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Quando o poder corrompe

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Xenofobia evangélica
Comments (3)
  1. Fábio disse:

    Concordo e assino embaixo

  2. levi varela disse:

    Quando o poder corrompe?

    É a situação atual em que falou apenas dos evangélicos e não da igreja católica, a de maior número ainda no Brasil?

    Ora, algumas práticas difundidas no seio evangélicas são de origem no velho testamento ou então no catolicismo, então caberia ao ilustre escritor fazer as vezes realmente de um profissional que não se corrompe.

    Fazer defesa que o público que aqui navega é de maioria evangélica, tal não é honesto, pois a imprensa é livre, podendo qualquer fazer uso sem se identificar.

    A igreja católica tem essa mania de se fechar.

    Veja os padres/freiras/religiosos fechados em seus mosteiros/conventos/igrejas. Há explícita recomendações de não leitura a material “mundano”.

    Há instituições católicas que admite e assim prega a separação do seu religioso não apenas da família como do mundo todo, e o que é pior, prega isso como se fosse santidade, como algo a ser seguido, acontecendo essas barbaridades em nível de mundo seja contra pessoas do sexo masculino ou feminino.

    Prova maior de que a coisa é séria, meu caro, todavia não tem o seu trabalho o fim científico, pois se tivesse teria tocado nessa enfermidade, pois é de lá que radiam tais chamas do mal, que não em nenhum país do mundo se sabe o que ocorre intra muros de certos conventos, mosteiros e coisas que o valham, sequer órgão de vigilância sanitária em alguns casos.

    É difícil ouvir música com apenas uma nota, meu caro, mude e passe a ser músico universal contando a história como um todo, não de forma excludente, em que os citados ficam com a mecha de desmiolados, despreparados, fanáticos.

    Veja em que seguimento mais existia essa história de não cortar o cabelo de um filho, de pôr roupa franciscana, subir escadas de joelhos, andar com bolinhas nas mãos contando-as, andar fazendo o sinal da cruz em tudo quanto é esquina que haja uma igreja,cemitério, em jogadas de futebol bem sucedidas e quando não.

    Veja de quem são os membros que vivem de estátua em estátua religiosa e morrendo nas estradas por acidentes em ônibus velhos que o estado não fiscaliza o estado de preservação.

    Os seus sacerdotes são obrigados a se afastar da família, há entre essas chamadas carismáticas a prática da igreja mandar abandonar tudo, emprego, família, amigos, e viverem em comunidade. Meu caro, investigue, aí você vai ver onde está o absurdo, onde essas coisas nasceram e se frutificam no dia a dia, não um caso isolado de um doido feito Jim Jones. Iguais a eles, acredite, há muitos no catolicismo, que se não tiram a vida, minam os espíritos todos os dias um pouco.

  3. Johnny Bernardo disse:

    Olá Levi Varela, obrigado pelo comentário.

    Olha, não mencionamos a Igreja Católica pelo o fato de o foco principal ser a polêmica em torno de a Igreja Assembleia de Deus dos Últimos Dias. Para poder chegar à polêmica temos de, de maneira sistemática, recorrer a outros exemplos para fundamentar nosso argumentação.

    De fato, a Igreja Católica – e podemos citar grupos ligados à mesma, como o Opus Dei – possuem semelhanças com grupos destrutivos. Aliás, a própria história da ICAR possui inúmeros exemplos. No entanto, tal é um tema para outra análise, que traremos no momento oportuno.

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