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Primeira Divisão da Igreja – l séc

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Um dia é preciso Crescer
Comments (20)
  1. Eduardo Nobre disse:

    Nossa, que divisão da Igreja que aconteceu nessa ocasião?

    Paulo mesmo recolhia ofertas nas congregações dos gentios para ajudar os necessitados da congregação de Jerusalém.

    “Mas agora vou a Jerusalém para ministrar aos santos. Porque pareceu bem à Macedônia e à Acaia fazerem uma coleta para os pobres dentre os santos que estão em Jerusalém” (Romanos 15:25-26).

    Paulo exortava contra a divisão, então ele nunca seria causa de divisão:

    “Quero dizer com isto, que cada um de vós diz: Eu sou de Paulo, e eu de Apolo, e eu de Cefas, e eu de Cristo.
    Está Cristo dividido? foi Paulo crucificado por vós? ou fostes vós batizados em nome de Paulo?”
    (1 Coríntios 1:12-13).

    A divisão ocorreu tempos depois, e não foi por causa dos apóstolos (embora no tempo deles as heresias e divisões já tivessem sido iniciadas, mas não por eles, mas por outros, e eles as combatiam). No tempo dos apóstolos circuncidados e não circuncidados eram uma só congregação.

    O que aconteceu em Atos 15, é que alguns queriam circuncidar os gentios (o que é errado, sempre foi errado, até segundo o próprio judaísmo). Paulo foi à Jerusalém resolver a questão, e todos, lendo os profetas, dando testemunhos, e com o auxílio do Espírito Santo, chegaram a uma decisão em comum, uma unidade, como uma igreja unida. Tanto que Paulo saiu dali com uma carta para os gentios, vinda de Jerusalém, levando com ele alguns homens dali.

    “Tendo tido Paulo e Barnabé não pequena discussão e contenda contra eles, resolveu-se que Paulo e Barnabé, e alguns dentre eles, subissem a Jerusalém, aos apóstolos e aos anciãos, sobre aquela questão”. (Atos 15:2).

    Como vê, não haviam duas igrejas, mas uma só, cuja base era em Jerusalém. Ocorreu uma contenda, e Paulo e Barnabé foram em Jerusalém resolver a questão.

    “Na verdade pareceu bem ao Espírito Santo e a nós, não vos impor mais encargo algum, senão estas coisas necessárias:
    Que vos abstenhais das coisas sacrificadas aos ídolos, e do sangue, e da carne sufocada, e da fornicação, das quais coisas bem fazeis se vos guardardes. Bem vos vá.
    Tendo eles então se despedido, partiram para Antioquia e, ajuntando a multidão, entregaram a carta”. (Atos 15:28-30)

    Aconteceu também o contrário, em Atos 21, comentavam (mentindo) que Paulo dizia que os judeus convertidos não precisavam mais guardar a Lei:

    “E, havendo-os saudado, contou-lhes por miúdo o que por seu ministério Deus fizera entre os gentios.
    E, ouvindo-o eles, glorificaram ao Senhor, e disseram-lhe: Bem vês, irmão, quantos milhares de judeus há que crêem, e todos são zeladores da Lei”. (Atos 21:19-20).

    Vê que havia união, veja a alegria, Paulo contando do ministério que Deus fizera entre os gentios, e Tiago contando com alegria dos milhares de judeus que creram e eram zeladores da Lei. Circuncisos e Incircuncisos, mas uma só Igreja.

    “E já acerca de ti foram informados de que ensinas todos os judeus que estão entre os gentios a apartarem-se de Moisés, dizendo que não devem circuncidar seus filhos, nem andar segundo o costume da lei”. (Atos 21:21). – Aqui o boato já era outro, de que Paulo estava ensinando que os judeus convertidos deveriam se apartar de Moisés e não andar segundo o costume da Lei. Como resolver isso? Como acabar com essa mentira?

    “Toma estes contigo, e santifica-te com eles, e faze por eles os gastos para que rapem a cabeça , e todos ficarão sabendo que nada há daquilo de que foram informados acerca de ti (ou seja, que os comentários de que Paulo pregava que os judeus convertidos não deveriam mais guardar a Lei, eram mentira), mas que também tu mesmo andas guardando a Lei”. (Atos 21:24).

    Mas e os gentios?

    Todavia, quanto aos que creem dos gentios (e não os judeus convertidos), já nós havemos escrito (em Atos 15), e achado por bem, que nada disto observem (ou seja, que não observem a Lei, e que não se circuncidassem); mas que só se guardem do que se sacrifica aos ídolos, e do sangue, e do sufocado e da fornicação. (Atos 21:25).

    Conforme pode observar, os judeus que se convertiam a Cristo, continuavam sendo judeus (e andando segundo os costumes dos judeus), e os gentios que se convertiam a Cristo, continuavam sendo gentios (observando além dos ensinamentos de Cristo somente algumas coisas essenciais, como não sacrificar a ídolos).

  2. Eduardo Nobre disse:

    Só para explicar, porque houve toda essa confusão em Atos 15 e Atos 21.

    Para o judaísmo, um gentio não precisa se converter ao judaísmo para ser considerado um justo, um homem de Deus. Basta ele seguir o que eles chamam de Leis Noéticas (porque Noé foi considerado justo antes da circuncisão e da Lei Mosaica, e foi o primeiro instrumento de salvação de Deus para a humanidade), que são basicamente o que foi recomendado aos gentios em Atos 15. Se você chegar hoje a um judeu ortodoxo querendo se converter ao judaísmo, ele vai te questionar: por quê?

    Se você disser: quero me achegar a Deus, quero fazer parte do povo de Deus, quero ser justo, quero levar uma vida que agrade a Deus etc.. Ele vai te responder: mas você não precisa ser judeu para isso. Basta ser justo, não cometer idolatria, não beber sangue, evitar fornicação e adultério, amar ao seu próximo etc..

    Quando o povo hebreu saiu do Egito, haviam egípcios entre eles, e haviam estrangeiros, e todos faziam parte da Congregação de Deus. Eles participavam das festas (menos Páscoa, que só podia participar circuncisos), mas não precisavam guardar a Lei, mas eram povo de Deus. Assim também, nem todo judeu podia ser sacerdote, e nem todo levita podia ser sumo sacerdote. E nem todo judeu podia cumprir as leis referentes somente aos reis, homens não precisavam cumprir as leis referentes às mulheres, e vice versa. Cada um cumpria as leis que lhes eram designadas, e os gentios só cumpriam as leis noéticas (até hoje é assim), as que foram dadas também aos gentios convertidos em Atos 15.

    Mas porque aquela confusão?

    Pelo seguinte. Todos eram “povo de Deus”, mas os judeus eram “Luz do Mundo”. A eles cabia guardar a Palavra de Deus, ensinar acerca de Deus, receber os dons e revelações de Deus.

    Então, veio o Messias Jesus. Ok. Os apóstolos, e futuramente os discípulos, o receberam, e receberam dons dele. Mas os judeus continuavam sendo a “Luz do Mundo”. Então vieram os prosélitos também, em Pentecostes. Mas ainda, somente judeus eram a “Luz do Mundo”. Jesus já havia mandado seus discípulos espalharem o Evangelho pelo Mundo. Os discípulos achavam que iriam espalhar o Evangelho, que os gentios iriam receber o Evangelho, se converterem a Jesus e alcançarem a salvação, mas que somente os cristãos judeus continuariam sendo a “Luz do Mundo”.

    Então, teríamos duas classes: A Luz que ilumina (os cristãos judeus), e os que são iluminados (os cristãos gentios).

    Então aconteceu algo que mudou tudo. Os gentios passaram também a receber o Espírito Santo, e também a receber os dons, exatamente como os judeus. Ou seja, Deus não estava mais fazendo acepção de pessoas, estava derramando os dons tanto a judeus como a gentios. Ou seja, os gentios não eram mais somente iluminados pela luz dos judeus, mas agora também tinham os dons, os ministérios, seriam também “Luz do Mundo”. Essa sim, foi uma situação nova para o mundo judeu. Agora gentios e judeus estavam no mesmo grau, estavam sendo igualmente favorecidos por Deus.

    Então veio a questão. Ora, se eles são Luz do Mundo também, então eles também devem ter as mesmas responsabilidades que nós, devem ser circuncidados e guardar a Lei de Moisés. Então, começaram esses boatos. E Paulo, inteligentemente questionou (sem precisar consultar os mais antigos em Jerusalém): ora, quando Deus favoreceu vocês, derramou o Espírito Santo, vocês eram circuncidados? Vocês guardavam a Lei? Não foi pela Graça, pela Fé em Cristo, que vocês receberam o Espírito Santo? Então porque querem agora passar a fazer essas coisas?

    Mas quem espalhou esses boatos, veio de Jerusalém, e os gentios tinham forte apreço pelos cristãos mais antigos de lá, considerados as Colunas. Então Paulo e Barnabé foram para lá, de onde saíram esses boatos, afim de resolver essa questão.

    E lá, todos reunidos, lendo os profetas, ouvindo os testemunhos de Pedro, Paulo etc.., e com a orientação do Espírito Santo, chegaram à conclusão de que tudo deveria permanecer como estava (Paulo estava certo), ou seja, os gentios continuariam gentios, guardando somente as leis noéticas (como sempre foi no judaísmo). Não foi pelas obras da Lei que eles receberam o Espírito Santo, foi pela Graça. Então, cristãos gentios continuariam gentios.

    Beleza, resolvido.

    Mas aí veio outro problema. Ora, agora, o boato era que os cristãos judeus não precisariam mais se circuncidar e guardar a Lei. Comentaram que Paulo estava ensinando isso aos cristãos judeus que vivam entre os gentios (uma mentira, Paulo ensinava isso somente aos gentios, como foi designado em Atos 15). E porque começaram esses boatos?

    Ora, se agora todos somos Luz do Mundo, todos somos um só corpo, se Deus não faz acepção de gentios ou judeus, se somos todos um, então porque os gentios não precisam guardar a Lei, e nós precisamos?

    E Tiago em Atos 21 comenta com Paulo isso, que estavam espalhando essas mentiras em nome dele, e que essas mentiras chegaram em Jerusalém, onde milhares de judeus estavam se convertendo a Jesus e ainda sim eram zelosos da Lei (nos escritos judaicos, Tiago irmão de Jesus era tão zeloso da Lei que era considerado um Tsadik – justo no mais alto grau de elevação espiritual entre os judeus, e os judeus tinham tanto apreço por ele, que chamavam os cristãos judeus de: A Seita de Tiago, e muitos ainda achavam que Jerusalém foi destruída como castigo pela morte de Tiago). Então, Tiago propõe a Paulo mostrar que esses boatos eram mentira, pois ele mesmo (Paulo) ainda guardava a Lei.

    O mesmo raciocínio usado para os gentios, valia para os judeus. Vocês não guardavam a Lei quando foram chamados? Não receberam o Espírito Santo quando circuncidados? Quando zelosos da Lei? Então porque agora querem mudar, como se sua obra é que te salvasse? Foi pela Graça que recebeu a salvação, pela fé, que recebeu o Espírito Santo. Graça imerecida.

    Assim, quem era judeu, continuava judeu, e quem era gentio, continuava gentio. Mas todos eram uma só Congregação, um Só Corpo.

    Paulo não dividiu a Igreja, ele se fez judeu para ganhar judeus, gentio para ganhar gentios, da Lei para os da Lei, para ganhar a todos para Cristo, de diferentes costumes, diferentes etnias, diferentes modos de se vestir, guardando a Lei ou não, mas todos como um Só Corpo, pois um corpo não é feito só de braços e nem só de pernas.

    1. Amilcar Rodrigues disse:

      Caro Leitor,
      Eduardo Nobre,

      Agradeço a sua participação e os comentários que achou por bem fazer.

      Reitero que a questão por mim levantada se deve ao facto que apresentei no meu texto. Paulo apresentou controvérsias sobre a Lei Mosaica que a julgava inútil e, no entanto, a
      recomendava, Ef 6:2.

      Sobre a oferta que Paulo levou a Jerusalém, não consta a sua entrega. Provavelmente a
      sua presença não era desejável.

      O manifesto referido em Gál 2 não foi simpático e até desrespeitoso na forma como lidou
      com Pedro.

      Conclusão: O zelo de Paulo como fariseu o manifestou depois como cristão e dir-se-ia que
      lhe faltou diplomacia para lidar com a passagem da Antiga Aliança para a Nova Aliança.

      Nos dias de hoje para algumas igrejas o beber vinho é pecado e para outras não, um pe-
      queno exemplo para mostrar que a cultura pode influir negativamente na comunhão do
      Corpo de Cristo.

      Quanto ao mais creio que a Igreja de Jerusalém estava ciente da salvação pelo Redentor,
      em que a fé e a graça eram o requisito necessário à mesma e para isso basta ler o primei-
      ro discurso de Pedro e também o de Estêvão, em Atos dos Apóstolos.

      Ver em “Colunas os “posts” Jesus, o Cristo e os cristianismos” e a Lei do Senhor é perfeita.

      Saudações cristãs,
      Amilcar

      1. Eduardo Nobre disse:

        Prezado,

        Leia com atenção o que escrevi, com calma, para entender a questão.

        “Reitero que a questão por mim levantada se deve ao facto que apresentei no meu texto. Paulo apresentou controvérsias sobre a Lei Mosaica que a julgava inútil e, no entanto, a recomendava”, Ef 6:2.

        Paulo não era controverso, era muito sábio, mas realmente, é difícil de entender (não se pode ler uma carta isolada, ou um versículo isolado e tirar uma conclusão), fora o fato de que distorciam o que ele falava (como em Atos 21).

        “E tende por salvação a longanimidade de nosso Senhor; como também o nosso amado irmão Paulo (quem escreve isso, foi o próprio Pedro que você disse ter “rachado” com Paulo) vos escreveu, segundo a sabedoria que lhe foi dada;
        Falando disto, como em TODAS AS SUAS EPÍSTOLAS, entre as quais há PONTOS DIFÍCEIS DE ENTENDER (quem disse isso, foi um homem que recebeu o Espírito Santo, e que andou com Jesus, então devemos examinar os escritos de Paulo com cuidado), que os indoutos e inconstantes torcem, e igualmente as outras Escrituras, para sua própria perdição” (2 Pedro 3:15-16).

        “Sobre a oferta que Paulo levou a Jerusalém, não consta a sua entrega. Provavelmente a sua presença não era desejável”.

        Esse “provavelmente sua presença não era desejável”, é coisa sua. Em Atos 21, muito tempo depois do “racha”, Paulo foi recebido com alegria em Jerusalém.

        E, quando tiver chegado, mandarei os que por cartas aprovardes, para levar a vossa dádiva a Jerusalém (1 Coríntios 16:3).

        Agora, já foi na 2º carta aos Coríntios (depois das coletas que ele agradece na primeira):

        “Agora, porém, completai também o já começado, para que, assim como houve a prontidão de vontade, haja também o cumprimento, segundo o que tendes. (2 Coríntios 8:11).

        “Quanto à administração que se faz a favor dos santos, não necessito escrever-vos;
        Porque bem sei a prontidão do vosso ânimo, da qual me glorio de vós para com os macedônios (ele se gloriava da doação destes – coríntios); que a Acaia está pronta desde o ano passado; e o vosso zelo tem estimulado muitos (então, ele levou ofertas dos Coríntios, e se gloriava da generosidade destes) – (2 Coríntios 9:1-2).

        “O manifesto referido em Gál 2 não foi simpático e até desrespeitoso na forma como lidou com Pedro”.

        “E conhecendo Tiago, Cefas e João, que eram considerados como as colunas, a graça que me havia sido dada, deram-nos as destras, EM COMUNHÃO COMIGO E COM BARNABÉ, para que nós fôssemos aos gentios, e eles à circuncisão;
        Recomendando-nos somente que nos lembrássemos dos pobres, o que também procurei fazer com diligência” (Gálatas 2:9-10).

        O Evangelho aos gentios foi aprovado em Jerusalém (até porque, o primeiro a levar o Evangelho a um gentio foi Pedro, a Cornélio).

        “Quando, porém, Cefas veio a Antioquia, resisti-lhe na cara porque era repreensível”. (Gálatas 2:11).

        Conforme pode observar, Pedro era repreensível, estava agindo de forma errada, e por isso foi corrigido. Pedro quando interveio a Jesus acerca do seu sacrifício, Jesus lhe disse: “Aparta-te de mim Satanás”, isso não quer dizer que Jesus rachou com Pedro não é? Isso mostra ainda mais comunhão, que todos são irmãos, não importa a posição, não existe hierarquia (o próprio Pedro, agindo errado, foi corrigido por Paulo), Jesus (o Evangelho) é o juíz, e o vínculo de união entre os irmãos:

        “Mas quando vi que eles não andavam RETAMENTE CONFORME A VERDADE DO EVANGELHO, disse a Cefas perante todos: Se tu, sendo judeu, vives como gentio, e não como judeu, como obrigas os gentios a viver como os judeus?” (Gálatas 2:14).

        Pela Carta de Pedro, mencionada acima, observa-se que ele tinha muito apreço por Paulo, que lhe chamou atenção, não sem razão, mas conforme a Verdade do Evangelho (que é juíz sobre todos, e a todos os irmãos une em uma só Igreja).

        Só há um Evangelho:

        “Mas ainda que nós, ou um anjo do céu vos pregasse um Evangelho além do que vos pregamos, seja anátema”.

        Gálatas 1:8

        “Não pode haver judeu nem grego, não pode haver escravo nem livre, não pode haver homem nem mulher, pois todos vós sois um em Cristo Jesus”. (Gálatas 3:28).

        “Conclusão: O zelo de Paulo como fariseu o manifestou depois como cristão e dir-se-ia que lhe faltou diplomacia para lidar com a passagem da Antiga Aliança para a Nova Aliança”.

        Conforme escrito acima, não lhe faltou zelo, mas Paulo agia conforme a verdade do Evangelho, ele se dirigiu a Jerusalém para buscar apoio na questão dos gentios, e ainda nunca se esqueceu de ajudar os santos de Jerusalém.

        “Há um só corpo e um só Espírito, como também fostes chamados em uma só esperança da vossa vocação;
        Um só Senhor, uma só fé, um só batismo;
        Um só Deus e Pai de todos, o qual é sobre todos, e por todos e em todos vós”.
        (Efésios 4:4-6).

        De fato, temos que ter cuidado ao ler os escritos de Paulo:

        “E tende por salvação a longanimidade de nosso Senhor; como também o nosso amado irmão Paulo vos escreveu, segundo a sabedoria que lhe foi dada;
        Falando disto, como em TODAS AS SUAS EPÍSTOLAS, entre as quais há PONTOS DIFÍCEIS DE ENTENDER, que os indoutos e inconstantes torcem, e igualmente as outras Escrituras, para sua própria perdição” (2 Pedro 3:15-16).

        1. Amilcar Rodrigues disse:

          Caro Leitor,
          Eduardo Nobre,

          Reitero tudo o que escrevi sobre a divisão da igreja, a saber:

          1- O apostolado de Pedro para a circuncisão e de Paulo para a incircuncisão.

          Não vejo nenhuma razão para ser arguido do crime que me imputa. A litera-
          cia não permite frases nebulosas de difícil interpretação para fazer com que
          os outros aceitem o que na verdade não está escrito. Afinal as Cartas atri-
          buidas a Paulo só são as que por ele foram assinadas pelo seu próprio pu-
          nho de acordo com a sua expressa vontade. As demais, as deuropaulinas
          desconhecem-se os seus autores, salvo a Carta aos Romanos escrita por
          Tércio, Rm 16:22 e que Paulo não assinou.

          Paulo sempre foi contra a Lei, entenda-se os dez mandamentos e o cristia-
          nismo Joanino manda obedecer aos mandamentos, I Jo 5:2, Ap 12:17 e 14:12.

          Paulo também criou um novo mandamento das mulheres estarem caladas
          na igreja, do celibato a não ser que se abrase o que demonstra desconheci-
          mento de saúde física, do uso do véu pelas mulheres. O Evangelho Paulino
          mostra dificuldades porque não testifica à cerca das mulheres que viram o
          Cristo ressuscitado, I Co 15:5-8. (ver meu texto “As Aparições do Cristo” a-
          qui em “Colunas”. Além do mais também era contra a guarda do sábado e
          a graça por ele proclamada punha fora do Reino de Deus a glutonaria e a
          bebedice, coisas que não são louváveis mas que a graça não conseguia
          dominar os incautos.

          O que eu pretendo defender é que a Lei Mosaica, não salva mas é o padrão
          da santidade de Deus e interpretada por Jesus no Sermão da Montanha. Ver o texto “Sermão da Montanha e da Planície”, aqui em “Colunas”.

          Finalmente, os mandamentos noáticos que o Eduardo Nobre defende, en-
          tenda-se, do início até à Lei Mosaica, a circuncisão faz parte da vontade de
          Deus que não muda. Não fui eu que a inventei e ela foi dada não para sal-
          var o incrédulo mas para marcar o crente. Porque Abraão creu Deus man-
          dou que ele e a sua posteridade fosse circuncidada e nós também. Não
          desacreditamos com isto a salvação pela fé no Sangue de Cristo e nas su-
          periores promessas de que a Lei de Deus foram inscritas nos corações e
          nas mentes daqueles que nEle crêem, Hb 10:16.

          Melhores saudações cristãs

          Amílcar

          1. j.matias disse:

            .

            Sermos justificados pela lei, implica em praticar tudo o que a lei manda.
            A lei é a soma total dos mandamentos de Deus. “e por obras da lei”
            Os judeus pensavam lá nos seus botões que podiam ser justificados dessa maneira.
            Os judaizantes idem, os mesmos que professavam a fé em Jesus. hoje sucede o mesmo, em grande multidão, é regras por tudo o que é lado.
            Seguir a Moisés, tornou-se para muitos uma escravidão. Eles dizem que é preciso FAZER tudo o que a lei ordena e EVITAR o que tudo o que a lei proibe, deve circuncidar-se como sinal, para ser um bom cristão.
            Os judeus e judaizantes naquela época, como hoje dizem, que é preciso guardar os DEZ MANDAMENTOS. Precisamos amar a Deus e sevir ao Deus vivo, e não ter outros deuses ou substitutos. É preciso honrar o seu dia, ( Sábado) honrar os pais, EVITAR o adultério, o homicídio e o roubo.
            Não devemos dar falso testemunho, contra o nosso próximo, nem cobiçar a mulher do próximo, assim como algo que não lhe pertence. Isto na lei moral.
            Temos também agora a cerimonial…é preciso obedecer á religião, levá-la a sério, claro examinando de vez enquando as escrituras, para que não aja esquecimento dos deveres escritos, deve frequentar os cultos públicos, jejuar, rezar, dar esmolas.
            Se todos estes preceitos forem cumpridos, sem falhar em nada, ter-se-á alcançado o sucesso e a aceitação de Deus.
            Chama-se a isto o que Paulo disse: ( procurar estabelecer a sua própria justiça. Rom: 10:3.)
            Será que não estamos vendo esta religião nos dias de hoje? Não é isto uma ilusão terrivel que nos amordaça completamente ao ponto de não ouvirmos o que Deus tem destinado para aqueles que Ele próprio chamou. O diabo é o maior mentiroso do mundo.
            Jamais alguém será justificado pelas obras da lei, e aquele que nelas anda, está na maldição.
            Só Jesus foi capaz de cumprir toda a lei. Os Dez Mandamentos.
            A palavra de Deus quando nos diz que aqueles que GUARDAM os Mandamentos, eles serão salvos. Parece havêr aqui uma contradição, pois que Deus sabe que ninguém é capaz de guardar os Mandamentos prescritos na lei. E nós sabemos que na palavra de Deus não há contradições.
            Esta regra de guardar os mandamentos como exigência á salvação, tem levado muita gente a gemer, e criar religiões de toda a expecie, e para todos os gostos.
            Guardar os mandamentos, não é a mesma coisa de observá-los e praticá-los.
            Sabemos que só quem está lavado nas suas vestimentas, das misérias do pecado, e foi reconciliado com Deus Pai por Cristo Jesus..esses sim terão acesso á árvore da Vida.
            Sabemos que Cristo cumprio toda a lei, e a cravou na cruz, e se fez maldição por nós.
            Nesse caso porque teriamos ainda nós que andar em obediência á lei da letra, e não do espirito?
            Guardar os Mandamentos, na realidade só aqueles que Nasceram de Novo têem esse poder, pois que em nós nos foi implantado uma nova lei, pelo um novo sacerdócio, em nosso homem interior. Se fosse possivel guardar a lei que Deus deu a Moisés, certamente despensavamos a obra de Cristo.
            Pois só nós temos prazer na lei de Deus, por isso mesmo Cristo disse que nem um J.ou um Til, se retiraria da lei a té que tudo fosse cumprido. Exatamente Ele por nós e agora em nós continua cumprindo até ao dia da nossa redenção.
            Cristo mudou a lei, Cristo, não abolio a lei, mas nos mostrou o seu siginificado, que estava oculto tanto a judeus como a gentios. Aquele que recebeu o amor de Deus esse já cumprio toda a lei, pois que o mesmo sabe os preceitos que agradam ao nosso Deus Pai.
            “Nota: Paulo não era contra a lei, ele sabia era entrepertá-la á luz da Verdade em Cristo.
            Paulo noutros tempos de escuridão era grande fanático á lei, só que tinha uma venda nos olhos que não entendia o espirito da lei, por isso mesmo não via Jesus o messias anunciado pelos profetas na mesma letra da lei que ele todos os dias lia. Foi preciso O Espirito Santo lhe revelar, o mesmo acontece hoje, cria-se leis e regras para tudo.

          2. Eduardo Nobre disse:

            Caro Amilcar,

            Não há nenhuma divisão, a não ser a divisão cultural e étnica (judeus e gentios). Leia novamente Atos 15 e Atos 17, e observe que havia recomendações diferentes para cristãos gentios e para cristãos judeus, mas que isso não significava que eram duas igrejas, mas uma só, com diferentes membros. Paulo foi apóstolo dos incircuncisos, e isso não foi uma divisão, mas foi aprovado pelos pilares da Fé (João, Pedro e Tiago), como o próprio Paulo argumenta aos Gálatas.

            Justamente pela Lei não ser necessária para a salvação, guardá-la ou não, não fazia diferença para que os cristãos tivessem a mesma fé, e recebessem o mesmo Espírito Santo. Por isso, não fazia diferença se um judeu continuasse guardando a Lei (Atos 17), e que um gentio não guardasse a Lei (Atos 15). Não é pela Lei que eles estão unidos em uma só Igreja, é por Jesus Cristo, este é o elo de união entre judeus e gentios. Portanto, não tem sentido você falar de uma igreja dividida por Lei ou circuncisão, quando ela está unida por Cristo.

            Sabemos também que Pedro não pregou somente para judeus, ele viajou, e também pregou para gentios (aliás, foi ele o primeiro a receber um gentio – Cornélio). E também, que Paulo converteu muitos judeus. Mas de fato, por Pedro ter mais destaque entre os judeus, e Paulo entre os gentios, são assim chamados: apóstolo dos circuncisos, apóstolo dos incircuncisos.

            Apóstolo, significa enviado. Então, não é uma divisão da igreja, mas são pessoas enviadas para lugares e pessoas diferentes (circuncisos e incircuncisos), para uni-las em um só lugar (Igreja de Cristo).

            “Paulo sempre foi contra a Lei, entenda-se os dez mandamentos e o cristianismo Joanino manda obedecer aos mandamentos”, (I Jo 5:2, Ap 12:17 e 14:12).

            Se você conhecesse melhor o judaísmo, entenderia melhor a Paulo. Paulo foi aluno da Casa de Hilel (discípulo de Gamaliel, segundo ele), e prega exatamente como um sábio do Talmude (aliás, qualquer pessoa que leia o Talmude sem a devida orientação, chega a conclusões precipitadas).

            Se um rabino escrevesse uma carta para gentios que estivessem tentando cumprir a Lei, ele seria tão, ou mais rígido que Paulo. Faria através de argumentos pesados a Lei como inútil e obsoleta para um gentio, não tendo o menor sentido. Peça hoje para um rabino ortodoxo, para se converter e seguir a Lei, e você vai “ouvir a carta de Gálatas”.

            Paulo não foi contra a Lei, a Lei não é ruim. O problema não é a Lei, o problema somos nós. Pelo fato de sermos incapazes de cumprir a Lei, ela se torna condenação e maldição para nós:

            “Que diremos pois? É a lei pecado? De modo nenhum. Mas eu não conheci o pecado senão pela lei; porque eu não conheceria a concupiscência, se a lei não dissesse: Não cobiçarás.

            Mas o pecado, tomando ocasião pelo mandamento, operou em mim toda a concupiscência; porquanto sem a lei estava morto o pecado.
            E eu, nalgum tempo, vivia sem lei, mas, vindo o mandamento, reviveu o pecado, e eu morri.

            E o mandamento que era para vida, achei eu que me era para morte”.
            (Romanos 7:7-10).

            “Porque o pecado, tomando ocasião pelo mandamento, me enganou, e por ele me matou.

            E assim a lei é santa, e o mandamento santo, justo e bom”.
            (Romanos 7:11-12).

            A Lei foi dada por Deus e é santa, mas foi uma Lei Santa dada para um homem corrompido, isso só pode resultar em pecado e morte. Mas foi na abundância do pecado que abundou a Graça.

            Imagine se você faz um pacto com Deus. Deus é perfeito, você é imperfeito. O pacto, é santo, porque veio de Deus. Mas por causa da sua imperfeição, o pacto se torna condenação para você, pois certamente não poderá cumpri-lo, pelo padrão de santidade do Pacto. Assim, o Pacto se tornará maldição, morte e te acusará, apontará o seu pecado. E enquanto você estiver debaixo desse pacto, estará sob maldição, estará sob pecado, pois jamais poderá cumprir todos os itens do pacto, e se tropeça em um, tropeça em todos. Mas isso não significa que o Pacto é ruim. Nós é que somos. E por isso, foi pela Graça que fomos salvos, não por nosso mérito, para que não nos gloriássemos diante de Deus.

            Por isso, Paulo não fala mal da Lei, pelo contrário.

            Eu entendo isso perfeitamente, mas que vejo que tem dificuldade para isso.

            Saudações.

    2. Eduardo nobre muito obrigado por vç rebater essa controvercia desse cara que já deve ter se desviado da verdade.

  3. isabel ferreira disse:

    Obrigada pela explanaçao.Entendi um monte de coisas que nao entendera ainda sobre essas contendas.Muito bom mesmo.

  4. j.matias disse:

    .

    Jose Matias Sem qualquer sombra de dúvida, aqui exponho o que me parece um assunto deveras bem controverso, afirmar que o apostolo Paulo foi o primeiro a dividir a igreja de Jesus Cristo.
    Vamos a fatos: Em 2: 1 de Galatas temos algo que nos vai ajudar a compreender o que na realidade aconteceu naquela época.
    “Em seguida quatorze anos mais tarde subi novamente a Jerusalém com Barnabé, tendo tomado comigo também Tito. subi em virtude de uma revelação e EXPUS-LHES- em forma reservada aos NOTÁVEIS- O EVANGELHO que proclamo entre os gentios, afim de não correr,nem ter corrido em vão. Ora, nem Tito, que estava comigo,e que era grego, foi obrigado a circuncidar-se. Mas por causa dos INTRUSOS, esses esses FALSOS irmãos que se infiltaram para espiar a liberdade que temos em Cristo jesus, a fim de nos reduzir á ESCRAVIDÃO, aos quais não CEDEMOS sequer um instante, por deferência, para que a VERDADE do EVANGELHO permanecesse entre vós…E por parte dos que eram tidos por NOTÁVEIS- o que na realidade eles fossem não me enteressa; Deus não faz acepção de pessoas- de qualquer forma, os NOTÁVEIS nada me acrescentaram. Pelo contrário, vendo que a mim fora confiado o evangelho dos incircuncisos como a Pedro o dos circuncisos- pois AQUELE QUE OPERAVA EM PEDRO PARA A MISSÃO DOS CIRCUNCISOS OPEROU EM TAMBÉM EM MIM EM FAVOR DOS GENTIOS- E CONHECENDO A GRAÇA EM MIM CONCEDIDA, TIAGO, CEFAS E JOÃO, OS NOTÁVEIS TIDOS COMO COLUNAS, ESTENDERAM-NOS AS MÃO, A MIM E A BARNABÉ, EM SINAL DE COMUNHÃO; NÓS PREGARIAMOS AOS GENTIOS E ELES AOS DA CIRCUNCISÃO.
    Quanto ao que aqui foi escrito tirado da palavra de Deus, creio não havêr dúvidas quanto ao entendimento entre o apostolo Paulo e os “NOTÁVEIS ” Neste caso os apostolos colocados em Jerusalém, pois os mesmos em concordância com Paulo, lhe estenderam a mão, dando seu apoio ao evangelho que ele pregava.
    Sempre através dos tempos, e começando exatamente no tempo da igreja primitiva, sempre houve falsos mestres a tentar solapar a autoridade que Deus deu a Paulo, dizendo que seu evangelho era diferente de Pedro, e não só, diferente dos outros apostolos de Jerusalém. Eram neste caso dois evangelhos, o de Pedro e o de Paulo.
    Isto naturalmente era as manhas engendradas pelos judaizantes, que criam á força que os gentios se circuncidassem, dizendo eles que tais crentes não podiam ser salvos, só na fé em Jesus Cristo, teriam que cumprir a lei que foi dada a Moisés.
    Queriam naturalmente romper a unidade apostólica, e criar uma rotura entre os apostolos.
    Temos que dar muita atenção ás palavras de Paulo, quando afirmou que seu evangelho não vinha de revelação de homem algum, mas o Senhor Jesus foi quem o revelou, pois que ele mesmo disse que nunca consultou homens.
    Ele provou em Jerusalém que seu evangelho era idêntico aos demais apostolos, afirmando que os tais nada lhe acrescentaram..entendamos estas palavras, ele não disse que eles não tinham nada a ensinar-lhe. Mas sim que tudo o que ele afirmava em favor do evangelho estava em concordância, com o que Jesus ensinou, para que fosse anunciada a todos os povos.
    Este é deveras um dilema que temos que meditar bem, quando anunciamos a palavra de Deus. Vamos aceitar a palavra de Paulo quanto á origem da sua mensagem, tal e qual as mesmas são sólidas evidências estóricas? ou noutro caso vamos-nos basiar na nossa teologia sem fundamento estórico.
    Se o apostolo Paulo diz que o seu evangelho não veio de homens, mas de Deus, em que ficamos? Rejeitar as evidências das revelações de Paulo dadas por Deus, e confirmadas com milagres, e curas e sinais poderosos, nesse caso rejeitamos também a Deus.
    Lêr a carta de Paulo aos Galatas nos dá uma grande vizão do que Deus por Cristo jesus, anunciou primeiramente a Abrãao, nos desvendou seu grande mistério que estava oculto, em Jesus Cristo, Pois que o evangelho foi sem dúvida alguma anunciado primeiramente a Abrãao, este pela fé obteve a promessa, e isso lhe foi impuntado como justiça, e isto antes de ele ser circuncidado. Vamos pois atentar sim para a circuncisão do coração já antes de Cristo ser anunciado na antiga aliança, e confirmado agora em Cristo Jesus, pois Ele é a nossa circuncisão. A submissão á circuncisão significa recuar para o metodo de procurar a salvação pelas obras da lei, e assim envolve a aceitação da obrigação de guardar a lei em sua inteireza, o que requer um cumprimento perfeito de seus preceitos. Sejamos pois da fé de Abrãao, e nunca da lei de Moisés, pois esta nada aperfeiçoou. Cristo crucificado tào somente a nossa esperança, tudo o mais são filosofias dos homens.

    1. Eduardo Nobre disse:

      Perfeito.

      Não se pode ler as cartas de Paulo de forma isolada e tirar conclusões precipitadas.

    2. Amilcar Rodrigues disse:

      Caro Leitor,
      José Matias,

      Agradeço a sua contribuição ao “post”.

      Sem mais filosofias, a divisão consiste em saber que Pedro é Apóstolo da circuncisão e que Paulo da incircuncisão.

      Um abraço do
      Amilcar

      1. Bráulio João disse:

        Amado Amilcar

        A paz de Cristo!
        Primeira mente quero lhe dizer que a tua postagem quanto a divisão da Igreja estou conpletamente descordado.
        É necessário ter cuidado ao interpretar ou tirar conclusões de qualquer versiculo Bíblico, segundo a verdade Bíblica e claridade dos capítulos que tu mencionaste, as tuas conclusões não são corretas quanto a divisão da Igreja, quanto a Paulo, quanto ao entendimento ou desentendimento da Igreja, quanto a circuncisão e incircuncisão e quanto ao Gálatas 2.

        No livro de gálatas 2, Paulo começa falando da sua ida a jerusalem e da necessidade de ser reconhecer e enquadrar o seu ministerio pela Igreja e receber a mão de conpaixão dos líderes q o Senhor estableceu sobre a Igreja, apartir dai o seu ministério foi confirmado como da incircuncisão, a Bíblia não fala de nenhuma Igreja que Paulo não era bem vindo. No verso 12 de Gálatas 2 fala q Pedro comia com os gentios mas quando os irmão do parte de Tiago chegaram ele se afastou, e Paulo o repriendeo por este acto reprovavel, Paulo só fez o q é correto e que muitos não tinham coragem de dizer a Pedro porque não admitia reprienção. Paulo fez a vontade de Deus!

        Amado quanto ao que disseste que “o Senhor é um só Deus e dois Senhores”, não devemos considerar dois Senhores porque Jesus diz em João 10.30 (Eu e o pai somos um) simplesmente um Deus e um só Senhor.

        A questão de Pedro ser apóstolo da circurcisão e Paulo da incircuncisão não quer dizer que isto era a separação da Igreja, Se formos a considerar isso então diriamos que o próprio Deus é o confusionista e causador de separação da Igreja.

        Que a graça esteja sobre nós e o Espírito Santo revela a verdade!

    3. alberbg disse:

      j. matias, cuidado com o que você escreve, até porque eu não me lembro se tem escrito na Bíblia isso: “…Sejamos pois da fé de Abrãao, e nunca da lei de Moisés, pois esta nada aperfeiçoou…” Do jeito que você falou da lei, parece que a lei é um monstro, mas ela não é um monstro. É verdade que está escrito que a salvação é pela graça, mas, não vemos escrito para desprezarmos a lei, porque ela não presta. Até, porque, te faço uma pergunta: E os que são da lei de Moisés a salvação para eles? Ou por causa os que são da lei de Moisés não servem mais? Com isso, não estou dizendo que a salvação é pelas obras, mas afirmo que a salvação é pela graça, porém acredito na importância da lei, para que o homem possa ser alcançado pela graça e assim ser salvo. A lei tem a sua importância, e, com certeza, a graça também tem a sua importância. Temos que tomar cuidado com o que nós acreditamos, escrevemos e ensinamos. Falo, mano!

      1. j.matias disse:

        Alberg, a lei nos servio de aio, para nos conduzir a Cristo, pois que sem ela não teriamos conhecido a desobediência a Deus, Na realidade não é por praticar as obras da lei que lá chegamos, pois ela nada aperfeiçoou, razão porque Cristo veio cumprir por nós, e nos deu nova lei em nossos corações, e Ele mesmo faz que andemos nela.Todo aquele que está pensando que pela lei dada a Moisés vai herdar o reino de Deus se engana, pois que é impossivel nos justificarmos nela, a salvação é pela graça, colocando nossa fé ( dom de Deus ) em Cristo jesus tão somente, pois tão somente somos salvos pelo sangue vertido na cruz.Assim como ouve mudança de sacerdócio ( Cristo) necessáriamente ouve mudança de lei.E nessa tenho grande prazer. Cristo em nós a esperança da glória.

  5. Manuel disse:

    Meu caro. O que você escreveu no seu texto é uma aberração que só vai denegrir a igreja primitiva. Você está apenas tentando “desculpar” o que está acontecendo nas igrejas evangélicas que estão cada vez mais divididas. A divisão na igreja primitiva só começou ocorrendo no final do primeiro século e teve seu auge no fim do terceiro século. O que estava acontecendo nos dias de Paulo era apenas o ajuste entre os judeus circuncisos e os gentios incircuncisos. Foi um ajuste até o espírito mostrar que a Lei tinha terminado e a circuncisão não era mais necessária para a salvação.

    1. Amilcar Rodrigues disse:

      Caro Leitor Manuel,

      Basta ler o que Paulo disse a Pedro, Gl 2.

      Além do mais a circuncisão é o sinal da Aliança entre Deus e Abraão que creu, Gn17.

      Cumprimentos.
      Amílcar

  6. Amilcar Rodrigues disse:

    Leitor José Matias,

    Não está a comentar o meu texto porque se esqueceu de ler Heb. 7,8,9 e 10.

    Amilcar

  7. Bráulio João disse:

    Amado Amilcar

    A paz de Cristo!
    Primeira mente quero lhe dizer que a tua postagem quanto a divisão da Igreja estou conpletamente descordado.
    É necessário ter cuidado ao interpretar ou tirar conclusões de qualquer versiculo Bíblico, segundo a verdade Bíblica e claridade dos capítulos que tu mencionaste, as tuas conclusões não são corretas quanto a divisão da Igreja, quanto a Paulo, quanto ao entendimento ou desentendimento da Igreja, quanto a circuncisão e incircuncisão e quanto ao Gálatas 2.

    No livro de gálatas 2, Paulo começa falando da sua ida a jerusalem e da necessidade de ser reconhecer e enquadrar o seu ministerio pela Igreja e receber a mão de conpaixão dos líderes q o Senhor estableceu sobre a Igreja, apartir dai o seu ministério foi confirmado como da incircuncisão, a Bíblia não fala de nenhuma Igreja que Paulo não era bem vindo. No verso 12 de Gálatas 2 fala q Pedro comia com os gentios mas quando os irmão do parte de Tiago chegaram ele se afastou, e Paulo o repriendeo por este acto reprovavel, Paulo só fez o q é correto e que muitos não tinham coragem de dizer a Pedro porque não admitia reprienção. Paulo fez a vontade de Deus!

    Amado quanto ao que disseste que “o Senhor é um só Deus e dois Senhores”, não devemos considerar dois Senhores porque Jesus diz em João 10.30 (Eu e o pai somos um) simplesmente um Deus e um só Senhor.

    A questão de Pedro ser apóstolo da circurcisão e Paulo da incircuncisão não quer dizer que isto era a separação da Igreja, Se formos a considerar isso então diriamos que o próprio Deus é o confusionista e causador de separação da Igreja.

    Que a graça esteja sobre nós e o Espírito Santo revela a verdade!

  8. Bráulio João disse:

    Irmão Manuel

    concordo plenamente consigo, era simplesmente um ajuste e não uma divisão ou separação!

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