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A Morte (parte 2)

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O Deus que liberta
Comments (1)
  1. Marcilio Reis disse:

    Nunca vi tanta coisa sem fundamento escrito por duas pessoas.
    A morte foi instituida no final do 6º dia quando Deus terminou tudo e disse assim : E viu Deus que tudo quanto havia feito era muito bom.
    »GÊNESIS [1]
    31 E viu Deus tudo quanto fizera, e eis que era muito bom. E foi a tarde e a manhã, o dia sexto.
    Nos versiculos anteriores ele dizia simplesmente: ” E viu Deus que isso era bom”.
    A morte foi instituida em esse momento e encaixa perfetamente na vida nao como um fim mas como uma continuidade. A morte é a clausura da memoria explicita (que pode ser manipulada pelo homem) ou seja aquela que começou com a nossa formaçao (metaforicamente falando o 3º dia da criaçao) e esteve submissa a influencia do tempo sequencial que tudo transforma, tudo deforma, tudo conforma explicita o ser humano desde a sua formaçao até a morte fisica. A memoria implicita é aquela que vai alem do terceiro dia antes que eramos esperma ovulo, inteçoes de nossos pais, materias, elementos quimicos….ad. infinitum particulas divinas, finalmente imagem e semelhança de Deus. A memoria implicita é presente antes da formaçao e segue depois da morte, nao pertence a categoria do eterno mas sim a categoria do Sempre. Ou seja como o propio Deus presença sem existencia. Aqui reside a essencia de cada ser humano de ser unico. Espero nao ter aborrecido voces com este comentario. Continuarei em outra oportunidade.
    Os irmaos das estrelas vos saudam, A PAZ SEJA CONVOSCO.

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