Adoração ou FUGA?

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Para alguns, nem é preciso o questionamento…  Já para outros, a pergunta deve incomodar a tal ponto, que faça os acostumados à cultura evangélica ou carismática, checarem suas motivações.

Adoração é um sentimento de reconhecimento.  É o resultado de quando você se reconhece carente da bondade de Deus,  não é algo que te leva “às nuvens”…  isso também acontece; mas sua motivação não é um cd gospel ou a presença de uma cantora, “ministrando” ou “introduzindo” a quem quer que seja…

O único que já nos introduziu ao local propício, à sala do trono, foi Jesus Cristo.  O que passa disso é pura indução a um estado de espirito, que muitas vezes, perdoem-me, é de “porco”.

 

Adoração verdadeira nasce de um coração que reconhece a sua insignificância; é um conceito que nasce a partir da ação do Espirito de Deus, que sopra onde quer…  E, até onde eu saiba, “vento” não é direcionado por ações humanas ou se concentra em ambientes fechados…

O vento do Espirito, geralmente não age como no dia de pentecostes, onde “por acaso” Ele desceu.

O vento que na verdade nos move, move por dentro, modificando e reestruturando nossa compreensão do amor de Deus e de seus intentos ao mundo.

No mais, toda a “adoração” que leva “a um nível maior” como os evangélicos costumam apregoar, não passa de uma “droga” que os faz permanecer no mesmo lugar alienado.

A verdadeira adoração que sai dos lábios, antes passou pelo coração, indo direto para as mãos e conduta…

“… São estes, o que o Pai procura”.

Portanto, apesar da insistência de muitos cantores em seu desfavor ao povo que se denomina “cristão” e se você costuma “ouvir” algo que não seja o “doce” som gospel – de fim “amargo”, devo lembrar:

Se você não vive o evangelho que pode te fazer uma pessoa melhor para o mundo e não apenas para a sua turminha evangélica, se sua adoração não tem modificado a sua postura em relação aos que estão de fora do seu “cenário” de céu, perdoe-me…  Mas você é apenas mais um “viciado em drogas” que busca a sua turma para se reunir e fugir da realidade.

 

 

 

Rogério Ribeiro.

 

 

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Rogério Ribeiro é um cristão livre do sistema religioso. É Cineasta, roteirista e cronista. Escreve no blog "edição de amanhã", no "Antireligiosidade (http://antirel.blogspot.com.br/), entre outros. É autor de "Descansado sobre a Relva", livro que fala do relacionamento pessoal com Jesus Cristo, acima de qualquer coisa ou "impedimento" proposto pelo mundo religioso. Observador atento, Rogério Ribeiro aceitou o dever de alertar a igreja e, desde então é um compromissado "atalaia" dos nossos dias, às ordens de um só Senhor: Jesus Cristo.

9 COMENTÁRIOS

  1. O papel do levita é levar as pessoas através das canções a adorarem a Deus, no antigo testamento o papel deles era levar a arca da aliança que simbolizava a presença de Deus. A ministração nada mais é que uma adoração a Deus através do Espirito Santo, e através do Espirito Santo que habita em cada um, naquele ambiente, cada um sente a vontade, o prazer de adorar a Deus. Então ninguém é alienado a fazer isso, é levado através do mesmo Espirito que habita no ministro de louvor. Que a graça e paz do Senhor Jesus estejam com voçês.

  2. “O vento do Espirito, geralmente não age como no dia de pentecostes, onde “por acaso” Ele desceu.” Por Rogério Ribeiro
    ESSE INFELIZ AI E DE QUAL LINHAGEM.
    A DE JESUS CRISTO.
    OU A DE LUCIFER.
    PARA FALAR UMA ABERRAÇÃO DESSA.
    O VENTO SOPRA ONDE QUER, O VENTO É O ESPIRITO DE DEUS – JOÃO 3.8
    “O ESPIRITO SANTO ESTÁ SUJEITO AO PROFETA?”.
    Marcos 12.24: “… Porventura, não errais vós em razão de não saberdes as Escrituras nem o poder de Deus?”. Nestes versículos verifica-se, que o conhecimento da Escritura é fundamental para o cristão, quantos erros são cometidos pelo “analfabetismo” das Escrituras Sagradas ou pela má interpretação.Segundo esta, escrito em Mateus 22.29: “… Erreis, não conhecendo as Escrituras, nem o poder de Deus”

    O vento que na verdade nos move, move por dentro, modificando e reestruturando nossa compreensão do amor de Deus e de seus intentos ao mundo.

    No mais, toda a “adoração” que leva “a um nível maior” como os evangélicos costumam apregoar, não passa de uma “droga” que os faz permanecer no mesmo lugar alienado.

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