Alegria

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Jesus se mostra ao mundo através de seu primeiro milagre. Muitos talvez pensariam que seria uma ressurreição de mortos, cura de paralíticos, cegos ou leprosos. Mas não. Jesus trouxe alegria de volta em uma festa de casamento transformando água em vinho. Jesus ressuscita a alegria no coração daqueles que o convidam para suas festas. Quando Jesus está presente, o vinho não acaba. A alegria é eterna.

Deus quer que você seja feliz! Se o seu vinho acabou, Jesus quer entrar na sua vida para te dar uma alegria que nunca acaba. Em seu último milagre em vida, Jesus então derrama todo seu sangue (vinho) para nos devolver a alegria roubada pelo pecado. A festa acaba por um tempo com a morte do noivo. Contudo, o maior milagre de Jesus, foi nos trazer de volta à comunhão com o Pai. Foi devolver-nos uma alegria que foi destruída com a queda. Alegria de ter a presença do Pai!

E quanto mais nos alegrarmos nEle, mais Ele será glorificado em nós. Bendito seja o nome do Senhor!

1 COMENTÁRIO

  1. Poxa!
    Parabéns! Poucos mencionam em suas mensagens as alegrias desse simples “fenômeno” que chamamos de vida.
    Hoje as pessoas vêem importâncias em ternos, gravatas, cursos de teologia, se assentar no púlpitos das igrejas, igrejas enormes com valores assombrosamente altos, ser submisso ao pastorsão da igreja pra vê se descola um cargo, subir no altar e fazer um discurso que mexe com os sentimentos das pessoas enchendo os olhos delas de lágrimas, vender livros e mais livros teológicos ou cd’s e mais cd’s para ficar o gospel famosão… Enfim, isso tudo está nos corações dos religiosos sendo que tudo isso é doutrina de homem – Falando o português claro: alimentar o ego do homem.

    Mas poucos dão importâncias as alegrias da vida, em sua simplicidade, que Deus nos concedeu pela sua Graça:
    Alegria do casamento, Festas e comemorações, Passeio com a família, amizades, praias, conhecer novas pessoas, momentos íntimos entre você e o seu cônjuge… Hoje parece que tudo o que Deus criou é pecado e tudo que o homem criou, dizendo ser para Deus, é santo.
    Ainda bem que o meu Deus não precisa de nada da minhas mãos, pelo contrário, Ele é quem zela por mim.

    Parabéns pelo texto, Daniel Simoncelos.

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