#Alerta: conheça a Teoria Queer de desconstrução sexual que invadiu o Brasil e objetiva reorientar a sexualidade humana

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Esclarecendo sobre a “invencionice” da teoria Queer, que está promovendo e influenciando fortemente os saberes humanistas, a reorientação sexual e a desconstrução da heterossexualidade, ou seja, da família tradicional.

Por Marisa Lobo

“Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências; E desviarão os ouvidos da verdade, voltando às fábulas. Mas tu, sê sóbrio em tudo, sofre as aflições, faze a obra de um evangelista, cumpre o teu ministério. “2 Timóteo 4:3-5

“Se a teoria Queer pode tentar desconstruir a heterossexualidade, acusando-a de ser ‘anormal’ ou ‘compulsória’, também posso eu descontruir a homo normatividade e chamar a atenção para o preconceito mundial contra a família tradicional, que representa o avanço dessa teoria e que negligencia totalmente o saberes médicos, jurídicos e religiosos que fazem parte igualmente da vida de todo sujeito. Saberes estes garantidos pela constituição e pela declaração dos direitos humanos. Temos que debater e promover o equilíbrio e direitos, é fato. Porém, sem ferir nossos princípios, que também são direitos, e ficar refém de invencionices sociais que por querer defender seus direitos à dignidade, fere a dignidade do outro”.

Do que se trata a teria Queer.

A teoria Queer, oficialmente queer theory (em inglês), é uma teoria sobre o gênero que afirma que a orientação sexual e a identidade sexual, ou de gênero, dos indivíduos são o resultado de um constructo social e que, portanto, não existem papéis sexuais essencial ou biologicamente inscritos na natureza humana, antes formas socialmente variáveis de desempenhar um ou vários papéis sexuais. A teoria Queer teve origem nos Estados Unidos em meados da década de 1980 a partir das áreas de estudos gay, lésbicos e feministas, tendo alcançado notoriedade a partir de fins do século passado. Fortemente influenciada pela obra de Michel Foucault e pelo movimento feminista, dentro dessa teoria está a desconstrução da heterossexualidade como normal, pela criação crítica de “heteronormatividade”, sugerindo que a heterossexualidade é imposta e normativa. Este seria um gênero neutro, onde crianças seriam criadas sem definição de papeis sexuais e ou social, pois, para a teoria, não existe diferença entre o sexo. Desta forma a teoria garante que se extinguiria o preconceito entre homens e mulheres e gênero.

Em minha opinião é um objetivo é até nobre, mas que abriga uma prática perigosa ao colocar este sujeito em conflito com sua sexualidade, podendo gerar muitos transtorno de identidade de gênero, pois sabemos o quanto os papéis, bem como figura e modelos de pai e mãe, são essenciais na construção de um cidadão.

Embora essa dinâmica social contemporânea pulse de forma intensa na tentativa de desconstruir a heterossexualidade como natural e a família nuclear fundamentalmente heterossexual, patriarcal e fundada em laços sanguíneos; apesar desses esforços, prevalece a heterossexualidade como modelo, conforme a sua natureza biológica e não de forma normativa e/ou compulsória, como tenta aludir a teoria Queer.

Não podemos negligenciar a verdade de que o sujeito é predisposto a desenvolver características psicológicas do sexo a que pertence. A teoria Queer promove um discurso nobre em seu meio, mas promove uma prática totalmente arriscada, uma “invencionice” acolhida por aqueles que defendem apenas um grupo, como se este grupo vivesse em uma ilha e pudesse criar saberes, regras e normas, e os impor para a maioria da população mundial, o que sabemos não ser possível. Faz parte de uma educação saudável e da construção do sujeito saber lidar com a frustração e entender que nem tudo é ou pode ser como idealizamos e ou queremos.

O mundo caminha para essa reorientação sexual, que deveria ser vista pelas áreas médicas e psicológicas com grande desconfiança e cuidado. Sabemos que é uma preocupação mundial. Há os que a defendam, mas também os que criticam.

LIZARDO DE ASSIS, 2009  diz “em outro momento tentam defender a necessidade de “desanguinização” desse modelo familiar, bem como que a instituição familiar se configure, sobretudo, sobre os laços afetivos”

Ou seja, para os heterossexuais é a certeza da desconstrução da família tradicional e de uma reorientação social acerca da sexualidade do sujeito que, sendo imposta, não eliminará preconceito algum apenas criando mais um tabu, pois acusam a heterossexualidade da maioria da humanidade de ser “anormal”, colocando a homossexualidade como “normal”. A dicotomia permanece sobre outra ótica: a da desconstrução da heterossexualidade.

O ser humano deve ser entendido como um todo, como a soma de suas partes. A significação e a formação indenitária se dão exatamente ao respeito dessa máxima: somos um corpo que é resultado da soma de várias partes e cada uma deve ser ouvida, mas se pensando no sujeito em sua totalidade.

Esse movimento (queer) argumenta que a família homoafetiva deve ser motivada e afirma em seus discursos que a intenção é colocar definitivamente em xeque esse conjunto que eles chamam de “normativo ocidental”, e colocam em construção o seguinte:

“o sangue era como uma das últimas barreiras à etapa de nos tornarmos de fato seres culturais, afetivos e simbólicos (LIZARDO DE ASSIS, 2009).”

Não lhe parece que este pensamento, que motiva ações contra a família e os que eles chamam “religiosos”, sugere e motiva um preconceito mundial contra o mundo ocidental por sua tradição e ou fé? A teoria Queer trata da questão da sexualidade com alienação psicológica; não podemos nos esquecer de que há coisas que podemos mudar e outras que ainda que manipulemos com palavras, permanecem imutáveis. Portanto, será um grande gerador de conflitos se não reconhecermos esta máxima. Minha critica é que movimentos ideológicos, políticos ou antiifamília tradicional vêm se vitimando e nos induzindo a nos inclinarmos a defendê-los por emoção, e não pela lógica da razão, que faz parte da construção do pensamento humano e dos direitos que devem ser consolidados e conscientes.

A critica que faço abertamente à teoria Queer, ou seja, ao movimento LGBTT que é o verdadeiro mentor dessa desconstrução, é que eles impõem a aceitação da família homoafetiva não como um direito o que é perfeitamente louvável, mas com um absolutismo como questão fechada, não deixando espaço para argumentações e ou opiniões contrarias. Tentam com este pensamento o avanço na desconstrução total da normalidade da heterossexualidade, objetivando afetar a família tradicional, negligenciando estatisticamente a sua existência; não levando, inclusive, em consideração que vivemos em um estado democrático de direito. Agindo assim violam o próprio direito humano.

Ceccarelli faz um alerta: “ Se a heteronormatividade encontra-se questionada, na linha de uma desconstrução do discurso social sobre a sexualidade e num fluxo freudiano, provoca que também a homossexualidade seja uma invenção de nosso contexto ocidental.” Ceccarelli (2008)

Neste sentido, entendo que a teoria Queer tenta impor a homossexualidade afirmada como conceito/lugar seguro para a afirmação indenitária de sujeitos, e não percebe este movimento que é mais político e ideológico, que estão confinados à construção imaginária de nossa história e práticas sociais, ou seja, querem desconstruir a heterossexualidade como normal, impondo culturalmente a homossexualidade de maneira compulsória. Em linguagem popular: vamos trocar 6 por meia dúzia?

Lizardo de Assis, Cleber diz que  “ela emerge, contra o instituído do conceito de “heterossexualidade”, apregoando a vivência e a condição do sexual não natural e não normativo”.

Esse movimento deixa claro em sua teoria que está embasado nos engajamentos políticos, assumindo a necessidade de se postular algo como uma noção de pós-identidade e de uma política que sustente tal existência à convenção indenitária, fazendo claramente criticas aos saberes religiosos, médicos, psicológicos e jurídicos, afirmando que esse discurso de normas e naturalidade é forjado por estes profissionais. Vou usar aqui uma fala do psiquiatra Dr.Adnet “contra a ciência legítima não cabem malabarismos”.

As críticas à heterossexualidade da maioria da população mundial são severas e descartam totalmente a biologia e genética, descontruindo estes saberes afirmando que são historicamente arquitetados por poderosos e devem ser desconstruídos pelo movimento queer, numa forma de alinhamento epistemológico com o construcionismo crítico.

Diz Souza filho, 2009, p. 1): “as realidades humano-sociais, em toda sua diversidade e em todos os seus aspectos, são produtos de construção humana, cultural e histórica […] [e se opondo] a todas as tentações substancialistas e essencialistas, notadamente as tentativas de biologização do social, muito difundidas atualmente .”

E é nesta perspectiva que esse movimento vem se constituindo como referencial teórico à temática da sexualidade e influenciando, no Brasil, as ciências humanas; e que vem exercendo grande influência sobre o campo sociocultural e, em particular, no campo psicológico. Influenciando, ou melhor, norteando toda a psicologia pós-moderna.

Desta forma, na desconstrução, a religião e a fé de todo cidadão têm sido usadas de forma negativa e como reforçador de preconceito contra os homossexuais. Com manipulação intelectualmente desonesta, tentam atribuir ao judaísmo/Cristianismo a normativa da heterossexualidade, levando ao delírio de seus seguidores a lógica da desconstrução da heterossexualidade desrespeitando, inclusive, a laicidade do estado.

De acordo com Santos Júnior (2008): “O Estado laico é aquele que não privilegia nenhuma religião em particular e cuja política não é determinada por critérios religiosos. Significa dizer, ainda, que os Estados e as comunidades religiosas não sofrem interferências recíprocas no que diz respeito ao atendimento de suas finalidades institucionais.”

Por um lado devemos entender  que a  interferência e  a  influência existem  como algo que mesmo um Estado laico não está isento de sofrer. Por isso , o  embate democrático entre os mais  diversos atores sociais se  faz necessário,  pois dessa forma se  estabelecem políticas públicas. Então, todo o seguimento religioso tem que ter este entendimento de que as políticas que  contemplem a todos os cidadãos são políticas públicas construídas muitas vezes com nossa omissão. O estado legitima esta políticas públicas que são construídas por vários seguimento, e não podem ser definidas por um grupo e/ou um segmento. Cabe aos religiosos  também lutarem pela atenção do estado assim como todos os movimentos fazem

Por outro lado, creio que é chegado o momento de enfrentarmos essa desconstrução e lutarmos por um equilíbrio nessa “invencionice” que levará a humanidade a viver, em um futuro muito próximo, de maneira muito mais intolerante e conflituosa. Porém, esclareço que não podemos negar, de forma alguma, direitos constitucionais de qualquer pessoa, mas, de forma, alguma perverter e/ou inventar direitos. Estamos caminhando para uma cultura do desrespeito ao próximo e de privilégios e cerceamento de direito das maiorias e levantar esta questão é agir com preconceito, segundo essa teoria e esse movimento de reorientação sexual.

Esse embate, esse diálogo entre atores diferentes, movimentos sociais, sociedade e Estado, é algo que não deve ser suprimido, pois constitui-se fruto da democracia brasileira. Não podemos aceitar um estado refém de qualquer ideologia política. Isso não é democracia. Temos que aprender a conviver com o diferente, mas para isso não precisamos nos tornar um. É nosso dever, como cristãos, promover a tolerância, mas também é nosso direito não ser discriminados por nossa fé e por nossa maneira de viver, pois é nossa escolha e nosso princípio.

Estudantes e profissionais devem entender seus deveres de respeito ao próximo, mas devem lançar um olhar crítico aos saberes, inventado e conhecendo de leis e de política É necessário aprender, compreender e lutar, no nosso caso, para que nosso modo de vida não seja descontruído. Não é preconceito e sim direitos. Vale lembrar que vivemos em um estado democrático de direito e temos os nossos.

“O meu povo foi destruído, porque lhe faltou o conhecimento; (Os 4:6a)

“E não sede conformados com este mundo, mas sede transformados  pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus. (Romanos 12:2)

Este artigo é registrado e faz parte do Livro: “Desconstrução da heterossexualidade, uma imposição LGBTT” é proibida sua reprodução sem autorização e citação da autora.

Referência  Bibliográfica

Lobo, Marisa . Desconstrução da heterossexualidade  uma imposição LGBTT- ed. Jocum, Curitiba ,2013

CECCARELLI, Paulo. A invenção da homossexualidade. Bagoas: estudos gays, gêneros e sexualidades, Natal, n. 2, p. 71-93, 2008.

CECCARELLI, Paulo. Sexualidade e preconceito. Revista Latino americana de Psicopatologia Fundamental, São Paulo, v. 3, n. 3, p. 18-37, set. 2000

FREUD, Sigmund. Três ensaios sobre a teoria da sexualidade. In: Edição Standard Brasileira das Obras Psicológicas completas de S. Freud. Tradução de Jayme Salomão. Rio de Janeiro: Imago, 1980b. v. 7.

SANTOS JÚNIOR, A. A laicidade estatal no direito constitucional brasileiro. 2008. Disponível em: <http://jus2.uol.com.br/doutrina/texto.asp?id=11236>. Acesso em: 28 ago. 2009.

SOUSA FILHO, Alípio. Por uma teoria construcionista crítica. Bagoas: estudos gays, gêneros e sexualidades, Natal, v. 1, n. 1, jul./dez. 2007. Disponível em: <http://www.cchla.ufrn.br/bagoas/v01n01art02_sfilho.pdf>. Acesso em: 28 ago. 2009.

Lizardo de Assis, Cleber Queer theory and the CFP n. 1/99 resolution: a discussion about heteronormativity versus homonormativity  – http://www.cchla.ufrn.br/bagoas/v05n06art06_assis.pdf

Site: http://pt.wikipedia.org/wiki/Queer_theory

Biblia sagrada . ed. Almeida Revista e Atualizada

Em Cristo Marisa Lobo

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Marisa Lobo é psicóloga clínica, escritora, pós-graduada em saúde mental, conferencista realiza palestras pelo Brasil sobre prevenção e enfrentamento ás drogas, e toda forma de bullying, transtornos psicológicos, sexualidade da familia, entre outros assuntos. Teóloga, ela é promoter e organizadora da ExpoCristo realizada no Paraná. Marisa é casada, tem dois filhos e congrega na IBB em Curitiba.

42 COMENTÁRIOS

  1. Danilo,
    bizarro é alguém inventar coisas como a de que os gays impõem a família homoafetiva. Eles não impõem nada. Eles lutam pelos seus direitos, apenas.. Isso é mentira e essa mulher sabe que é.
    Os gays querem os mesmos direitos que nós, heteros, temos: amar, manifestar esse amor em público, não serem julgados, ridicularizados e agredidos por gente ignorante, etc. Digo gente ignorante pq se alguém que critica conhecesse de perto um gay, saberia que eles são como nós. E o que eles reivindicam é direito de todos nós, cidadãos, não é? Então, pq eles não podem?

    • De uma forma didática e coerente a Marisa Lobo expôs o assunto sobre aTeoria Queer de desconstrução sexual, desenvolveu o tema expondo o que ele representa na verdade! Com relação a sua palavra fica uma pergunta no ar, se vc realmente é hétero? Desconheço no meio evangélico uma pessoa se quer que seja contra a escolha sexual de alguém, as pessoas são livres… Livre arbítrio vem de Deus. Nós evangélicos somos contra o pecado e sua pratica na vida das pessoas, e, nisso se enquadra qualquer tipo de pecado. A ridicularização vem das pessoas que não sabem se portar de forma moral e decente com a opção sexual que ele escolheu… Todos sabem como os héteros se relacionam, não preciso saírem querendo se expor nas ruas ou na frente de quem quer que seja, diferentemente dos homossexuais que lutam para saírem satirizando o que eles chamam de liberdade… Isso é uma vergonha, pois se um casal hétero for pego fazendo o que eles azem nas ruas serão presos por atentado violento ao pudor… Baixaria é do que esse povo gosta!!!

    • Eles querem o mesmo direito e eu nao me importo que eles tenham, pq ninguem merece ser agredido por causa do seu estilo de vida. Mas eles também querem nos fazer engolir que temos que aceita-los de qualquer jeito e não respeitam a opinião de quem é contra. Como eles querem respeito assim?

  2. A profissão de psicologia cristã não existe ! Assim como não existes psicologia ateia, umbandista, satânica, espirita! Essa senhora é uma fraude!

  3. realmente as coisas aparecem como se fossem inofencivas,essas teorias malucas de que o ser humano nasce sem sexo é simplismente ridícula…..e até mesmo idiota!!!!

    já imaginaram o bebê nasce e a mãe pergunta:”O que é doutor, menino ou menina?” e e o médico responde “Não sei vamos ver quando crescer….” RIDÍCULOOOOOOOOOOO.

    • Pois é fernanda, o problema que pode chegar o dia do médico não poder dizer o sexo do menino, pois será taxado de homofóbico ou heterofóbico !!! kkkk

    • Menina vá estudar, um gay não deixa de ser homem, e uma lésbica não deixa de ser mulher, a diferença é só o desejo, não existe um terceiro gênero, não a credite no seu mestre Malafaia, que espalha tal besteira.

        • sabe o que ? tem homossexuais que o repudiam ! procure se informar quem financia suas sandices . Vê se há pessoas sérias e honestas o apoiando. Tem Um que vê tudo , sabe de tudo e nada fica oculto de seus olhos e um Dia ele há de julgar a todos que feriram seus princípios.

  4. PODE POR RIDICULO COM DE COM FORÇA ISTO E BESTIAL e uma bestialidade de um tamanho que não tem medida, somente as mentes doentias cheias de lascívias, podem afirmar isto que na verdade nem tem nome, ridículo e muito pouco bestial também e pouco digamos que os tais teriam de tomar assim um quilo de lactopurga ou laxante para esvaziar suas cabeças, que realmente e somente tem dentro delas digamos assim uma pequena quantidade assim de uns 10 quilos de puríssima bosta daquelas de barriar parede, porque e tao bestial que acredito que a mente das amebas são assim uns 1000 por cento mais inteligentes do que estes que defendem tal ideia, são mentes dominadas por legiões de espíritos de baixo escalão dos infernos, porque acredito eu que o capiroto chefe por vingança mandou os do baixo clero os mais sem vergonha para por pra rebentar com as mentes destes tais, e de estarrecer uma ideia infernal como esta

  5. Marisa Lobo, você é psicóloga mas você é quem está precisando de um psicólogo agora! Você tá pirando muié, tá completamente obcecada, como diz aquela música “Piripipiripi piradinha, ela tá doidona fora da casinha”. Minha irmã, vá se tratar, se interne em uma clínica de repouso porque eu nunca li uma coisa dessas na minha vida, pelo amor de Deus. Esse assunto tá na tua cabeça e não sai mais. Ah eu vou te dar minha opinião. Homossexuais agora no Brasil podem se casar, ok? E os heterossexuais estão proibidos de se casar por isso? é você que não está sabendo conviver com as diferenças, tú tá paranoica. Ah só mais uma coisa, o português é um idioma tão bonito quando usado corretamente, procure escrever as palavras corretamente, use bem a pontuação, assim como vírgulas e ponto final. Não coloque espaço antes de vírgula, coloque a vírgula e depois espaço só UMA vez. Meus olhos agradecem!

    • amigo, quem precisa de psicólogo é você…Aliás, você é mais um resultado desse ativismo doentio, que pelo jeito conseguiu induzir sua mente. Só não vê os absurdos desse ativismo quem não quer, talvez depois seja tarde demais. E há sim erros de português (nem sempre são os colunistas que escrevem), mas você não sabe interpretar texto e parece que também precisa de algumas aulas de português. Não viu que a busca por direito é louvável? O questionado é a imposição de uma idéia (absurda, por sinal) à força, sem aceitar contestação.

  6. Essa discussão nunca vai se acabar, agora sei o seguinte que vai ser muito difícil exterminar a família tradicional, é mais fácil desaparecer da face da terra tudo quanto é de errado e que vai de encontra a essa tradição. O Mundo está atualmente com cerca de 8 bilhões de seres humanos e cada um trás a sua marca que não igual a nenhum outro, se destacando principalmente a “IMPRESSÃO DIGITAL”. Nesse campo aí somos iguais, porque assim quis o Senhor nosso Deus. Nas outras questões, só fazendo um PLEBISCITO mundial para saber o gosto do mundo todo e tenho certeza absoluta que a família tradicional sairá vitoriosa. Já pensou nisso, então sua opinião de nada vale, se não tiver uma aproximação com Deus. O Senhor não aprova coisas erradas, e agora?

  7. Muita confusão nisso tudo. Agora pergunto, quem decidirá isso tudo? Pense bem… Quem será? É o nosso Deus todo poderoso e ninguém mais. Tudo vai acontecer, até mesmo aparecer um que vai dizer resolvi o problema e isso vai ser uma mentira deslavada que muitos vão na onda e acreditam, numa suposta verdade. O que foi que o Senhor fez com a cidade de SODOMA? Pense nisso, nunca a família tradicional será destituída, pois ela foi criada por Deus, contudo, sabemos que tudo foi criado por Ele, mas o “fulano” está sempre querendo acabar com as coisas certas que Ele criou. Fico assim pensando, que coisa maluca se passa nas cabeças das pessoas, em não encarar essas coisas, que SÓ A ELE PERMITIDO..

  8. Apesar de todos os comentários sobre a linguagem e falhas da escrita penso que o texto seja contundente, preocupante e muito polêmico atualmente.
    Infelizmente, os cristãos e evangélicos, em que somos maioria, não estão atuando politicamente como deveriam e nem defendendo os seus direitos. Mas, permitindo que sejamos impostos e criticados severamente. Não significando que usemos das armas físicas e preconceitos, mas decisões e agilidade na defesa de nosso interesses e da família cristã no geral com votos, manifestações públicas pacíficas, normas e leis, etc. Os direitos devem ser iguais a todos e não apenas a um pequeno grupo ativista impositivo, que querem direitos que já possuem constitucionalmente. Logo, concordo com a expressão da Marisa “…temos que aprender a conviver com o diferente, mas para isso não precisamos nos tornar um, é nosso dever como cristãos promover a tolerância, mas também é nosso direito não ser discriminados por nossa fé e nossa maneira de viver, pois é nossa escolha e nosso princípio…”
    Temos que aprender a nos defender e lutar politicamente além de proteger e ajudar aos corajosos.
    Precisamos acordar antes que nos façam contaminados e dormentes…..!

  9. Marisa, a sua obsessao sobre os gays, as suas tentativas frustradas de encontrar uma forma de desmoraliza-los , de barrar as suas conquistas, esta te fazendo adoencer e perder o pouco que ainda te resta de credibilidade com o povo evangélico.

  10. Adão=gameta masculino
    Eva=gameta feminino
    Existe uma única minoria que afronta os valores Cristãos e, se grudam nas conquistas das outras minorias, como se suas questões, fossem iguais àquelas.Nenhuma outra minoria afronta valores. Sabemos de quem falamos.

  11. Simplesmente:
    Mateus 24, Apocalipse 21 e 22
    Leiam e meditem, pois tudo o que acontece é nada mais que sinais dos últimos tempos. Em vez de discutir o certo e errado, de debater teorias e de ficar criticando ou apedrejando as opiniões que não se assimilam com a nossa, simplesmente oremos por misericórdia e salvação das almas perdidas. Os que insistem seguir por suas próprias convicções e caminhos ilusórios mesmo depois de receber a palavra de amor incondicional, deixe-os e siga em frente com sua vida!
    Que Deus abençoe a todos!!!

  12. Concordo com a Marisa, está até parecendo os tempo de Noé, muitos achavam que Noé estava louco por dizer que iria vir o dilúvio e portanto o povo precisava se arrepender e servir a Deus. Todos riam e zombavam dele. Hoje não é diferente nós Cristão estamos sendo taxados de antiquados, homofóbicos e intolerantes uma vez que alertamos ao tal pecado da homossexualidade. Hoje existe uma militância gay que exige direitos ferindo o direito dos outros. Deus Fez homem e mulher para procriação da espécie e pronto. Más o diabo sempre planta o joio no meio do trigo….. fazer o que né……..

  13. Fazer comentários absurdos utilizando até mesmo palavras de baixo calão, criticar a escrita e linguagem… Isso é fácil!Qualquer um faz!Mas, será que tais pessoas teriam pelo menos argumentos se colocadas frente a frente com a Marisa em um debate, por exemplo?E outra… Ofensas feitas a ela só mostram o quanto muitos não sabem sequer ‘comentar com civilidade e respeito’… E se o artigo é uma porcaria… Porque tanto interesse e incômodo?Porque a disposição de visitar o site?Faz-te melhor criticar a Marisa?Critica… Ela não está perdendo nada com isso!Já você…

  14. Marisa não te preocupa com certos comentários atacando as tuas matérias, isso é mais do que natural, faz aquilo que tens que fazer, vc é admirável !! Lute , exponha, não se cale diante dessas abominações e pode ter certeza que receberás o teu galardão, contudo nós famílias estamos do teu lado, e maior do que tudo e todos é aquele que é o dono da verdade o Deus altíssimo, e agindo Deus quem impedirá ??? Oro pela tua vida e que Deus te dê forças para suportar tamanha ignorância e perseguição !!

  15. E vc Gean é vítima de um pensamento dito religioso doentio, que pelo jeito conseguiu induzir sua mente. Só não vê os absurdos disso quem não quer, talvez depois seja tarde demais. Vcs são um bando de fariseus, q destroem todo o amor e caridade q Cristo pregou, em nome de ideias q só servem para segregar e destruir vidas humanas. Parabéns, tão certinhos em viver na ignorância. O seu argumento “O questionado é a imposição de uma idéia (absurda, por sinal) à força, sem aceitar contestação” é o mesmo q era dito pelos defensores cristãos sobre a escravidão no passado. Assista “12 anos de escravidão” por exemplo e veja que o discurso dito cristão deles é o mesmo de vcs contra os homossexuais.

  16. Marisa Lobo uma vergonha para a classe profissional. Dói pagar anualmente 400 reais de Conselho de Psicologia e ter que ser igualada a essa cruatura em termos profissionais. Se nosso conselho fosse minimamente coerente uma tragédia de psicóloga como essa já estaria cassada. O problema é que o CRP mantém o caráter orientador quando já deveria ter extirpado essa doente.

  17. Não entendo onde e qual direito Deus deu a uma psicologa a ser julgadora ou portadora de verdade…98% dos psicologos utiliza-se de outros psicologos, pois todos tem problrmas psicologicos… Creio que antes de vcs julgarem ela como certa, procurem saber se ela foi instruida por Deus. Pq creio que a ultima pessoa utilizada por ele foi a que terminou a Biblia real(estou falando da verdadeira Biblia, não de versões atualizadas. Pq hj em dia a Biblia fala até a posição sexual dos lgbts.). Ela é uma qualquer no mundo apenas com uma cabeça pensante e expono suas opiniões e teses. O pior é ter um monte de fanaticos que não se utilizam da sabedoria que dizem ter de Deus para ver o que seguem ou falam…. Felicidades a todos

  18. Marisa Lobo, a senhora sabe mesmo como articular as palavras, distorcer as coisas e mudar totalmente o contexto -.-‘ heteronormatividade a ser desconstruída é o →conceito que a sociedade tem sobre só uma identidade de gênero e uma orientação sexual serem naturais e regra para se sociabilizar sem discriminação.
    Não há nada com desconstrução da heterossexualidade, isto é impossível!!
    Agora desconstrução da heteronormatividade servirá apenas para outras orientações sexuais e identidades de gêneros(acho que você só se referiu a heterossexuais cis-gêneros) serem vistas com naturalidade TAMBÉM!!!!

  19. Ãh?! “Objetivo nobre”??? Isso é puramente nefasto; puramente diabólico; tem origem e endereço certo: o inferno. Não existem objetivos nobres no inferno e nem em nada do que vem dele.

  20. Gays não podem ter os mesmos direitos familiares que os héteros. Não gostam disso? Sim, pode soar desconfortável, mas nem sempre a lógica ou a verdade são confortáveis. O ocidente foi construído e sustentado pela família tradicional e o patriarcado. A reivindicação LGBT de desmonte das bases familiares tradicionais acabará por causar a implosão do modelo cultural que nos sustenta, há milênios. Note que esse modelo vigente é tolerante e não impede a população LGBT de viverem suas próprias convicções afetiva e sexuais, no âmbito pessoal/ particular. O que não se pode tolerar é essa elaborada estratégia para a legalização da obrigação de equiparar valores que se opõe e que atacam nossas mais fundamentais bases existenciais, enquanto sociedade organizada.

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