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As duas ressurreições

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As duas ressurreições

Graça e Paz.

“Bem-aventurado e santo aquele que tem parte na primeira ressurrreição: sobre estes não tem poder a segunda morte; mas serão sacerdotes de Deus e de Cristo, e reinarão com ele mil anos, Ap 20:6

Alegre é a pessoa que pela graça de Deus conheceu ao Senhor da Glória e n’Êle creu.

A primeira ressurreição, é o batismo nas águas, Rm 6:5.

O baptismo de Cristo não é para o arrependimento de pecados como era o baptismo de João Baptista. O baptismo de Cristo, é a circuncisão do coração, como está escrito: “No qual também estais circuncidados com a circuncisão não feita por mão no despojo do corpo da carne: a circuncisão de Cristo; sepultados com Ele no baptismo, nele também ressuscitastes pela fé
no poder de Deus, que O ressuscitou dos mortos, Cl 2: 11 e 12“.

A diferença entre o baptismo de João e o baptismo de Jesus é que não é uma chamada para o arrependimento dos pecados nas sim um convite para a morte. Só se podem ressuscitar os
mortos, como está escrito:

“Estando nós ainda mortos em nossas ofensas, nos vivificou, juntamente com Cristo, pela graça sois salvos,e nos ressuscitou juntamente com Ele e nos fez assentar nos lugares celestiais,
em Cristo Jesus, Ef 2:5 e 6“.

Todo aquele que é nascido de novo, está em Cristo, as coisas velhas já passaram e tudo se fez novo.

A nova vida em Cristo é a primeira ressurreição. O que era mortal tornou-se imortal, porque:”E o testemunho é este: que Deus nos deu a vida eterna; e esta vida está em Seu Filho. Quem tem
o Filho de Deus tem a vida: quem não tem o Filho de Deus não tem a vida, I Jo 5:11 e 12“.

Por esta razão, é que a segunda morte não tem poder para nos reter, porque temos a promessa de que nos há-de ressuscitar no último dia quando do céu, ao som da trombeta, vier buscar
aqueles que adormeceram na esperança da ressurreição.

Os que estiverem ainda vivos, aquando da vinda do Filho do Homem o que é corruptível será revistido de incorruptibilidade, de acôrdo com as Escrituras, I Ts 4:13-15.

A morte que é a cessassão da vida, é tragada pela vitória da ressurreição e este é o último inimigo a ser vencido, I Co 15:26.

MARANATA.

Casal com uma missão,
Amilcar e Isabel Rodrigues

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Amilcar Rodrigues foi ordenado pastor em 1978 na "Apostolic Faith Mission" na República da África do Sul, onde fez estudos teológicos. Como missionário em Portugal, fundou três igrejas e foi Presidente Nacional da Comissão de Programas da Aliança Evangélica Portuguesa, para a televisão, RTP2. Foi formado produtor de televisão "Broadcast" pela "Geoffrey Connway Broadcast Academy" Toronto, Canadá, é filiado do "Crossroads Christian Comunication". Em 1998 veio para o Brasil convidado pelo Ministério Fé Para Todos, Rio de Janeiro. No ano 2000 fundou em Cabo Frio uma congregação do mesmo Ministério e foi nomeado Vice-Presidente do Conselho de Pastores até ao ano de 2004. Em 2006 ficou cego. Escreveu o livro "Deus da Aliança" , Evangelho dos Sinais aos Hebreus" e "Contos do Apocalipse". Foi convidado pelo Gospel+ para participar como colunista em Maio de 2012.

1 COMMENT

  1. E JUNTAMENTE COM ELE NOS RESSUSCITOU E NOS FEZ ASSENTAR EM LUGARES CELESTIAIS EM CRISTO JESUS. POIS ELE NOS DEU VIDA ESTANDO NÓS MORTOS, NOS NOSSOS PECADOS. PELA GRAÇA TÃO SOMENTE AGORA SOMOS SALVOS.

  2. “Tal como a nuvem se desfaz e some, aquele que desce à sepultura nunca tornará a subir. Nunca mais tornará à sua casa, nem o seu lugar o conhecerá mais” (Jó, 7: 9, 10)

  3. “Pois os vivos sabem que morrerão, mas os mortos não sabem coisa nenhuma, nem tampouco têm eles daí em diante recompensa; porque a sua memória ficou entregue ao esquecimento. Tanto o seu amor como o seu ódio e a sua inveja já pereceram; nem têm eles daí em diante parte para sempre em coisa alguma do que se faz debaixo do sol.”(Eclesiastes, 9:5, 6).

  4. A NOVA JERUSALÉM prometida pelo profeta Isaías ainda não continha nenhuma perspectiva de ressurreição dos mortos. Era muito diferente daquela apresentada nas visões de João no Apocalipse:

    “Pois eis que eu crio novos céus e nova terra; e não haverá lembrança das coisas passadas, nem mais se recordarão: Mas alegrai-vos e regozijai-vos perpetuamente no que eu crio; porque crio para Jerusalém motivo de exultação e para o seu povo motivo de gozo. E exultarei em Jerusalém, e folgarei no meu povo; e nunca mais se ouvirá nela voz de choro nem voz de clamor. Não haverá mais nela criança de poucos dias, nem velho que não tenha cumprido os seus dias; porque o menino morrerá de cem anos; mas o pecador de cem anos será amaldiçoado. E eles edificarão casas, e as habitarão; e plantarão vinhas, e comerão o fruto delas. Não edificarão para que outros habitem; não plantarão para que outros comam; porque os dias do meu povo serão como os dias da árvore, e os meus escolhidos gozarão por longo tempo das obras das suas mãos: Não trabalharão debalde, nem terão filhos para calamidade; porque serão a descendência dos benditos do Senhor, e os seus descendentes estarão com eles. E acontecerá que, antes de clamarem eles, eu responderei; e estando eles ainda falando, eu os ouvirei. O lobo e o cordeiro juntos se apascentarão, o leão comerá palha como o boi; e pó será a comida da serpente. Não farão mal nem dano algum em todo o meu santo monte, diz o Senhor.” (Isaías, 65: 17 a 25).

    Aí vemos que as promessas de Jeová, do Velho Testamento, não eram nada após a morte, mas prosperidade aqui na Terra. E a morte continuaria existindo como sempre.

  5. “Os falecidos não tornarão a viver; os mortos não ressuscitarão; por isso os visitaste e destruíste, e fizeste perecer toda a sua memória” (Isaias, 26: 14).

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