – Vaticano e Israel estabelecem relações diplomáticas 

    16 de março de 1998 – Vaticano publica o documento ‘Recordemos: uma reflexão sobre o Holocausto’ 

    15 de fevereiro de 2000 – Israel protesta contra o acordo firmado entre o papa e o líder palestino Iasser Arafat. O acordo oficializa a presença da Igreja Católica nos territórios palestinos e diz que qualquer declaração unilateral sobre o estatuto de Jerusalém é
    ‘moral e legalmente inaceitável’ 

  6. luciano disse:

    O lado escuro do vaticanoLivro revela como a Igreja Católica ajudou o nazismo e outras ditaduras.

    “Se o papa ordena liquidar alguém na defesa da fé, faz-se isso sem questionamentos. Ele é a voz de Deus e nós somos a mão executora.” Assim pensava o cardeal italiano Paluzzo Paluz zi, que no século XVII exerceu o cargo de chefe da Santa Aliança – o temido serviço secreto do Vaticano, na Itália.

    E assim raciocinavam também ao menos outros 39 religiosos que atuaram no comando das
    organizações de espionagem e contraespionagem ligadas ao Estado do Vaticano desde a sua criação em 1566. Fartamente documentadas, as revelações estão detalhadas no livro “A Santa Aliança: Cinco Séculos de Espionagem do Vaticano” (Editora Boitempo), do jornalista e pesquisador Eric Frattini.

    Ele embasa as suas afirmações em amplas pesquisas realizadas há pelo menos 12 anos em arquivos oficiais da Igreja de diversos países.

    A Santa Aliança foi criada por ordem do papa Pio V com o
    objetivo de assassinar a rainha Isabel da Inglaterra, que era protestante, para restaurar o catolicismo no país. De lá para cá, 40 pontífices assumiram o comando da instituição e atuaram com mais ou menos rigor junto aos trabalhos de seus espiões. Segundo Frattini, houve um único papa que dispensou categoricamente os serviços desse organismo. Trata-se do papa João XXIII. Ele teve a coragem de enfrentar esse setor do Vaticano, que em seu entendimento trazia mais problemas do que soluções ao pontificado, e por isso ficou historicamente conhecido como o Papa Bom ou o Papa da Bondade.

    Uma das atuações mais polêmicas da Santa Aliança se deu durante a Segunda Guerra Mundial. Foi quando entrou em vigor a chamada Operação Convento, que ajudou na fuga de criminosos de guerra nazistas, entre eles o general da SS Hans Fischbock, o tenente-coronel da SS Adolf Eichman e o médico de Auschwitz Josef Mengele. O padre Karlo Petranovic e o bispo Gregori Rozman, notório antissemita, foram bastante ativos nessa época. Na década de 70, o autor menciona a atuação da Aliança na perseguição aos sacerdotes progressistas que defendiam a Teologia da Libertação, entre eles o brasileiro Leonardo
    Boff, ações que contaram inclusive com o apoio da CIA, agência secreta americana. A Igreja também teria incrementado os fundos do Banco do Vaticano através da venda de armamentos a países em conflito. Frattini dá como exemplo o que se passou durante o pontificado de João Paulo II, o papa João de Deus: proprietário de 58% da companhia armamentista Bellatrix, com sede no Panamá, o banco faturou comercializando mísseis Exocet com o governo ditatorial da Argentina durante a Guerra das Malvinas travada entre o país e a Inglaterra em disputa das Ilhas Malvinas (ou Falklands), na década de 80.

    As conexões internacionais do Vaticano são vastas: o dinheiro obtido com a venda desses mísseis teria sido usado para financiar o sindicato Solidariedade, na Polônia, e diversas ditaduras sul-americanas. Além da Argentina, houve intervenção na ditadura de Anastasio Somoza (Nicarágua), de François Duvalier (Haiti), Maximiliano Hernandez Martínez (El Salvador), entre outras. Depois que Ronald Reagan assumiu o poder nos EUA, a organização passou a contar efetivamente com o apoio da CIA, o que a tornou ainda mais atuante. Entre 1979 e 1982, cinco cardeais envolvidos em um
    inquérito que apontava irregularidades no Banco do Vaticano morreram em decorrência de motivos diversos – essas mortes teriam sido encomendadas para prevenir que esses religiosos acabassem por revelar segredos da Santa Aliança. Essa teoria conspiratória lembra os romances de Dan Brown, autor de “Anjos e Demônios” e “O Código Da Vinci” ? Claro, com a diferença que os fatos e os personagens não são mera coincidência.

  7. luciano disse:

    OS CRIMES DA IGREJA CATÓLICA

    Poucas instituições no mundo ao longo da história são responsáveis por tantos crimes e acobertamentos de crimes como a Santa Igreja Católica. O farto cardápio inclui desde mortes na fogueira a pedofilia. Para o imaginário popular, a Igreja é imaculada e se situa num patamar de santidade, portanto, imune aos pecados temporais. Isso se deve em parte à imagem que a instituição forjou ao longo dos tempos, algumas vezes cobrando preço de sangue e traumas
    irrecuperáveis.
               Vamos aos fatos. Com a invenção das famigeradas cruzadas, os cavaleiros da fé saquearam, torturaram e mataram milhares de seres humanos. Eliminaram os homens do mau para impor a Santa Verdade. Em 1099, por exemplo, ao entrar em Jerusalém para expulsar os muçulmanos, os líderes da cruzada, massacraram 70 mil pessoas. O rei Luiz, da França, tido como um santo católico tinha uma prática mais sutil: levava os blasfemadores a pelourinhos e os matava com ferros em brasas, que transpassavam suas línguas. Segundo ele, esses não voltariam a
    blasfemar.
                Em 1231, a Igreja fundou a sua máquina de extermínio: a Santa Inquisição. Por ela passaram quase 1 milhão de pessoas, essencialmente hereges, judeus, muçulmanos e “bruxos”. Precursor de Hitler, o religioso Diego Rodrigues Lucero queimou vivos 107 judeus convertidos ao cristianismo. Isso sem falar na cobrança de indulgências, loteamento do céu e aplicação de preços monetários para que os fiéis chegassem ao Paraíso. Tudo em nome de Deus.
                Na Idade Média, a Igreja havia proibido que mulheres cantassem no coral das igrejas.
    Para não ficar sem as necessárias vozes sopranos, os representantes de Deus encontraram uma solução ungida: castrar jovens meninos cuja voz tenha sido considerada bela. Assim, nos corais da Santa Igreja não faltariam nunca os sopranos e contraltos.
                Mas não é só sob o manto do passado que se esconde a ficha criminal da Santa Sé. Adaptada ao presente, o único senão é a proibição de mandar gente para a fogueira. Duas modalidades veneradas por padres atualmente são a pedofilia e o abuso sexual de mulheres. Só nos Estados Unidos, recentemente foi constatado que 1,2 mil sacerdotes teriam abusado
    de mais de 4 mil crianças. O lamaçal que envolveu 161 dioceses, desmoronou algumas delas, que tiveram que ser fechadas para pagar indenizações às vítimas. O abuso à mulheres também é comum nas paróquias mundiais. A socióloga da religião, Regina Soares Juskewicz lançou um pouco de luz nas trevas paroquiais. Num aprofundado estudo, ela analisou 21 casos de abusos dessa natureza e constatou que a prioridade da Igreja nesse tipo de crime é acobertá-lo a qualquer custo. Há até um decálogo que ensina os líderes a agir em face de abusos sexuais envolvendo padres. Nele inclui subornar a vítima em troca do silêncio,
    desqualificação pública da vítima e exaltação das qualidades do agressor, como bom prestador de serviços à comunidade. No último mandamento, a Igreja se posiciona do lado do agressor e faz todos os esforços para que o crime seja jogado no mar do esquecimento.
                 A Igreja não se importa de conviver com um rosário de pecados. O importante é não gerar escândalo. Em outras palavras: peque, mas esconda a sete chaves. O problema é que abuso de mulheres e crianças não é simplesmente pecado contra as leis divinas. É crime, sujeito a punição terrena, que inclui prisão e indenização da vítima.

                Ainda vivo João Paulo II pediu perdão pelos “erros” da Igreja Católica ao longo dos tempos. Pronto. Num ato, a Santa Sé se redimiu para sempre com os milhões de injustiçados em séculos de história.

    FONTE:RECANTO DAS LETRAS.

  8. Antonio disse:

    Aqui no Brasil os evangélicos representam o que há de mais extremista, basta ver as declarações de Marcos Feliciano, Silas Malafaia, Edir Macedo e outros.. Essas pessoas usam o púlpito para o ataque, principalmente a homossexuais, igrejas de matriz afro, ateus, feministas, católicos para citar alguns. A marcha contra a intolerância religiosa tem o sentido de denunciar e repudiar líderes religiosos que atentam contra a liberdade e a dignidade humana.

  9. Cláudio disse:

    Perigo do extremismo religioso, inclusive o evangélico. Se os extremistas cristãos não fazem isso é porque são covardes e tem medo do rigor das leis de um país laico. Vontade eles tem de exterminar quem não segue seus princípios bíblicos, principalmente os idólatras e os homossexuais.

    1. ivan disse:

      voce fala tolices como tolo que é se temos o estado laico isso se deve ao cristianismo evangelico.

  10. Mauro disse:

    Felizmente os gays são pessoas pacíficas na sua maioria e usam o deboche como arma. Senão já teria havido guerra contra esses fanáticos evangélicos que compõem a bancada evangélica e seus seguidores.

  11. KennethEn disse:

    карепост – карепост, дженерик левитра цена.

  12. Mary disse:

    A ignorância grassa por aqui, qd fazem comparações esdrúxulas como as que acabei de ler aqui.
    A grande diferença entre fundamentalistas de quaisquer religiões e seitas está, obviamente, no VALOR QUE DÃO A VIDA!
    Jogar bombas sobre terroristas que agem fanaticamente que não dão valor, nem as suas vidas, quiçá as de seus inimigos, é o mesmo que chover no molhado!
    Nesse atentado de sexta na França, 8 dos nove terroristas se auto explodiram. Como entender e lidar com gente assim?
    Eu acho que a França, Estados Unidos e Rússia deveriam agir por terra, com tropas, serviço de inteligência e espionagem para PRENDER esses bandidos criminosos sem amor e sem pátria! A PRISÃO SERIA O MAIOR CASTIGO PARA ELES, NÃO A MORTE!

  13. Paulo Afonso Denipoti de Andrade disse:

    Só um dado a ser levado em conta : Não existem muçulmanos moderados…

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