A mídia esconde a verdadeira causa do aumento da AIDS no Brasil

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Em dezembro todo o mundo se voltou para uma dura realidade: a de que uma das piores doenças de todos os tempos, sobretudo por ser transmitida pelo sexo, a AIDS, avança no mundo inteiro, principalmente entre homens adolescentes de 14 a 25 anos. Nossa Juventude está sendo tragada por uma ideologia do sexo fácil. Falam de tabus, preconceitos, mas creio que hoje o verdadeiro tabu é sobre falar a verdade desse aumento da contaminação.

Muitos jornalistas – não todos – por serem adeptos desse “relativismo sexual”, não querem dar um tom realista em suas matérias. Então manipulam ou articulam palavras para tirar a atenção dos verdadeiros porquês desse desesperador aumento, com receio de que os alarmes atrapalhem seu ativismo pró-sexo fácil. O nome disso é falta de ética, parcialidade e #DesonestidadeIntelectual.

Pesquisas atuais afirmam que, desde 2004, aumentou o número de caso de #AIDS entre os jovens no Brasil e no mundo. Pesquisas revelam e alertam que houve um relaxamento na prevenção, e hoje vi uma matéria na Globo onde colocavam a culpa desse aumento nos pais, que não falam de prevenção com seus filhos.

Algumas perguntas ninguém tem coragem de responder: O que realmente está acontecendo em nossa sociedade? Porque o número de casos cresce a cada ano? Apesar de tanta tecnologia e educação sexual nas escolas, a culpa seria da supervalorização do sexo pelo sexo em nossa sociedade?

Porque os casos entre mulheres têm aumentado? E porque os casos de AIDS entre homens jovens bateram recorde nesta década?

A Mídia tem medo de falar a verdade e ser tratada com preconceito; mas seria irresponsabilidade de todos nós se escondêssemos uns dos outros o óbvio. Isso aumentaria assustadoramente os casos, não é mesmo? Pois não é com a verdade, e vencendo os tabus e preconceitos, que a cultura trabalha?

A verdade é que a incidência entre jovens aumentou assustadoramente por que os jovens fazem sexo pelo sexo de forma irresponsável; sem amor, sem respeito e sem cuidado com o outo. Estes jovens ignoram os riscos, esta geração não acredita nos riscos e é obcecada pela busca do prazer sexual que a mídia tanto noticia. São escravos dessa busca e estão pagando o preço com suas vidas.

Segundo pesquisas, um terço dessa geração chamada de “Z” não se protege, não tem a mínima noção do perigo que é ter relações sexuais, sem camisinha. Não acreditam em nada e que nenhum mal pode lhes atingir, mas a realidade mostra que estão errados.

Outro aspecto ironicamente “tabu” é em falar a realidade de que o crescimento da AIDS no mundo e no Brasil se dá, principalmente entre homens, devido ao sexo anal; porque o ânus não foi feito para penetração e tem 18 vezes mais chances de contaminação pelo HIV, devido à fisiologia do local não se apropriada para a relação sexual. Isso para homens, e para mulheres também.

A infectologia não entra no mérito da proibição, claro, nem pode. Imagine médicos serem processados por falar contra sexo anal. Mas essa área da ciência médica alerta, em todas suas linhas, para o risco que a relação sexual anal apresenta na contaminação de várias doenças, inclusive e principalmente a mais grave de todas que é a AIDS, uma doença que tem controle se for tomado todos os medicamentos, mas que não tem cura e é fatalmente transmissível.

Essa banalização do sexo, e da sexualidade como um todo, é que fez com que os casos de AIDS aumentassem no Brasil. Não podemos ser irresponsáveis, a sociedade precisa saber que esta é a verdade, embora grupos de controle sociais tentem deslocar a responsabilidade para a família dizendo que esta não conseguiu dar a educação. Me pergunto: como assim?

Não é este governo e esta sociedade que estão, nos últimos anos, “sexualizando” as crianças dentro das escolas? Não é essa a sociedade que idolatra o sexo, dizendo ser ele a razão de toda felicidade humana? Não é essa a mídia que promove a erotização através de seus programas de TV? E não são esses os grupos que hoje querem, por força de lei, impor como cultura a reorientação social e sexual, tirando de forma repulsiva o poder e a influência dos pais na sexualidade de seus filhos?

Hoje, devido a essa cultura relativista e sexualizada, os pais perderam seu poder de comando e de educação formal sobre seus filhos. Eles estão sendo dominados pelos seus filhos adolescentes, incentivados pela educação permissiva que desvaloriza estes pais querem ser “amiguinhos” dos filhos para serem “politicamente corretos” quando, na verdade, os jovens precisam de pais que deem a direção para onde devem seguir. E creio que essa direção não é a de que devem ser escravos de uma busca pela realização sexual, realização que nunca vai se dar através do sexo pelo sexo.

A Juventude está sem freio, sem regras, e acreditando na mentira de que para ser feliz precisa realizar todos os seus desejos sem limites. Acreditam também que realizar seus desejos sexuais garante a felicidade e, o mais grave, que a felicidade se resume em quantas “transas” terão por mês, por semana, ou por dia.

Ora, uma sociedade que aplaude esse comportamento e uma educação que banaliza a sexualidade não podem reclamar. Um governo que aplaude e incentiva esse tipo de ação não pode achar que é a família que está errando. Se está, é em apoiar esse tipo de políticas públicas, que banalizam a vida e o sexo, e que defendem a erotização infantil, a partir do momento que apoia cartilhas e uma educação “sexualizada” que, em seu maior delírio, coloca os pais com secundários na educação sexual dos filhos, e a sua religião seus princípios como algo preconceituoso.

A realidade é que esta sociedade que está aí, esta educação “erotizada” que coloca a criança em segundo plano e coloca os pais como seres secundários na educação sexual dos seus filhos, este governo que privilegia o sexo pelo sexo, fizeram e fazem com que o número de casos de AIDS aumente cada vez mais no Brasil a exemplo de todo o mundo.

Nossa sociedade está “desevoluíndo”. Estamos vendo, a cada dia, a falência da sociedade brasileira. Vemos essa falência na relativização social que só tem aumentado a violência, o uso de drogas, o aborto, a desconstrução familiar e os casos de doenças sexualmente transmissíveis, principalmente a AIDS que, infelizmente, não tem cura.

A saída para esta catástrofe moral que nossa nação tem passado está em um retorno às raízes da família, a reconstrução da família como fator protetivo. Está em uma avaliação da educação, na volta de aulas de valores e princípios, tão escassos hoje na educação desse país.

A família deve ser convidada a ter participação ativa nas escolas, inclusive na escolha do material didático de seus filhos e em todas as ações da escola. As aulas de educação sexual devem informar, não incentivar e banalizar a sexualidade como tem feito. Uma sociedade sem princípios e sem valores é uma sociedade fadada ao fracasso.

Como profissionais, temos que denunciar que essa intromissão do governo e das politicas publicas de educação e de grupos sociais na desconstrução dos valores sociais e familiares tem contribuído, e muito, para o aumento de inúmeras doenças, além da violência sexual cometidos contra gays, mulheres, crianças e adolescentes; e não o contrário como tentam induzir a sociedade acreditar. Temos que falar sobre essa máxima, e sem Tabus. Certo?

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Marisa Lobo é psicóloga clínica, escritora, pós-graduada em saúde mental, conferencista realiza palestras pelo Brasil sobre prevenção e enfrentamento ás drogas, e toda forma de bullying, transtornos psicológicos, sexualidade da familia, entre outros assuntos. Teóloga, ela é promoter e organizadora da ExpoCristo realizada no Paraná. Marisa é casada, tem dois filhos e congrega na IBB em Curitiba.

48 COMENTÁRIOS

  1. NOSSA POLÍTICA VOLTADA PARA GAYS, NÃO QUER E NÃO DEIXA SER ALARDEADO, POIS ISTO DIFICULTA O SEXO GAY, PORQUE A AIDS É ASSOCIADA A GAYS, PORQUE AS POLITICAS PÚBLICAS SÃO VOLTADAS PARA ELES, HAJA VISTO O KIT GAY.

  2. Os jovens farão sexo quer os cren tes concordem ou não, pois faz parte da natureza humana e, nessa idade, os hormônios estão literalmente “explodindo”, principalmente em se tratando dos rapazes. E o caminho para a prevenção das DST’s não é o puritanismo igrejeiro que Marisa, no fundo, esta propondo, mas a conscientização que começa em casa mas que deve existir também na escola, já que com as igrejas definitivamente não dá para contar. Aliás, evangélicos e católicos puritianos sempre foram e continuam sendo contra a educação sexual e distribuição de camisinhas para jovens, então o resultado dessas posturas de farisaico puritanismo aparece nos infectados. A infecção pelo HIV, já se provou, tem muito a ver também com a baixa altoestima das pessoas que se infectam, e não apenas com falta de esclarecimento. Portanto, lutar contra as DST’s vai muito além de discursos e sermotes puritanos.

    • Muitos dizem – e acho a afirmação descaridosa – que igreja evangélica é “curva de rio”.

      Tendo isso em mente, me permitam uma pergunta aos crentes: vocês acham que a conversão limpa literalmente o sangue de todo o povo que vem para suas igrejas?

      Em outras palavras: considerando todo tipo de gente – me refiro às práticas passadas – que se converte em igrejas evangélicas, vocês não consideram importante orientar seus filhos e filhas quanto a importância da educação sexual e uso de camisinhas?

      • “vocês não consideram importante orientar seus filhos e filhas quanto a importância da educação sexual e uso de camisinhas?”

        Eu te respondo: NÃO. Para esses loucos obcecados por sexualidade alheia o que conta é a repressão sexual.

        .

      • na igreja a bodes e ovelhas a igreja atual esta passando por um processo de constantinizaçao similar a do seculo quatro e claro a orientaçao e importante mas deve ser ministrada em casa pelos pais.sexo seguro e depois do casamento queiram os libertinos ou nao.

      • na igreja a bodes e ovelhas a igreja atual esta passando por uma constantinizaçao igual a do seculo 4 e claro a orientaçao e importante mas deve ser ministrada pelos pais.

      • Nenhum filho meu jamais ouvirá de minha boca nenhum incentivo a prática de sexo desenfreado. Aliás, eu o oriento a iniciar sua vida sexual somente após o casamento.

        Do mesmo jeito, se eu tivesse uma filha, jamais a orientaria a andar com preservativos em sua bolsa, pois também ela seria orientada a iniciar sua vida sexual somente após o casamento! Pode me chamar de “reacionário”, “absoleto” e outras baboseiras mais, prefiro ser taxado de antiquado ao ver meus filhos destruindo suas vidas.

        • Ninguém esta falando de “sexo desenfreado”, sr. Elder Lima.

          Quanto a iniciar a vida sexual apena após o casamento, você até parece que nunca foi jovem. O sexual antes do casamento é para os jovens importante até para que o casal se conheça melhor e não haja uma grande decepção após o casamento.

          Sobre o uso de camisinha, isso, faça assim mesmo, seu inteligente, não aconselhe a usar e, depois, enfrente a realidade de uma filha soleira e esperando o nascimento de uma criança fruto de gravidez indesejada. Ou você aconselharia o aborto, pratica cruel e criminosa?

          • Sandro

            Então faz o seguinte; conteste os números! Ou não enxerga a quantidade de jovens que se entregam ao sexo de qualquer forma, muitas vezes sem sequer conhecer o parceiro(a)?

            É pela falta de orientação sexual dos pais, que a juventude está aí, crianças gerando crianças, e em alguns casos, jovens gestantes que sequer sabem quem é o pai da criança!

            Não me venha com essa conversa fiada de: “O sexual antes do casamento é para os jovens importante até para que o casal se conheça melhor e não haja uma grande decepção após o casamento.”

            Isso é balela! Desculpa para incentivar os jovens a viverem sem limites, e esconder deles a verdade de que eles mesmos, juntamente com os inocentes que virão ao mundo sem a mínima culpa, arcarão com as consequências de seus atos irresponsáveis!

            Se eu fosse você sentiria vergonha de incentivar tais atitudes!

          • E voce acha que só o seu conselho de velho babão vai segurar ??

            Jovens são loucos pra transar, não tem conselho de pai que segure-os .

          • Felipe

            O meu conselho de “velho babão” podem não segurar, mas em relação aos meus filhos, eles estão conscientes do que é certo e errado.

            E ao contrário do que você pensa, nem todo jovem tem a mente imunda como a sua que confunde sexo com imundície!

          • Se voce , o velho babão, quer acreditar nisso, é um direito seu .
            Afinal, voces acreditam até em serpente falante . . . . .

          • Felipe

            Existe uma vantagem em ser um, segundo você, “velho babão”, pois ao contrário de vocês, dificilmente morreremos de AIDS!

        • Concerteza sua filha será a mulher da idade média, submissa ao macho do relacionamente. Era tão comum no século XX mulheres ficarem encasa esperando os maridos e os mesmo iam pro antro de perdição, continue assim ensinando a sua futura filha ser assim pura. Continue dizendo que o HIV é uma doença gay, continue dizendo que estamos com libertinagens. O 11º mandamento que Deus seria não ser ignorante, mas quem sabe ele pensando consigo mesmo chegou a conclusão de que não seria necessario né! A sociedade perfeita é aquela em os chamados pregadores ou vulgo pastores ou até mesmo a maraviolhosa anta pscicologa, que tudo o que ela aprendeu na universidade ela certamente traduziu para o aramaico, marcou um encontro com Marcos Feliciano, e Silas Malafaia e decidiram que a culpa de existir o HIV e da libertinagem. Pense que foi descoberto no final da segunda guerra mundial. Onde a sociedade Babyboomer era quase puritana as mulheres porque os homens sempre se acharam no direito de serem os alfas.

      • Eu te respondo. Mesmo não vendo nenhuma clareza e objetividade no que escreveste. Mas essa discussão poderia ser evitada se a humanidade compreendesse que sexo fora do casamento é fornicação e fornicação é pecado. E como DEUS não se deixa escarnecer, ele declara: ” O salário do pecado é a morte.” Agora, se sexo hetero fora do casamento é pecado, quanto mais o ” falo no esfincter”.
        Não deve o homem, emmomento algum, jogar sua lança no esgoto. E não importa o sexo. Em defesa da vida, da justiça e da verdade.

        • Kkkkkkkkkkkkkkkk… Esse aí acha que o mundo todo DEVE se submeter aos tabus sexuais impostos pelo cristinanismo! Falta você entender que a maior parte do mundo NÃO É CRISTÃ, e que nós também não vivemos numa teocracia – graças a Deus! ; – )

    • Sandro, você está muito enganado sobre a igreja. A verdadeira prevenção está num casamento em que as pessoas são fiéis, não pode ser fiel ao conjuje se não for fiel a Deus. Outra coisa, não são os hormônios que fazem com que esses jovens se relacionem, são é demônios, desculpada esfarrapada da “ciência”. Busque a Deus Sandro, só assim você entenderá das coisas espirituais, enquanto isso você só cogitará das coisas da terra.

      • “Outra coisa, não são os hormônios que fazem com que esses jovens se relacionem, são é demônios, desculpada esfarrapada da ‘ciência'”… Putz, esse daí é tão medieval que nunca passou pela puberdade, nem sabe o que é a libido! Como é que um cara desses consegue ter uma ereção???

    • sexo seguro e depois do casamento queiram osibertinos ou nao.nao ha um caso sequer de algum pais em que a educaçao sexual teve resultado esse tipo de coisa deve ser ensinada pela familia em casa.

    • aberrações gays. continuem a transar sem camisinha por favor. Espalhem a aids e outras doenças que vocês carregam entre si. Vou comemorar bastante o dia que você não existirem mais por se auto destruirem kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk. vai ser um novo dia da independencia para o mundo.

    • O grande problema é achar que o instinto deve falar mais alto, como se fossemos animais. Infecção por HIV não tem nada a ver com baixa auto estima e sim com promiscuidade e falta de amor ao próximo. Educação sexual baseada no vale tudo da sociedade atual está longe de ser solução.

    • Já ouviu falar de uma coisinha chamada de polução noturna? Não generalize nem todo jovem se descontrola quando o assunto e sexo, há vários que esperaram até o casamento e são felizes até hoje, sem essa de transar com cem para. ‘Experimentar’. Alguns casais transam bastante antes de casar e após o casamento já não tem mais a minima graça. E o resultado e o fim do relacionamento, portanto essa apologia ao sexo antes do casamento não de passa de desculpa para relações superficiais e promiscuidade.

      • Polução noturna é uma experiência horrível! Tudo para oprimir esses jovens!
        Imagine um adolescente de família pobre que mal tenha roupas íntimas ou de cama para trocar e sofrendo polução noturna todas as noites?! A polução noturna é um “escape” da natureza para a repressão imposta pela cultura: ela só mostra o quanto a repressão é algo antinatural.

  3. Ela falou a verdade,não é puritanismo,mas se seguissemos a biblua como deve ser,não teria tantas doenças,infelizmente tudo isso é resultado da nossa má escolha,desobediencia

  4. aberrações gays. continuem a transar sem camisinha por favor. Espalhem a aids e outras doenças que vocês carregam entre si. Vou comemorar bastante o dia que você não existirem mais por se auto destruirem kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk. vai ser um novo dia da independencia para o mundo.

  5. Camisinha para evangélico se busca na igreja????? O preservativo dos cristãos não é a fidelidade a Deus quanto a seus ensinamentos sobre conduta e boa consciência???!!! Usar preservativos é uma questão de saúde pública, seu uso é consciência de cada um, pois o preço a pagar pela desobediência é caríssimo. O intelectual do vídeo atesta o texto da articulista cristã.

  6. Sandro, peço que questione a si mesmo sobre algo… a igreja deve fazer o que homens, como vc, dizem, ou seguir o que Deus determina? Veja que a matéria fala sobre o preocupante aumento da AIDS entre nossos adolescentes e jovens, e isso tem completa ligação com a promiscuidade estimulada pelos meios de comunicação da atualidade. Você pretende colocar a Igreja como culpada por isso também? É da Igreja a culpa por essa miséria? É culpa de quem prega que o sexo só deve ocorrer após o casamento?
    Pense, camarada… contra quem você está lutando, vindo aqui neste site falar essas coisas? Sua intenção é lutar contra Deus?

  7. Felipe, pegando carona na sua discussão com o “velho babão”, pessoas como esse Elder Lima insiste na estratégia de reprimir em vez de orientar. Que eu saiba, pai nenhum estimula os filhos e transarem, mas isso não impede que as meninas se apresentem grávidas na adolescência. Como você deixou bem claro, esses impulsos sexuais são próprios da adolescência. Portanto, resta orientar os adolescentes para que não façam besteira. Por outro lado, quando Elder Lima declara “prefiro ser taxado de antiquado ao ver meus filhos destruindo suas vidas”, eu não diria que seus filhos destruiriam suas vidas, mas a dos filhos que nascem sem uma estrutura familiar.
    .

  8. Elder Lima, muitas crianças morrem de Aids, contaminadas pela própria mãe hetero. E posso te garantir que essa mesma mãe não engravidou de um gay. Talvez de um bissexual, mas de um gay é muito difícil, senão impossível.

    .

  9. Felipe,viu que falso crente estúpido,o tal elder fanatizado e imbecibilizadoInfeliz e frustrado,deve está com o fiofó cheio atacado pela maldita próstata,que é bem pior que a maldita AIDS.Uma praga dessa que se autointituta crente de JESUS,de Jesus não tem nada .Soberbo,arrogante
    presunçoso,é digno de pena.Coitado.Sou mais os aidéticos do que suas futuras doenças,e que
    JESUS não curará,pois ele jamais cura gente ruim e da sua laia.Os hospitais estão abarrotados
    de fasos crentes como você rejeitados pelos remédios e por JESUS.Doença de homofobia e muitomaispor respiurar hipocrisia.Fariseu.

  10. Balela, Elder Lima, é você achar que os jovens deixarão de fazer sexo – e até de se masturbar, já que as igrejas evangélicas até esse ato absolutamente natural condena – apenas porque fundamentalistas fanáticos dizem que é pecado, que causa doenças, gravidez indesejada, etc. Fazer sexo é uma coisa; fazer sexo desprotegido é outra muito diferente. O mundo precisa de mais educação e menos religião.

  11. Realmente a promiscuidade, aliada a troca incessante de parceiros é o maior dilatador de D.S.T. e ainda mais a aids, realmente o tal de ficar imposta pela liberdade desenfreada de nossa geração a filhos cada vez menos preparados para serem família, faz que junto ao sexo livre os gays encontrem lugar para sua pratica nojenta.
    Filhos que recebem como mulher uma pessoa que se prostituiu a vontade com vários homens, como se isto fosse o normal.

  12. A experiência vivida na Rússia é a prova de que a pregação em favor da castidade não funciona contra a AIDS. Vejam:

    Rússia vive epidemia silenciosa de Aids

    25 maio 2015

    O termo “epidemia de Aids” é uma memória distante em lugares onde as taxas de infecção estão em queda há anos, como Austrália, Américas e a maior parte da Europa.

    Mas o termo seria adequado para descrever a situação na Rússia, apesar do silêncio das autoridades. Leia abaixo o depoimento do ex-ministro da Saúde britânico Norman Fowler (que ocupou a pasta entre 1979 e 1990, durante o governo de Margaret Thatcher), que visitou a Rússia e esteve em contato com várias instituições de saúde e autoridades.

    Durante anos, o país permaneceucalado sobre os seusníveis de infecção pelo vírus HIV. Mas um infectologista que trabalha nesta área há mais de 20 anos rompeu este silêncio e contou que a situação é uma “catástrofe nacional”.

    Vadim Pokrovsky, chefe do Centro Federal de Aids em Moscou, observou o grande crescimento dos números nos últimos anos.

    A Rússia tem cerca de um milhão de pessoas vivendo com o HIV e a taxa de infecção está crescendo ano a ano, diferente da situação da África subsaariana, onde a taxa de crescimento está desacelerando. E isto de acordo com os números do governo, que, quase todos concordam, subestimam a situação real do país.

    No ano passado, cerca de 90 mil russos contraíram o HIV, comparados com menos de 3 mil pessoas infectadas na Alemanha, que uma das menores taxas de infecção por HIV da Europa. O país tem metade da população da Rússia, mas 30 vezes menos casos de infecção.

    “Precisamos gastar dez vezes mais na prevenção. Precisamos de muito mais recursos e precisamos de algumas decisões políticas – e mudanças na lei em conexão com a metadona e as vidas particulares das pessoas”, me disse Pokrovsky recentemente.
    Diagnóstico e ideologia

    Um dos problemas é que a visão de Pokrovsky vai de encontro à política do governo e da cada vez mais poderosa Igreja Ortodoxa Russa.

    Em uma entrevista neste mês com a agência de notícias France Presse, Pokrovsky disse que a estratégia do Kremlin, de apostar na promoção de valores tradicionais da família, não conseguiu parar o vírus.

    “Nos últimos cinco anos de abordagem conservadora o número de pessoas infectadas pelo HIV dobrou”, afirmou.

    Quando Pokrovsky pediu a introdução de educação sexual nas escolas – se opondo ao comissário presidencial dos direitos das crianças, Pavel Astakhov, que é contra a medida – a chefe do comitê do Conselho de Saúde da cidade de Moscou, Lyudmila Stebenkova, chamou Pokrovsky de “típico agente trabalhando contra os interesses nacionais da Rússia”.

    Stebenkova afirmou ao jornal russo Kommersant que a abordagem de Pokrovsky apenas aumentaria o interesse das crianças por sexo e levaria a um aumento na infecção por HIV e outras doenças.

    “Ao invés de distribuir preservativos, devemos promover fidelidade sexual e famílias saudáveis – isto é muito mais eficaz”, disse.

    No entanto, os números sugerem outra coisa. Pokrovsky alertou as mulheres do país de que as chances de se casarem com um homem que tenha o HIV são altas.

    “Existem entre 80 e cem casos de infecção por HIV entre as mulheres por dia. Isto não é piada – é por dia. Elas são, na maioria, mulheres jovens entre 25 e 35 anos e estão no principal grupo de risco”, disse o especialista.

    Fonte: http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2015/05/150525_russia_epidemia_aids_fn

    • A propósito: há uma matéria muito boa aqui neste site que mostra a mesma coisa. Vejam-na reproduzida aqui abaixo, seguida pelo endereço da página de onde foi extraída:

      AIDS Hoje: Jovem evangélica se casa virgem e contrai HIV durante lua de mel. Assista a reportagem do Fantástico

      Trinta anos depois do surgimento da Aids, a cara da doença mudou. Antigamente, existiam os chamados grupos de risco, como os homossexuais masculinos e os usuários de drogas injetáveis.

      Hoje, como mostra o doutor Drauzio Varella, o que existe é comportamento de risco. Tanto é que a contaminação está cada vez maior entre as pessoas com mais de 50 anos, principalmente as mulheres.

      “Eu casei aos 18 anos. Era uma estudante, uma pessoa feliz. Uma adolescente que vivia dentro dos parâmetros de Deus, porque eu fui criada na igreja”, conta a voluntária do grupo Pela Vidda Mara Moreira, que vive em Itaguaí, município do Rio de Janeiro. É evangélica e segue os preceitos da igreja. Para ela, sexo só no casamento.

      “Um dia eu estava indo para Campo Grande. Outro dia, estava indo para Cuiabá. Então, eu não tinha raiz em parte alguma”, revela o caminhoneiro aposentado Nestor Ramiro de Assis, que levava a vida de um jeito bem diferente. Quando se separou da esposa, aproveitou a liberdade da estrada.

      No início, a Aids foi chamada de peste gay. Depois, surgiu o conceito de grupos de risco: homens homossexuais, usuários de drogas injetáveis e mulheres com muitos parceiros. Enquanto isso, em silêncio, o vírus se espalhava entre homens e mulheres que não faziam parte desses grupos.

      “As mulheres dos postos acham que todos os motoristas têm dinheiro. Então, você não pode dormir na cabine dos postos porque elas ficam batendo no vidro da janela, convidando para fazermos amor”, conta o caminhoneiro aposentado.

      Hoje nós sabemos que não há grupos de risco. O que existe é o comportamento de risco. O comportamento de risco é caracterizado pela relação sexual sem preservativo. Segundo o Ministério da Saúde, os casos de Aids aumentam no grupo de mulheres casadas e nas pessoas acima dos 50 anos de idade.

      Maria Filomena Cenicchiaro, diretora do ambulatório do Centro de Referência do Tratamento de Doenças Sexualmente Transmissíveis de São Paulo, confirma que os dados estão de acordo com os testes realizados no ambulatório. “Essa população não procura muito os centros de teste. Quando elas procuram é porque descobriram que o parceiro ou a parceira já está desenvolvendo a Aids. Aí, vai fazer o teste e normalmente tem um resultado positivo”, diz.

      “Apesar de ter casado virgem, eu não usava camisinha. Como método contraceptivo, eu usava pílula. Eu não queria engravidar porque estava estudando e tinha acabado de me casar”, lembra Mara Moreira. Ela conta que achava que estava fora dos grupos de risco, mas a Aids estava mais próxima do que ela esperava. “Três meses depois de casar, meu esposo ficou muito doente. Foi feito o exame. Ele era positivo para o HIV e não sabia Três meses depois veio o meu resultado, também positivo”.

      “No início de 1986, nós tínhamos uma mulher com Aids para quinze homens. Hoje, temos dez mulheres para quinze homens. Quando pegamos o corte de 13 a 19 anos, é o contrário: para cada dez meninas oito meninos”, revela o ex-ministro da Saúde José Gomes Temporão.

      “Eu não tinha conhecimento nenhum de como se pegava o HIV. Eu não tinha informação nem se podia lavar a roupa junto na mesma máquina, se podia compartilhar o prato, a colher”, conta Mara Moreira.

      Você só pega Aids se fizer sexo com penetração sem camisinha ou se usar seringas e agulhas contaminadas pelo vírus.

      “A gente ficava 90 dias fora viajando e ao menos aos sábados tinha que acontecer alguma coisa, quando não era no meio da semana. Então, umas duas por semana dava. Foram 17 anos assim”, conta Nestor Ramiro de Assis, de 72 anos. Na geração dele, ninguém se preocupava com a Aids. Diziam até que usar camisinha era como chupar bala sem tira o papel. Eles pensavam que homens que só mantinha relações sexuais com mulheres não corriam risco de pegar a doença. Estavam enganados.

      “Foi assim que eu adquiri o HIV. Não me interessa saber de quem foi que eu peguei, porque eu não vou saber mesmo. O culpado sou eu, mais ninguém”, diz Nestor Ramiro de Assis.

      “Nós temos toda uma conversa para mostrar que o estímulo não é no pênis, nem na região genital. Primeiro, é na cabeça. É só beijar e pronto, o estímulo já foi acionado, já houve uma ereção. Tem que aproveitar a ereção e colocar a camisinha nesse momento”, orienta Maria Filomena Cenicchiaro.

      “As pessoas não estão tendo consciência”, comenta uma mulher.

      “Na verdade, quase ninguém usa”, completa um homem.

      Fizemos alguns avanços: acabamos com a transmissão do HIV por transfusão de sangue, reduzimos muito a de mãe para filho e por drogas injetáveis. Hoje, a principal forma de transmissão é a relação sexual sem preservativo. Infelizmente, o uso de camisinha vem diminuindo entre mulheres e homens de qualquer idade, tanto nos relacionamentos estáveis quanto naqueles mais casuais.

      Através do sexo, o vírus da Aids passa de um homem para outro homem; do homem para mulher e da mulher para o homem. Passa, sim, da mulher para o homem.

      “Nunca passou pela minha cabeça que eu pudesse pegar o vírus da Aids. Falam muito pouco sobre isso. E, quando falavam, achávamos que era com os outros”, diz Nestor Ramiro de Assis.

      Na periferia de Ponta Grossa, no Paraná, funciona a ONG Reviver, que atende as famílias dos portadores do vírus da Aids. Nestor Ramiro de Assis é motorista e uma espécie de faz-tudo na instituição.

      “A chegada do Nestor à instituição foi uma surpresa e um presente. Os trabalhos estavam começando em Ponta Grossa, uma região bem fechada para isso, e não tínhamos motorista. Ainda havia muito preconceito. Ele chegou, se dispôs a ser motorista e fez disso uma missão de vida”, lembra Cláudia Maria Hey Silva, da ONG Reviver.

      “Se perguntarem para mim um dia por que eu faço esse serviço eu vou dizer que não sei. Eu faço porque gosto, não espero recompensa de ninguém. Eu nunca pensei em ajudar os outros para ir para o céu”, garante Nestor Ramiro de Assis.

      “Os coroas e as coroas estão fazendo mais sexo desprotegidos. Percebemos o aumento da incidência em mulheres acima de 50 anos. É uma nova dinâmica, são novos desafios. Temos que estar preparados para enfrentá-los”, diz José Gomes Temporão.

      Depois do choque de descobrir que tinha o vírus da Aids, Mara e Nestor reagiram. E, graças ao tratamento antiviral, a vida deles melhorou. Mas todo cuidado é pouco. Sem tomar os remédios todos os dias, os portadores do HIV ficam sujeitos a infecções e voltam a correr riscos.

      No próximo domingo (16), você vai conhecer pessoas que estão em tratamento e o impacto que ele provocou em suas vidas.

      “Hoje, quando uma pessoa estranha me pergunta se eu tenho HIV, respondo que sim e pergunto: ‘e você?’”, finaliza Nestor Ramiro de Assis.

      Fonte: http://noticias.gospelmais.com.br/video-aids-hoje-evangelica-casa-virgem-hiv-lua-de-mel-fantastico.html/comment-page-1#comment-1516622

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